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O que é um pirocumulonimbus, a perigosa nuvem 'artificial' de tempestade

Publicado por TV Minas em 11/09/2020 às 17h54 - Atualizado em 12/09/2020 às 14h39

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Este tipo de formação costuma ser a mais perigosa, pois, ao gerar uma nuvem de tempestade, os raios e os ventos que ela provoca podem fazer com que o fogo se espalhe.

 

Como acontece todos os anos, partes da Califórnia se transformaram recentemente em um inferno em chamas: centenas de pessoas precisaram ser deslocadas, o ar foi tomado por partículas de poluição, propriedades foram destruídas, florestas e cidades inteiras viraram cinzas.

 

Em 2020, no entanto, os incêndios e a fumaça não apenas escureceram o céu de grande parte do Estado, mas também geraram fenômenos meteorológicos incomuns: de tornados de fogo a nuvens de tempestade em decorrência da fumaça.

 

Uma delas foi gravada na semana passada e, segundo a Nasa, pode ser a maior da história dos Estados Unidos.

 

Trata-se de uma gigantesca pirocumulonimbus, uma nuvem "artificial" gerada pela fumaça que se espalhou por 15 quilômetros sobre o condado de Fresno e podia ser vista do espaço, por meio satélites da agência espacial norte-americana, mas que também foi observada por passageiros de aviões que cruzavam a área.

 

De acordo com a agência espacial americana, ela chegou a bloquear a visibilidade de seus satélites sobre partes da Califórnia no dia 6 de setembro, tornando impossível o acompanhamento da evolução dos incêndios desde o espaço.

 

 

O que são pirocumulonimbus?


Ainda segundo a Nasa, esse tipo de nuvem, também chamada de cumulonimbus flammagenitus, é produzido "artificialmente" como resultado de uma fonte natural de calor, como um incêndio florestal ou um vulcão.

 

“O ar quente que sai do fogo pode levar vapor d'água para a atmosfera e gerar nuvens. (...) Nesse caso, foi criado um cumulonimbo ou nuvem de tempestade”, aponta o texto.

 

A agência acrescenta que este tipo de formação costuma ser a mais perigosa, pois, ao gerar uma nuvem de tempestade, os raios e os ventos que ela provoca podem fazer com que o fogo se espalhe ou ainda gerar novos focos de incêndios.

 

Medições já feitas e outras que ainda estão em análise sugerem que esta pode ser a maior pirocumulonimbus já registrado no país.

 

"Os valores do índice de aerossol criado pela nuvem indicam que este é um dos maiores eventos, senão o maior, visto nos Estados Unidos", disse Colin Seftor, cientista atmosférico do Goddard Space Flight Center, no texto da Nasa.

 

 

 Nuvens pirocumulonimbus sobre a Califórnia.

Este tipo de formação costuma ser a mais perigosa, pois, ao gerar uma nuvem de tempestade, os raios e os ventos que ela provoca podem fazer com que o fogo se espalhe.


 


Como acontece todos os anos, partes da Califórnia se transformaram recentemente em um inferno em chamas: centenas de pessoas precisaram ser deslocadas, o ar foi tomado por partículas de poluição, propriedades foram destruídas, florestas e cidades inteiras viraram cinzas.


 


Em 2020, no entanto, os incêndios e a fumaça não apenas escureceram o céu de grande parte do Estado, mas também geraram fenômenos meteorológicos incomuns: de tornados de fogo a nuvens de tempestade em decorrência da fumaça.


 


Uma delas foi gravada na semana passada e, segundo a Nasa, pode ser a maior da história dos Estados Unidos.


 


Trata-se de uma gigantesca pirocumulonimbus, uma nuvem "artificial" gerada pela fumaça que se espalhou por 15 quilômetros sobre o condado de Fresno e podia ser vista do espaço, por meio satélites da agência espacial norte-americana, mas que também foi observada por passageiros de aviões que cruzavam a área.


 


De acordo com a agência espacial americana, ela chegou a bloquear a visibilidade de seus satélites sobre partes da Califórnia no dia 6 de setembro, tornando impossível o acompanhamento da evolução dos incêndios desde o espaço.


 


 


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O que são pirocumulonimbus?



Ainda segundo a Nasa, esse tipo de nuvem, também chamada de cumulonimbus flammagenitus, é produzido "artificialmente" como resultado de uma fonte natural de calor, como um incêndio florestal ou um vulcão.


 


“O ar quente que sai do fogo pode levar vapor d'água para a atmosfera e gerar nuvens. (...) Nesse caso, foi criado um cumulonimbo ou nuvem de tempestade”, aponta o texto.


 


A agência acrescenta que este tipo de formação costuma ser a mais perigosa, pois, ao gerar uma nuvem de tempestade, os raios e os ventos que ela provoca podem fazer com que o fogo se espalhe ou ainda gerar novos focos de incêndios.


 


Medições já feitas e outras que ainda estão em análise sugerem que esta pode ser a maior pirocumulonimbus já registrado no país.


 


"Os valores do índice de aerossol criado pela nuvem indicam que este é um dos maiores eventos, senão o maior, visto nos Estados Unidos", disse Colin Seftor, cientista atmosférico do Goddard Space Flight Center, no texto da Nasa.


 


 



 Nuvens pirocumulonimbus sobre a Califórnia.


Este tipo de formação costuma ser a mais perigosa, pois, ao gerar uma nuvem de tempestade, os raios e os ventos que ela provoca podem fazer com que o fogo se espalhe.



Como acontece todos os anos, partes da Califórnia se transformaram recentemente em um inferno em chamas: centenas de pessoas precisaram ser deslocadas, o ar foi tomado por partículas de poluição, propriedades foram destruídas, florestas e cidades inteiras viraram cinzas.



Em 2020, no entanto, os incêndios e a fumaça não apenas escureceram o céu de grande parte do Estado, mas também geraram fenômenos meteorológicos incomuns: de tornados de fogo a nuvens de tempestade em decorrência da fumaça.



Uma delas foi gravada na semana passada e, segundo a Nasa, pode ser a maior da história dos Estados Unidos.



Trata-se de uma gigantesca pirocumulonimbus, uma nuvem "artificial" gerada pela fumaça que se espalhou por 15 quilômetros sobre o condado de Fresno e podia ser vista do espaço, por meio satélites da agência espacial norte-americana, mas que também foi observada por passageiros de aviões que cruzavam a área.



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De acordo com a agência espacial americana, ela chegou a bloquear a visibilidade de seus satélites sobre partes da Califórnia no dia 6 de setembro, tornando impossível o acompanhamento da evolução dos incêndios desde o espaço.



O que são pirocumulonimbus?




Ainda segundo a Nasa, esse tipo de nuvem, também chamada de cumulonimbus flammagenitus, é produzido "artificialmente" como resultado de uma fonte natural de calor, como um incêndio florestal ou um vulcão.



“O ar quente que sai do fogo pode levar vapor d'água para a atmosfera e gerar nuvens. (...) Nesse caso, foi criado um cumulonimbo ou nuvem de tempestade”, aponta o texto.



PATROCINADORES

A agência acrescenta que este tipo de formação costuma ser a mais perigosa, pois, ao gerar uma nuvem de tempestade, os raios e os ventos que ela provoca podem fazer com que o fogo se espalhe ou ainda gerar novos focos de incêndios.



Medições já feitas e outras que ainda estão em análise sugerem que esta pode ser a maior pirocumulonimbus já registrado no país.



"Os valores do índice de aerossol criado pela nuvem indicam que este é um dos maiores eventos, senão o maior, visto nos Estados Unidos", disse Colin Seftor, cientista atmosférico do Goddard Space Flight Center, no texto da Nasa.





 Nuvens pirocumulonimbus sobre a Califórnia.



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