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Justiça determina sequestro de bens de ex-governador de SP Geraldo Alckmin

Publicado por TV Minas em 05/08/2020 às 15h31

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No fim de julho, o tucano virou réu por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.

 

A Justiça Eleitoral de São Paulo decretou nesta quarta-feira (5) o sequestro de bens do ex-governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Além dele foram incluídos também o tesoureiro de sua campanha em 2014, Marcos Monteiro, e o ex-assessor do governo, Sebastião Eduardo Alves de Castro.

 

Eles teriam recebido repasses ilegais em nome do tucano. O valor sequestrado é de até R$ 11,3 milhões sobre imóveis e valores constantes nas contas bancárias dos três.

 

No fim de julho de 2020, o tucano virou réu por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro. O ex-governador responde a ação penal eleitoral por suposto caixa dois pagos pela Odebrecht, de R$ 11,9 milhões, nas campanhas de 2010 e 2014. Na época, Alckmin alegou que a acusação era infundada e ele era inocente.

 

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No fim de julho, o tucano virou réu por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.


 


A Justiça Eleitoral de São Paulo decretou nesta quarta-feira (5) o sequestro de bens do ex-governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Além dele foram incluídos também o tesoureiro de sua campanha em 2014, Marcos Monteiro, e o ex-assessor do governo, Sebastião Eduardo Alves de Castro.


 


Eles teriam recebido repasses ilegais em nome do tucano. O valor sequestrado é de até R$ 11,3 milhões sobre imóveis e valores constantes nas contas bancárias dos três.


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No fim de julho de 2020, o tucano virou réu por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro. O ex-governador responde a ação penal eleitoral por suposto caixa dois pagos pela Odebrecht, de R$ 11,9 milhões, nas campanhas de 2010 e 2014. Na época, Alckmin alegou que a acusação era infundada e ele era inocente.


 


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No fim de julho, o tucano virou réu por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.



A Justiça Eleitoral de São Paulo decretou nesta quarta-feira (5) o sequestro de bens do ex-governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB). Além dele foram incluídos também o tesoureiro de sua campanha em 2014, Marcos Monteiro, e o ex-assessor do governo, Sebastião Eduardo Alves de Castro.



Eles teriam recebido repasses ilegais em nome do tucano. O valor sequestrado é de até R$ 11,3 milhões sobre imóveis e valores constantes nas contas bancárias dos três.



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No fim de julho de 2020, o tucano virou réu por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro. O ex-governador responde a ação penal eleitoral por suposto caixa dois pagos pela Odebrecht, de R$ 11,9 milhões, nas campanhas de 2010 e 2014. Na época, Alckmin alegou que a acusação era infundada e ele era inocente.



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