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Governo vai anunciar grandes privatizações em até 60 dias, diz Guedes

Publicado por TV Minas em 06/08/2020 às 16h38

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, nesta quinta-feira (6), que o governo vai anunciar em até 60 dias "três ou quatro grandes privatizações". "Nos próximos 30 a 60 dias vamos nos concentrar em duas coisas: primeiramente em anunciar a privatização de três ou quatro grandes empresas. Não quero falar os nomes agora, mas acho que o Congresso vai nos apoiar. O presidente já concordou e está nos apoiando com a coordenação política", disse. 

 

Ele participou de debate virtual promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade (FIL). Na avaliação  do ministro, com os fortes impactos econômicos da pandemia da Covid-19, o governo terá que se esforçar ainda mais para se aprofundar e acelerar o ajuste fiscal.

 

"Temos menos tempo, perdemos um ano em termos de espaço fiscal, mas ganhamos milhões de vidas. Então, o Brasil vai surpreender o mundo de novo, porque temos um Congresso funcionando e votando propostas", comentou. 

 

Guedes reforçou também que em 2021 o Brasil estará "de volta aos negócio".  "Gastamos 10% do PIB em 2020 em programas de assistência na pandemia. O déficit fiscal seria de 1% do PIB neste ano, mas vai chegar a 11% do PIB. Em 2021, estaremos de volta para trajetória fiscal, reduzindo os gastos público dramaticamente", afirmou. 

 

 

Novos marcos legais 

 

Guedes destacou ainda que os novos marcos legais do setor de gás, de energia, de petróleo e do saneamento são parte importante da estratégia do governo para a retomada econômica. "Estamos regularizando novamente, mudando os marcos legais para que o investimento privado possa entrar no país", ressaltou. 

 

De acordo com ele, a expectativa do governo é de que o novo marco legal do gás natural seja aprovado pelo Congresso nas próximas duas semanas. "Duas semanas atrás foi aprovado o marco legal do saneamento. Agora, esperamos que daqui duas semanas será o novo marco legal do gás natural, promovendo o choque da energia barata", comentou. A estimativa dele é de que, com isso, o preço do gás cai entre 30% e 40% em um ano.

 

 

Imposto negativo 

 

Guedes voltou a falar na criação de uma taxa negativa sobre a renda de brasileiros mais vulneráveis. A ideia consiste em devolver parte do imposto pago pelo trabalhador. Embora o ministro ainda não tenha detalhado em que momento essa devolução aconteceria, os estudos técnicos da pasta preveem o repasse do recurso somente na aposentadoria.

 

"Se nós não conseguirmos criar emprego para essas pessoas, pelo menos nós não impedimos que eles se levantem e fiquem de pé novamente. Vamos reconhecer, dar dignidade e até tentar criar uma taxa negativa de imposto sobre a renda e o salário. Vamos oferecer macro-crédito e outras coisas para ajudar essas pessoas a continuarem se virando", observou. 

 

Ele também comentou sobre a eliminação do imposto trabalhista "assim que possível". "Não temos espaço fiscal para isso ainda, mas, por hora, pelo menos vamos reduzir algumas dessas taxas e é por isso que consideramos criar umnovo imposto", explicou. 

 

Segundo o ministro, o novo imposto não será para dar um auxílio de massa, mas para substituir os impostos "cruéis" que afetam os trabalhadores.

 

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, nesta quinta-feira (6), que o governo vai anunciar em até 60 dias "três ou quatro grandes privatizações". "Nos próximos 30 a 60 dias vamos nos concentrar em duas coisas: primeiramente em anunciar a privatização de três ou quatro grandes empresas. Não quero falar os nomes agora, mas acho que o Congresso vai nos apoiar. O presidente já concordou e está nos apoiando com a coordenação política", disse. 


 


Ele participou de debate virtual promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade (FIL). Na avaliação  do ministro, com os fortes impactos econômicos da pandemia da Covid-19, o governo terá que se esforçar ainda mais para se aprofundar e acelerar o ajuste fiscal.


 


"Temos menos tempo, perdemos um ano em termos de espaço fiscal, mas ganhamos milhões de vidas. Então, o Brasil vai surpreender o mundo de novo, porque temos um Congresso funcionando e votando propostas", comentou. 


 


Guedes reforçou também que em 2021 o Brasil estará "de volta aos negócio".  "Gastamos 10% do PIB em 2020 em programas de assistência na pandemia. O déficit fiscal seria de 1% do PIB neste ano, mas vai chegar a 11% do PIB. Em 2021, estaremos de volta para trajetória fiscal, reduzindo os gastos público dramaticamente", afirmou. 


 


 


Novos marcos legais 


 


Guedes destacou ainda que os novos marcos legais do setor de gás, de energia, de petróleo e do saneamento são parte importante da estratégia do governo para a retomada econômica. "Estamos regularizando novamente, mudando os marcos legais para que o investimento privado possa entrar no país", ressaltou. 


 


De acordo com ele, a expectativa do governo é de que o novo marco legal do gás natural seja aprovado pelo Congresso nas próximas duas semanas. "Duas semanas atrás foi aprovado o marco legal do saneamento. Agora, esperamos que daqui duas semanas será o novo marco legal do gás natural, promovendo o choque da energia barata", comentou. A estimativa dele é de que, com isso, o preço do gás cai entre 30% e 40% em um ano.


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Imposto negativo 


 


Guedes voltou a falar na criação de uma taxa negativa sobre a renda de brasileiros mais vulneráveis. A ideia consiste em devolver parte do imposto pago pelo trabalhador. Embora o ministro ainda não tenha detalhado em que momento essa devolução aconteceria, os estudos técnicos da pasta preveem o repasse do recurso somente na aposentadoria.


 


"Se nós não conseguirmos criar emprego para essas pessoas, pelo menos nós não impedimos que eles se levantem e fiquem de pé novamente. Vamos reconhecer, dar dignidade e até tentar criar uma taxa negativa de imposto sobre a renda e o salário. Vamos oferecer macro-crédito e outras coisas para ajudar essas pessoas a continuarem se virando", observou. 


 


Ele também comentou sobre a eliminação do imposto trabalhista "assim que possível". "Não temos espaço fiscal para isso ainda, mas, por hora, pelo menos vamos reduzir algumas dessas taxas e é por isso que consideramos criar umnovo imposto", explicou. 


 


Segundo o ministro, o novo imposto não será para dar um auxílio de massa, mas para substituir os impostos "cruéis" que afetam os trabalhadores.


 


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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, nesta quinta-feira (6), que o governo vai anunciar em até 60 dias "três ou quatro grandes privatizações". "Nos próximos 30 a 60 dias vamos nos concentrar em duas coisas: primeiramente em anunciar a privatização de três ou quatro grandes empresas. Não quero falar os nomes agora, mas acho que o Congresso vai nos apoiar. O presidente já concordou e está nos apoiando com a coordenação política", disse. 



Ele participou de debate virtual promovido pela Fundação Internacional para a Liberdade (FIL). Na avaliação  do ministro, com os fortes impactos econômicos da pandemia da Covid-19, o governo terá que se esforçar ainda mais para se aprofundar e acelerar o ajuste fiscal.



"Temos menos tempo, perdemos um ano em termos de espaço fiscal, mas ganhamos milhões de vidas. Então, o Brasil vai surpreender o mundo de novo, porque temos um Congresso funcionando e votando propostas", comentou. 



Guedes reforçou também que em 2021 o Brasil estará "de volta aos negócio".  "Gastamos 10% do PIB em 2020 em programas de assistência na pandemia. O déficit fiscal seria de 1% do PIB neste ano, mas vai chegar a 11% do PIB. Em 2021, estaremos de volta para trajetória fiscal, reduzindo os gastos público dramaticamente", afirmou. 



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Novos marcos legais 



Guedes destacou ainda que os novos marcos legais do setor de gás, de energia, de petróleo e do saneamento são parte importante da estratégia do governo para a retomada econômica. "Estamos regularizando novamente, mudando os marcos legais para que o investimento privado possa entrar no país", ressaltou. 



De acordo com ele, a expectativa do governo é de que o novo marco legal do gás natural seja aprovado pelo Congresso nas próximas duas semanas. "Duas semanas atrás foi aprovado o marco legal do saneamento. Agora, esperamos que daqui duas semanas será o novo marco legal do gás natural, promovendo o choque da energia barata", comentou. A estimativa dele é de que, com isso, o preço do gás cai entre 30% e 40% em um ano.



Imposto negativo 



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Guedes voltou a falar na criação de uma taxa negativa sobre a renda de brasileiros mais vulneráveis. A ideia consiste em devolver parte do imposto pago pelo trabalhador. Embora o ministro ainda não tenha detalhado em que momento essa devolução aconteceria, os estudos técnicos da pasta preveem o repasse do recurso somente na aposentadoria.



"Se nós não conseguirmos criar emprego para essas pessoas, pelo menos nós não impedimos que eles se levantem e fiquem de pé novamente. Vamos reconhecer, dar dignidade e até tentar criar uma taxa negativa de imposto sobre a renda e o salário. Vamos oferecer macro-crédito e outras coisas para ajudar essas pessoas a continuarem se virando", observou. 



Ele também comentou sobre a eliminação do imposto trabalhista "assim que possível". "Não temos espaço fiscal para isso ainda, mas, por hora, pelo menos vamos reduzir algumas dessas taxas e é por isso que consideramos criar umnovo imposto", explicou. 



Segundo o ministro, o novo imposto não será para dar um auxílio de massa, mas para substituir os impostos "cruéis" que afetam os trabalhadores.



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