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Bolsonaro nomeará interino Pazuello como Ministro da Saúde efetivo nesta quarta

Publicado por TV Minas em 15/09/2020 às 15h17

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Após mais de três meses como interino, general será efetivado pelo presidente.

 

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, será efetivado no cargo. O general será empossado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira, às 17h, no Palácio do Planalto.

 

Pazuello assumiu o posto em 15 de maio, após o pedido de demissão do médico oncologista Nelson Teich, sucessor do ortopedista Luiz Henrique Mandetta.

 

Ele nasceu no Rio de Janeiro e é formado na Academia Militar das Agulhas Negras, mesma instituição onde Bolsonaro estudou.

 

Em 20 de maio, Bolsonaro afirmou que Pazuello ficaria “por muito tempo” à frente da pasta. Dois dias depois, o ministro da Casa Civil, Braga Netto, afirmou que ele estava no cargo “por tempo determinado”, com o objetivo de "acertar" a logística da pasta.

 

 

Sem médico na Saúde

 

O Ministério da Saúde brasileiro não tem um médico no comando desde o dia 15 de maio, quando Teich deixou o comando da pasta, por divergências com o presidente Jair Bolsonaro. Antes dele, Mandetta havia sido demitido pelo mesmo motivo.

 

Com a saída de Teich, assumiu interinamente o então secretário-executivo Eduardo Pazuello, que entrou no ministério em 22 de abril, no lugar de João Gabbardo, que somava 39 anos de trabalho na pasta. O general tem uma sólida carreira militar, mas não acumula nenhuma experiência na área de saúde.

 

 

Carreira militar

 

No Exército, Pazuello comandou o 20° Batalhão Logístico Paraquedista e foi Diretor do Depósito Central de Munição, ambos no Rio de Janeiro. Em 2014, foi promovido a General-de-Brigada e, em 2018, a General de Divisão. Atualmente, exercia o comando da 12ª Região Militar, em Manaus.

 

Como Oficial General, foi coordenador logístico das tropas do Exército Brasileiro empregadas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

 

Em 2018, coordenou a Operação Acolhida, força-tarefa que atou em Roraima, recebendo imigrantes venezuelanos que fugiram para o Brasil na tentativa de escapar da crise humanitária e política em seu país

Após mais de três meses como interino, general será efetivado pelo presidente.


 


O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, será efetivado no cargo. O general será empossado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira, às 17h, no Palácio do Planalto.


 


Pazuello assumiu o posto em 15 de maio, após o pedido de demissão do médico oncologista Nelson Teich, sucessor do ortopedista Luiz Henrique Mandetta.


 


Ele nasceu no Rio de Janeiro e é formado na Academia Militar das Agulhas Negras, mesma instituição onde Bolsonaro estudou.


 


Em 20 de maio, Bolsonaro afirmou que Pazuello ficaria “por muito tempo” à frente da pasta. Dois dias depois, o ministro da Casa Civil, Braga Netto, afirmou que ele estava no cargo “por tempo determinado”, com o objetivo de "acertar" a logística da pasta.


 


 


Sem médico na Saúde


PATROCINADORES

 


O Ministério da Saúde brasileiro não tem um médico no comando desde o dia 15 de maio, quando Teich deixou o comando da pasta, por divergências com o presidente Jair Bolsonaro. Antes dele, Mandetta havia sido demitido pelo mesmo motivo.


 


Com a saída de Teich, assumiu interinamente o então secretário-executivo Eduardo Pazuello, que entrou no ministério em 22 de abril, no lugar de João Gabbardo, que somava 39 anos de trabalho na pasta. O general tem uma sólida carreira militar, mas não acumula nenhuma experiência na área de saúde.


 


 


Carreira militar


 


No Exército, Pazuello comandou o 20° Batalhão Logístico Paraquedista e foi Diretor do Depósito Central de Munição, ambos no Rio de Janeiro. Em 2014, foi promovido a General-de-Brigada e, em 2018, a General de Divisão. Atualmente, exercia o comando da 12ª Região Militar, em Manaus.


 


Como Oficial General, foi coordenador logístico das tropas do Exército Brasileiro empregadas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.


 


Em 2018, coordenou a Operação Acolhida, força-tarefa que atou em Roraima, recebendo imigrantes venezuelanos que fugiram para o Brasil na tentativa de escapar da crise humanitária e política em seu país


Após mais de três meses como interino, general será efetivado pelo presidente.



O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, será efetivado no cargo. O general será empossado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira, às 17h, no Palácio do Planalto.



Pazuello assumiu o posto em 15 de maio, após o pedido de demissão do médico oncologista Nelson Teich, sucessor do ortopedista Luiz Henrique Mandetta.



Ele nasceu no Rio de Janeiro e é formado na Academia Militar das Agulhas Negras, mesma instituição onde Bolsonaro estudou.



PATROCINADORES

Em 20 de maio, Bolsonaro afirmou que Pazuello ficaria “por muito tempo” à frente da pasta. Dois dias depois, o ministro da Casa Civil, Braga Netto, afirmou que ele estava no cargo “por tempo determinado”, com o objetivo de "acertar" a logística da pasta.



Sem médico na Saúde



O Ministério da Saúde brasileiro não tem um médico no comando desde o dia 15 de maio, quando Teich deixou o comando da pasta, por divergências com o presidente Jair Bolsonaro. Antes dele, Mandetta havia sido demitido pelo mesmo motivo.



Com a saída de Teich, assumiu interinamente o então secretário-executivo Eduardo Pazuello, que entrou no ministério em 22 de abril, no lugar de João Gabbardo, que somava 39 anos de trabalho na pasta. O general tem uma sólida carreira militar, mas não acumula nenhuma experiência na área de saúde.



PATROCINADORES

Carreira militar



No Exército, Pazuello comandou o 20° Batalhão Logístico Paraquedista e foi Diretor do Depósito Central de Munição, ambos no Rio de Janeiro. Em 2014, foi promovido a General-de-Brigada e, em 2018, a General de Divisão. Atualmente, exercia o comando da 12ª Região Militar, em Manaus.



Como Oficial General, foi coordenador logístico das tropas do Exército Brasileiro empregadas nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.



Em 2018, coordenou a Operação Acolhida, força-tarefa que atou em Roraima, recebendo imigrantes venezuelanos que fugiram para o Brasil na tentativa de escapar da crise humanitária e política em seu país



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