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Ciência & Tecnologia

Médico lamenta piadas e destaca importância da aplicação de ozônio pelo ânus

Publicado por TV Minas em 06/08/2020 às 20h18

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Aplicação seria para pessoas que testaram positivo para a COVID-19

 

O uso da ozonioterapia para o tratamento das pessoas que testaram positivo para a COVID-19 ganhou repercussão nacional depois que o prefeito de Itajaí (SC), Volnei Marastone (MDB), anunciou que seu município está participando de um estudo que prevê a aplicação de ozônio via retal (pelo ânus) nesses pacientes.

 

O assunto, que viralizou nas redes sociais, é parte de uma pesquisa da Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ), cuja sede virtual está em Governador Valadares, onde reside e atua o seu presidente, o médico cardiologista e sanitarista Arnoldo de Souza.

 

A pesquisa da ABOZ, segundo o seu presidente, foi aprovada em 20 de junho deste ano pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), sob o título “Estudo multicêntrico da prática integrativa e complementar de ozonioterapia em pacientes ambulatoriais com COVID-19”.

 

Isso garantiu à ABOZ a realização do primeiro trabalho brasileiro sobre a ozonioterapia para a COVID-19 em pacientes em tratamento ambulatorial ou internados, e que pode ser aplicado em hospitais, inclusive os de campanha.

 

A Prefeitura de Itajaí aceitou participar do estudo, que prevê a aplicação do ozônio por via venosa ou intramuscular, e também com insuflação via retal, que tem custo menor.

 

A insuflação via retal, feita com um cateter fininho, conforme declarou o prefeito de Itajaí, virou meme nas redes sociais por causa da introdução do cateter no ânus do paciente.

 

Arnoldo de Souza diz que o tratamento jocoso que os internautas deram à insuflação retal acabou gerando preconceitos diversos em relação ao procedimento. “É um tratamento comum, utilizado também em países mais pobres, por ser mais barato, mas que traz muitos benefícios para a recuperação do paciente”, disse.

 

Ele explica que o tratamento pesquisado e proposto pela ABOZ tem grande importância já que a ozonioterapia tem se revelado de alta eficácia como terapia complementar no tratamento de doenças virais como a influenza aviária, SARS, MERS com evolução para doença grave, de disseminação rápida e pandêmica.

 

“É um tratamento utilizado em países como Alemanha, Espanha, Rússia, China, não apenas no tratamento da COVID-19, mas também de outras doenças há mais de 50 anos”, disse.

 

Segundo Souza, as principais propriedades da ozonioterapia são a redução da hipóxia a nível celular e molecular; a ativação do metabolismo e sistema imunológico; a melhoria da circulação sanguínea; a estimulação do sistema de defesa antioxidante, potencial destruidor de patógenos como protozoários, bactérias, fungos, leveduras e vírus.

 

“O tratamento contempla pacientes que testaram positivo para a COVID-19, com idade maior de 18 anos, de qualquer gênero, e que estejam internados em hospitais, inclusive os de campanha". 

 

“A ozonioterapia melhora as angústias respiratórias, dados os mecanismos do ozônio e a gravidade da COVID-19. Diante da grave crise sanitária pela qual passa o mundo e, tendo conhecimento das qualidades terapêuticas da Ozonioterapia, a Aboz não poderia se abster de participar de forma propositiva e pioneira no tratamento dos pacientes acometidos pela COVID-19”, acrescenta Souza.

 

 

Quebrando tabus

 

O influenciador digital e fashionista Israel Cassol, que há anos faz tratamento para manter a sua imunidade, já indicou a ozonioterapia retal aos seus seguidores por diversas vezes, bem antes da experiência de Itajaí. Recentemente ele testou positivo para a COVID-19 e se submeteu ao tratamento com ozônio, por meio da insuflação retal.

 

Na sua rede social, Cassol explica que a ozonioterapia modula o sistema imunológico. "A terapia com ozônio ainda é um grande tabu na profissão médica e, portanto, não é bem conhecida pelas pessoas", disse, lembrando que descobriu a ozonioterapia há três anos, depois de assistir a um vídeo do médico brasileiro Lair Ribeiro. 

 

Ele comprou a máquina de ozônio nos EUA e passou a usá-la em casa. "Desde então não parei mais de fazer o tratamento em mim e no meu cachorro Toby.

 

Existem diferentes maneiras de terapia com ozônio, mas a que eu uso é através do reto. Isso pode parecer alarmante, mas é realmente bom e a pessoa aprende rapidinho como aplicar", disse.

 

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Aplicação seria para pessoas que testaram positivo para a COVID-19


 


O uso da ozonioterapia para o tratamento das pessoas que testaram positivo para a COVID-19 ganhou repercussão nacional depois que o prefeito de Itajaí (SC), Volnei Marastone (MDB), anunciou que seu município está participando de um estudo que prevê a aplicação de ozônio via retal (pelo ânus) nesses pacientes.


 


O assunto, que viralizou nas redes sociais, é parte de uma pesquisa da Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ), cuja sede virtual está em Governador Valadares, onde reside e atua o seu presidente, o médico cardiologista e sanitarista Arnoldo de Souza.


 


A pesquisa da ABOZ, segundo o seu presidente, foi aprovada em 20 de junho deste ano pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), sob o título “Estudo multicêntrico da prática integrativa e complementar de ozonioterapia em pacientes ambulatoriais com COVID-19”.


 


Isso garantiu à ABOZ a realização do primeiro trabalho brasileiro sobre a ozonioterapia para a COVID-19 em pacientes em tratamento ambulatorial ou internados, e que pode ser aplicado em hospitais, inclusive os de campanha.


 


A Prefeitura de Itajaí aceitou participar do estudo, que prevê a aplicação do ozônio por via venosa ou intramuscular, e também com insuflação via retal, que tem custo menor.


 


A insuflação via retal, feita com um cateter fininho, conforme declarou o prefeito de Itajaí, virou meme nas redes sociais por causa da introdução do cateter no ânus do paciente.


 


Arnoldo de Souza diz que o tratamento jocoso que os internautas deram à insuflação retal acabou gerando preconceitos diversos em relação ao procedimento. “É um tratamento comum, utilizado também em países mais pobres, por ser mais barato, mas que traz muitos benefícios para a recuperação do paciente”, disse.


 


Ele explica que o tratamento pesquisado e proposto pela ABOZ tem grande importância já que a ozonioterapia tem se revelado de alta eficácia como terapia complementar no tratamento de doenças virais como a influenza aviária, SARS, MERS com evolução para doença grave, de disseminação rápida e pandêmica.


 


“É um tratamento utilizado em países como Alemanha, Espanha, Rússia, China, não apenas no tratamento da COVID-19, mas também de outras doenças há mais de 50 anos”, disse.


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Segundo Souza, as principais propriedades da ozonioterapia são a redução da hipóxia a nível celular e molecular; a ativação do metabolismo e sistema imunológico; a melhoria da circulação sanguínea; a estimulação do sistema de defesa antioxidante, potencial destruidor de patógenos como protozoários, bactérias, fungos, leveduras e vírus.


 


“O tratamento contempla pacientes que testaram positivo para a COVID-19, com idade maior de 18 anos, de qualquer gênero, e que estejam internados em hospitais, inclusive os de campanha". 


 


“A ozonioterapia melhora as angústias respiratórias, dados os mecanismos do ozônio e a gravidade da COVID-19. Diante da grave crise sanitária pela qual passa o mundo e, tendo conhecimento das qualidades terapêuticas da Ozonioterapia, a Aboz não poderia se abster de participar de forma propositiva e pioneira no tratamento dos pacientes acometidos pela COVID-19”, acrescenta Souza.


 


 


Quebrando tabus


 


O influenciador digital e fashionista Israel Cassol, que há anos faz tratamento para manter a sua imunidade, já indicou a ozonioterapia retal aos seus seguidores por diversas vezes, bem antes da experiência de Itajaí. Recentemente ele testou positivo para a COVID-19 e se submeteu ao tratamento com ozônio, por meio da insuflação retal.


 


Na sua rede social, Cassol explica que a ozonioterapia modula o sistema imunológico. "A terapia com ozônio ainda é um grande tabu na profissão médica e, portanto, não é bem conhecida pelas pessoas", disse, lembrando que descobriu a ozonioterapia há três anos, depois de assistir a um vídeo do médico brasileiro Lair Ribeiro. 


 


Ele comprou a máquina de ozônio nos EUA e passou a usá-la em casa. "Desde então não parei mais de fazer o tratamento em mim e no meu cachorro Toby.


 


Existem diferentes maneiras de terapia com ozônio, mas a que eu uso é através do reto. Isso pode parecer alarmante, mas é realmente bom e a pessoa aprende rapidinho como aplicar", disse.


 


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O uso da ozonioterapia para o tratamento das pessoas que testaram positivo para a COVID-19 ganhou repercussão nacional depois que o prefeito de Itajaí (SC), Volnei Marastone (MDB), anunciou que seu município está participando de um estudo que prevê a aplicação de ozônio via retal (pelo ânus) nesses pacientes.



O assunto, que viralizou nas redes sociais, é parte de uma pesquisa da Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ), cuja sede virtual está em Governador Valadares, onde reside e atua o seu presidente, o médico cardiologista e sanitarista Arnoldo de Souza.



A pesquisa da ABOZ, segundo o seu presidente, foi aprovada em 20 de junho deste ano pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP), sob o título “Estudo multicêntrico da prática integrativa e complementar de ozonioterapia em pacientes ambulatoriais com COVID-19”.



Isso garantiu à ABOZ a realização do primeiro trabalho brasileiro sobre a ozonioterapia para a COVID-19 em pacientes em tratamento ambulatorial ou internados, e que pode ser aplicado em hospitais, inclusive os de campanha.



A Prefeitura de Itajaí aceitou participar do estudo, que prevê a aplicação do ozônio por via venosa ou intramuscular, e também com insuflação via retal, que tem custo menor.



A insuflação via retal, feita com um cateter fininho, conforme declarou o prefeito de Itajaí, virou meme nas redes sociais por causa da introdução do cateter no ânus do paciente.



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Arnoldo de Souza diz que o tratamento jocoso que os internautas deram à insuflação retal acabou gerando preconceitos diversos em relação ao procedimento. “É um tratamento comum, utilizado também em países mais pobres, por ser mais barato, mas que traz muitos benefícios para a recuperação do paciente”, disse.



Ele explica que o tratamento pesquisado e proposto pela ABOZ tem grande importância já que a ozonioterapia tem se revelado de alta eficácia como terapia complementar no tratamento de doenças virais como a influenza aviária, SARS, MERS com evolução para doença grave, de disseminação rápida e pandêmica.



“É um tratamento utilizado em países como Alemanha, Espanha, Rússia, China, não apenas no tratamento da COVID-19, mas também de outras doenças há mais de 50 anos”, disse.



Segundo Souza, as principais propriedades da ozonioterapia são a redução da hipóxia a nível celular e molecular; a ativação do metabolismo e sistema imunológico; a melhoria da circulação sanguínea; a estimulação do sistema de defesa antioxidante, potencial destruidor de patógenos como protozoários, bactérias, fungos, leveduras e vírus.



“O tratamento contempla pacientes que testaram positivo para a COVID-19, com idade maior de 18 anos, de qualquer gênero, e que estejam internados em hospitais, inclusive os de campanha". 



“A ozonioterapia melhora as angústias respiratórias, dados os mecanismos do ozônio e a gravidade da COVID-19. Diante da grave crise sanitária pela qual passa o mundo e, tendo conhecimento das qualidades terapêuticas da Ozonioterapia, a Aboz não poderia se abster de participar de forma propositiva e pioneira no tratamento dos pacientes acometidos pela COVID-19”, acrescenta Souza.



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Na sua rede social, Cassol explica que a ozonioterapia modula o sistema imunológico. "A terapia com ozônio ainda é um grande tabu na profissão médica e, portanto, não é bem conhecida pelas pessoas", disse, lembrando que descobriu a ozonioterapia há três anos, depois de assistir a um vídeo do médico brasileiro Lair Ribeiro. 



Ele comprou a máquina de ozônio nos EUA e passou a usá-la em casa. "Desde então não parei mais de fazer o tratamento em mim e no meu cachorro Toby.



Existem diferentes maneiras de terapia com ozônio, mas a que eu uso é através do reto. Isso pode parecer alarmante, mas é realmente bom e a pessoa aprende rapidinho como aplicar", disse.



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