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Bem Estar

Policial atende pedido desesperado de pai e salva a vida de bebê no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 15/09/2020 às 13h58 - Atualizado às 10h59

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Pai da criança estava viajando e telefonou para o vizinho soldado solicitando que fosse até sua casa acudir o menino, que não respirava.

 

“Você poderia ir à minha casa. Só conheço você como vizinho. É que estou viajando e meu filho está passando mal. Não está respirando. Pode me ajudar?”. Foi o pedido de um pai desesperado ao soldado Augusto de Oliveira que possibilitou salvar a vida do pequeno Lorenzo, de apenas um ano e meio, em Toledo, no Sul de Minas.

 

O policial, além de reanimar a criança, que não respirava, a levou até o Pronto-Socorro da cidade, onde ela foi medicada.

 

Era manhã de domingo, e o militar conta que estava colocando a roupa para secar no varal do quintal de sua casa quando o telefone tocou. “Era o Luciano. Primeiro me perguntou se eu estava de serviço. Respondi que não. Ele pediu desculpas e disse que eu era a única pessoa que conhecia perto da casa dele e pediu para que eu fosse lá socorrer o menino.”

 

A casa de Luciano fica a um quarteirão de distância da do policial, que saiu imediatamente. “Quando cheguei à casa dele, a criança estava nos braços da avó. O menino estava roxo. Iniciei, então, os procedimentos de primeiros socorros, para tentar reanimá-lo”, diz Augusto.

 

A manobra deu certo. O próximo passo era levar a criança para o Posto de Pronto Atendimento da cidade. “Minha mulher trabalha lá. Estava de plantão. O posto fica a um quilômetro e meio de onde eu estava", conta Augusto, que seguia a pé, com o bebê no colo, quando fez sinal para que um veículo que passava parasse.

 

O motorista atendeu, mas, logo depois que os dois entraram no carro, a criança voltou a parar de respirar. Novamente, o policial fez o procedimento de soprar na boca de Lorenzo, conseguindo reanimá-lo mais uma vez: “A cor original, rosa, foi voltando. Senti um alívio”.

 

Na chegada ao posto de saúde, o médico de plantão já estava esperando, alertado pela companheira de Augusto. “Ele começou a fazer perguntas, se a criança tinha engasgado, se estava comendo alguma coisa. Eu não sabia nem mesmo o nome do menino.”

 

 

Diagnóstico

 

O médico assumiu o controle da situação. Diagnosticou ser um caso de cianose – caracterizada pela coloração azulada da pele, unhas ou boca, sendo normalmente um sintoma de doenças que podem interferir na oxigenação e circulação do sangue, como a insuficiência cardíaca congestiva (ICC) ou a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

 

Como a alteração da oxigenação do sangue pode ser considerada grave, é importante que a causa seja identificada e o tratamento adequado seja iniciado, pois assim é possível evitar complicações.

 

Tão logo a criança estava salva, Augusto ligou para Luciano, para acalmá-lo: “Eu fiquei preocupado, pois ele estava em Extrema, a apenas 20 quilômetros de Toledo, só que a estrada é perigosa, cheia de curvas. Falei com ele que a criança estava bem, e que viesse devagar. Quinze minutos depois, o Luciano chegou. Ele me abraçou, chorando muito, agradecendo”. 

 

Ao chegar ao batalhão, na manhã desta segunda-feira (14), a notícia já havia se espalhado, e Augusto foi festejado pelos colegas. “Eu não tenho filho, mas o que um colega me disse me emocionou. Ele disse que se sentia como se eu tivesse salvado o filho dele. Estou muito feliz por ter salvado a vida de uma criança, filho de um amigo”, diz, emocionado, Augusto.

Pai da criança estava viajando e telefonou para o vizinho soldado solicitando que fosse até sua casa acudir o menino, que não respirava.


 


“Você poderia ir à minha casa. Só conheço você como vizinho. É que estou viajando e meu filho está passando mal. Não está respirando. Pode me ajudar?”. Foi o pedido de um pai desesperado ao soldado Augusto de Oliveira que possibilitou salvar a vida do pequeno Lorenzo, de apenas um ano e meio, em Toledo, no Sul de Minas.


 


O policial, além de reanimar a criança, que não respirava, a levou até o Pronto-Socorro da cidade, onde ela foi medicada.


 


Era manhã de domingo, e o militar conta que estava colocando a roupa para secar no varal do quintal de sua casa quando o telefone tocou. “Era o Luciano. Primeiro me perguntou se eu estava de serviço. Respondi que não. Ele pediu desculpas e disse que eu era a única pessoa que conhecia perto da casa dele e pediu para que eu fosse lá socorrer o menino.”


 


A casa de Luciano fica a um quarteirão de distância da do policial, que saiu imediatamente. “Quando cheguei à casa dele, a criança estava nos braços da avó. O menino estava roxo. Iniciei, então, os procedimentos de primeiros socorros, para tentar reanimá-lo”, diz Augusto.


 


A manobra deu certo. O próximo passo era levar a criança para o Posto de Pronto Atendimento da cidade. “Minha mulher trabalha lá. Estava de plantão. O posto fica a um quilômetro e meio de onde eu estava", conta Augusto, que seguia a pé, com o bebê no colo, quando fez sinal para que um veículo que passava parasse.


 


O motorista atendeu, mas, logo depois que os dois entraram no carro, a criança voltou a parar de respirar. Novamente, o policial fez o procedimento de soprar na boca de Lorenzo, conseguindo reanimá-lo mais uma vez: “A cor original, rosa, foi voltando. Senti um alívio”.


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Na chegada ao posto de saúde, o médico de plantão já estava esperando, alertado pela companheira de Augusto. “Ele começou a fazer perguntas, se a criança tinha engasgado, se estava comendo alguma coisa. Eu não sabia nem mesmo o nome do menino.”


 


 


Diagnóstico


 


O médico assumiu o controle da situação. Diagnosticou ser um caso de cianose – caracterizada pela coloração azulada da pele, unhas ou boca, sendo normalmente um sintoma de doenças que podem interferir na oxigenação e circulação do sangue, como a insuficiência cardíaca congestiva (ICC) ou a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).


 


Como a alteração da oxigenação do sangue pode ser considerada grave, é importante que a causa seja identificada e o tratamento adequado seja iniciado, pois assim é possível evitar complicações.


 


Tão logo a criança estava salva, Augusto ligou para Luciano, para acalmá-lo: “Eu fiquei preocupado, pois ele estava em Extrema, a apenas 20 quilômetros de Toledo, só que a estrada é perigosa, cheia de curvas. Falei com ele que a criança estava bem, e que viesse devagar. Quinze minutos depois, o Luciano chegou. Ele me abraçou, chorando muito, agradecendo”. 


 


Ao chegar ao batalhão, na manhã desta segunda-feira (14), a notícia já havia se espalhado, e Augusto foi festejado pelos colegas. “Eu não tenho filho, mas o que um colega me disse me emocionou. Ele disse que se sentia como se eu tivesse salvado o filho dele. Estou muito feliz por ter salvado a vida de uma criança, filho de um amigo”, diz, emocionado, Augusto.


Pai da criança estava viajando e telefonou para o vizinho soldado solicitando que fosse até sua casa acudir o menino, que não respirava.



“Você poderia ir à minha casa. Só conheço você como vizinho. É que estou viajando e meu filho está passando mal. Não está respirando. Pode me ajudar?”. Foi o pedido de um pai desesperado ao soldado Augusto de Oliveira que possibilitou salvar a vida do pequeno Lorenzo, de apenas um ano e meio, em Toledo, no Sul de Minas.



O policial, além de reanimar a criança, que não respirava, a levou até o Pronto-Socorro da cidade, onde ela foi medicada.



Era manhã de domingo, e o militar conta que estava colocando a roupa para secar no varal do quintal de sua casa quando o telefone tocou. “Era o Luciano. Primeiro me perguntou se eu estava de serviço. Respondi que não. Ele pediu desculpas e disse que eu era a única pessoa que conhecia perto da casa dele e pediu para que eu fosse lá socorrer o menino.”



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A manobra deu certo. O próximo passo era levar a criança para o Posto de Pronto Atendimento da cidade. “Minha mulher trabalha lá. Estava de plantão. O posto fica a um quilômetro e meio de onde eu estava", conta Augusto, que seguia a pé, com o bebê no colo, quando fez sinal para que um veículo que passava parasse.



O motorista atendeu, mas, logo depois que os dois entraram no carro, a criança voltou a parar de respirar. Novamente, o policial fez o procedimento de soprar na boca de Lorenzo, conseguindo reanimá-lo mais uma vez: “A cor original, rosa, foi voltando. Senti um alívio”.



Na chegada ao posto de saúde, o médico de plantão já estava esperando, alertado pela companheira de Augusto. “Ele começou a fazer perguntas, se a criança tinha engasgado, se estava comendo alguma coisa. Eu não sabia nem mesmo o nome do menino.”



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O médico assumiu o controle da situação. Diagnosticou ser um caso de cianose – caracterizada pela coloração azulada da pele, unhas ou boca, sendo normalmente um sintoma de doenças que podem interferir na oxigenação e circulação do sangue, como a insuficiência cardíaca congestiva (ICC) ou a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).



Como a alteração da oxigenação do sangue pode ser considerada grave, é importante que a causa seja identificada e o tratamento adequado seja iniciado, pois assim é possível evitar complicações.



Tão logo a criança estava salva, Augusto ligou para Luciano, para acalmá-lo: “Eu fiquei preocupado, pois ele estava em Extrema, a apenas 20 quilômetros de Toledo, só que a estrada é perigosa, cheia de curvas. Falei com ele que a criança estava bem, e que viesse devagar. Quinze minutos depois, o Luciano chegou. Ele me abraçou, chorando muito, agradecendo”. 



Ao chegar ao batalhão, na manhã desta segunda-feira (14), a notícia já havia se espalhado, e Augusto foi festejado pelos colegas. “Eu não tenho filho, mas o que um colega me disse me emocionou. Ele disse que se sentia como se eu tivesse salvado o filho dele. Estou muito feliz por ter salvado a vida de uma criança, filho de um amigo”, diz, emocionado, Augusto.



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