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Estudante do Rio Grande do Sul é morta na Austrália, diz irmã

Publicado por TV Minas em 05/08/2020 às 20h55

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Estudante de enfermagem, Daiane trabalhava como cuidadora de uma jovem com deficiência

 

A estudante gaúcha Daiane Pelegrini, de 33 anos, natural de Lajeado, foi morta em Sydney, na Austrália, na segunda-feira (3), segundo informações de Gisele Pelegrini, irmã de Daiane.

 

Ela contou ao G1 que a família, que mora no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, ficou sabendo da morte pelo ex-cunhado.

 

O suspeito do crime seria um homem com quem ela estaria se relacionando, um coreano naturalizado australiano, de acordo com Gisele.

 

"A gente ficou sabendo ontem [segunda] de manhã, o ex-marido dela me ligou. Eles haviam se separado fazia alguns meses, e ela começou a sair com esse cara. E agora, ela e o marido queriam se acertar e ela terminou com esse cara, e ele não aceitava. Sei que ela tinha um boletim de ocorrência contra ele", afirma Gisele.

 

De acordo com informações passadas pela polícia australiana à emissora de TV local 10 News First Sydney, Daiane estava em casa acompanhada de um homem, quando o principal suspeito da morte chegou. Ele a teria esfaqueado diversas vezes.

 

Daiane chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

 

Segundo o inspetor chefe da polícia Adam Phillips, as autoridades policiais foram chamadas ao local e, quando chegaram, o suspeito estava esperando na varanda da casa. Ele foi preso.

 

A polícia acredita que a mulher conhecia os dois homens, mas "ainda estão tentando estabelecer o relacionamento real das partes envolvidas". Phillips destaca também que está sendo investigada a teoria de que o suspeito perseguia Daiane.

 

A gaúcha havia se mudado com o então marido na época, e a filha do casal, há 4 anos, para a Austrália. Estudante de enfermagem, Daiane trabalhava como cuidadora de uma jovem com deficiência.

 

 

Daiane Pelegrini tinha 33 anos e morava há quatro anos na Austrália.

 

 

De acordo com a família, a polícia não informou ao certo como Daiane foi morta. Gisele conta que a irmã não apareceu para buscar a filha, de 7 anos, na escola na segunda.

 

Apesar da distância, Daiane mantinha contato diário com a família que ficou no Rio Grande do Sul. "A gente tem um terreno aqui, que a mãe deixou pra nós, ela ajudava a pagar o imposto", lembra Gisele.

 

"A gente não sabe quando a gente vai conseguir trazer o corpo dela e se a gente vai conseguir".
O G1 entrou em contato com o Itamaraty, mas ainda não obteve retorno.

 

 

'Perda é devastadora'


Uma amiga de Daiane, Vivian Ribeiro, falou ao G1 sobre a morte da estudante.

 

"A perda é devastadora. A Daiane, não consigo dizer ainda 'ela era', ela é uma grande mãe, uma grande amiga, uma grande irmã, uma filha maravilhosa, tá sendo muito complicado."

 

Vivian também contou que a família não está recebendo informações oficiais da polícia, por isso, prefere não comentar sobre as investigações.

 

"Sabemos que a polícia está se empenhando com o caso. Agora estamos preocupados com trazer ela de volta pra casa".

 

Segundo Vivian, muitas informações divulgadas pela imprensa local são desencontradas.

 

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Estudante de enfermagem, Daiane trabalhava como cuidadora de uma jovem com deficiência


 


A estudante gaúcha Daiane Pelegrini, de 33 anos, natural de Lajeado, foi morta em Sydney, na Austrália, na segunda-feira (3), segundo informações de Gisele Pelegrini, irmã de Daiane.


 


Ela contou ao G1 que a família, que mora no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, ficou sabendo da morte pelo ex-cunhado.


 


O suspeito do crime seria um homem com quem ela estaria se relacionando, um coreano naturalizado australiano, de acordo com Gisele.


 


"A gente ficou sabendo ontem [segunda] de manhã, o ex-marido dela me ligou. Eles haviam se separado fazia alguns meses, e ela começou a sair com esse cara. E agora, ela e o marido queriam se acertar e ela terminou com esse cara, e ele não aceitava. Sei que ela tinha um boletim de ocorrência contra ele", afirma Gisele.


 


De acordo com informações passadas pela polícia australiana à emissora de TV local 10 News First Sydney, Daiane estava em casa acompanhada de um homem, quando o principal suspeito da morte chegou. Ele a teria esfaqueado diversas vezes.


 


Daiane chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.


 


Segundo o inspetor chefe da polícia Adam Phillips, as autoridades policiais foram chamadas ao local e, quando chegaram, o suspeito estava esperando na varanda da casa. Ele foi preso.


 


A polícia acredita que a mulher conhecia os dois homens, mas "ainda estão tentando estabelecer o relacionamento real das partes envolvidas". Phillips destaca também que está sendo investigada a teoria de que o suspeito perseguia Daiane.


 


A gaúcha havia se mudado com o então marido na época, e a filha do casal, há 4 anos, para a Austrália. Estudante de enfermagem, Daiane trabalhava como cuidadora de uma jovem com deficiência.


 


 



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Daiane Pelegrini tinha 33 anos e morava há quatro anos na Austrália.


 


 


De acordo com a família, a polícia não informou ao certo como Daiane foi morta. Gisele conta que a irmã não apareceu para buscar a filha, de 7 anos, na escola na segunda.


 


Apesar da distância, Daiane mantinha contato diário com a família que ficou no Rio Grande do Sul. "A gente tem um terreno aqui, que a mãe deixou pra nós, ela ajudava a pagar o imposto", lembra Gisele.


 


"A gente não sabe quando a gente vai conseguir trazer o corpo dela e se a gente vai conseguir".
O G1 entrou em contato com o Itamaraty, mas ainda não obteve retorno.


 


 


'Perda é devastadora'



Uma amiga de Daiane, Vivian Ribeiro, falou ao G1 sobre a morte da estudante.


 


"A perda é devastadora. A Daiane, não consigo dizer ainda 'ela era', ela é uma grande mãe, uma grande amiga, uma grande irmã, uma filha maravilhosa, tá sendo muito complicado."


 


Vivian também contou que a família não está recebendo informações oficiais da polícia, por isso, prefere não comentar sobre as investigações.


 


"Sabemos que a polícia está se empenhando com o caso. Agora estamos preocupados com trazer ela de volta pra casa".


 


Segundo Vivian, muitas informações divulgadas pela imprensa local são desencontradas.


 


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A estudante gaúcha Daiane Pelegrini, de 33 anos, natural de Lajeado, foi morta em Sydney, na Austrália, na segunda-feira (3), segundo informações de Gisele Pelegrini, irmã de Daiane.



Ela contou ao G1 que a família, que mora no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul, ficou sabendo da morte pelo ex-cunhado.



O suspeito do crime seria um homem com quem ela estaria se relacionando, um coreano naturalizado australiano, de acordo com Gisele.



"A gente ficou sabendo ontem [segunda] de manhã, o ex-marido dela me ligou. Eles haviam se separado fazia alguns meses, e ela começou a sair com esse cara. E agora, ela e o marido queriam se acertar e ela terminou com esse cara, e ele não aceitava. Sei que ela tinha um boletim de ocorrência contra ele", afirma Gisele.



De acordo com informações passadas pela polícia australiana à emissora de TV local 10 News First Sydney, Daiane estava em casa acompanhada de um homem, quando o principal suspeito da morte chegou. Ele a teria esfaqueado diversas vezes.



Daiane chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.



Segundo o inspetor chefe da polícia Adam Phillips, as autoridades policiais foram chamadas ao local e, quando chegaram, o suspeito estava esperando na varanda da casa. Ele foi preso.



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A polícia acredita que a mulher conhecia os dois homens, mas "ainda estão tentando estabelecer o relacionamento real das partes envolvidas". Phillips destaca também que está sendo investigada a teoria de que o suspeito perseguia Daiane.



A gaúcha havia se mudado com o então marido na época, e a filha do casal, há 4 anos, para a Austrália. Estudante de enfermagem, Daiane trabalhava como cuidadora de uma jovem com deficiência.





Daiane Pelegrini tinha 33 anos e morava há quatro anos na Austrália.



De acordo com a família, a polícia não informou ao certo como Daiane foi morta. Gisele conta que a irmã não apareceu para buscar a filha, de 7 anos, na escola na segunda.



Apesar da distância, Daiane mantinha contato diário com a família que ficou no Rio Grande do Sul. "A gente tem um terreno aqui, que a mãe deixou pra nós, ela ajudava a pagar o imposto", lembra Gisele.



"A gente não sabe quando a gente vai conseguir trazer o corpo dela e se a gente vai conseguir".
O G1 entrou em contato com o Itamaraty, mas ainda não obteve retorno.



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Uma amiga de Daiane, Vivian Ribeiro, falou ao G1 sobre a morte da estudante.



"A perda é devastadora. A Daiane, não consigo dizer ainda 'ela era', ela é uma grande mãe, uma grande amiga, uma grande irmã, uma filha maravilhosa, tá sendo muito complicado."



Vivian também contou que a família não está recebendo informações oficiais da polícia, por isso, prefere não comentar sobre as investigações.



"Sabemos que a polícia está se empenhando com o caso. Agora estamos preocupados com trazer ela de volta pra casa".



Segundo Vivian, muitas informações divulgadas pela imprensa local são desencontradas.



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