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Ciência & Tecnologia

Telha solar da Eternit é aprovada no Brasil; cada uma gera 9 W

Publicado por TV Minas em 17/09/2020 às 21h34

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A Eternit prevê que sua comercialização tenha início somente a partir do segundo trimestre de 2021.

 

Telhas de concreto que produzem energia solar são aprovadas pelo Inmetro e já podem ser vendidas no Brasil.

 

A Eternit, fabricante de materiais de construção e responsável pela tecnologia, prevê que sua comercialização tenha início somente a partir do segundo trimestre de 2021.

 

Para possibilitar a geração de energia solar, a fabricante inseriu pequenas placas fotovoltaicas na parte superior das telhas.

 

Com apenas 36,5 cm por 47,5 cm de tamanho, cada uma possui 9,16 watts de potência e uma capacidade mensal de produzir 1,15 Quilowatts hora (Kwh) por mês. 

 

A empresa afirma que, uma vez instalado, o sistema pode gerar retornos em um período de 3 a 5 anos. Para residências de pequeno porte, são necessárias cerca 150 telhas solares; para casas de alto padrão, o número quadruplica.

 

Um grupo seleto de clientes terá acesso antecipado à nova tecnologia, que será produzida em uma fábrica no interior de São Paulo, da empresa Tégula Solar, que pertence ao Grupo Eternit. 

 

 

Produção nacional 

 

A iniciativa da empresa colabora para o desenvolvimento da produção nacional de equipamentos de energia solar que, ultimamente, tem sido alvo de muitos debates.

 

Enquanto alguns defendem o crescimento do setor e a industrialização, outros afirmam que seria melhor abrir o mercado e deixar a eficiência definir as melhores empresas.

 

As discussões se intensificaram com a decisão do Governo Federal de isentar a tarifa de importação para mais de 100 tipos de equipamentos fotovoltaicos, incluindo os painéis solares — incentivo que dificulta a atuação da indústria nacional.

 

“Como eu vou competir se o equipamento importado, que já é subsidiado no país de origem, entra aqui sem pagar nada de imposto?”, questionou Adalberto Maluf, diretor da BYD, fabricante chinesa de painéis solares e carros elétricos, que opera duas fábricas no Brasil.

A Eternit prevê que sua comercialização tenha início somente a partir do segundo trimestre de 2021.


 


Telhas de concreto que produzem energia solar são aprovadas pelo Inmetro e já podem ser vendidas no Brasil.


 


A Eternit, fabricante de materiais de construção e responsável pela tecnologia, prevê que sua comercialização tenha início somente a partir do segundo trimestre de 2021.


 


Para possibilitar a geração de energia solar, a fabricante inseriu pequenas placas fotovoltaicas na parte superior das telhas.


 


Com apenas 36,5 cm por 47,5 cm de tamanho, cada uma possui 9,16 watts de potência e uma capacidade mensal de produzir 1,15 Quilowatts hora (Kwh) por mês. 


 


A empresa afirma que, uma vez instalado, o sistema pode gerar retornos em um período de 3 a 5 anos. Para residências de pequeno porte, são necessárias cerca 150 telhas solares; para casas de alto padrão, o número quadruplica.


 


PATROCINADORES

Um grupo seleto de clientes terá acesso antecipado à nova tecnologia, que será produzida em uma fábrica no interior de São Paulo, da empresa Tégula Solar, que pertence ao Grupo Eternit. 


 


 


Produção nacional 


 


A iniciativa da empresa colabora para o desenvolvimento da produção nacional de equipamentos de energia solar que, ultimamente, tem sido alvo de muitos debates.


 


Enquanto alguns defendem o crescimento do setor e a industrialização, outros afirmam que seria melhor abrir o mercado e deixar a eficiência definir as melhores empresas.


 


As discussões se intensificaram com a decisão do Governo Federal de isentar a tarifa de importação para mais de 100 tipos de equipamentos fotovoltaicos, incluindo os painéis solares — incentivo que dificulta a atuação da indústria nacional.


 


“Como eu vou competir se o equipamento importado, que já é subsidiado no país de origem, entra aqui sem pagar nada de imposto?”, questionou Adalberto Maluf, diretor da BYD, fabricante chinesa de painéis solares e carros elétricos, que opera duas fábricas no Brasil.


A Eternit prevê que sua comercialização tenha início somente a partir do segundo trimestre de 2021.



Telhas de concreto que produzem energia solar são aprovadas pelo Inmetro e já podem ser vendidas no Brasil.



A Eternit, fabricante de materiais de construção e responsável pela tecnologia, prevê que sua comercialização tenha início somente a partir do segundo trimestre de 2021.



Para possibilitar a geração de energia solar, a fabricante inseriu pequenas placas fotovoltaicas na parte superior das telhas.



PATROCINADORES

Com apenas 36,5 cm por 47,5 cm de tamanho, cada uma possui 9,16 watts de potência e uma capacidade mensal de produzir 1,15 Quilowatts hora (Kwh) por mês. 



A empresa afirma que, uma vez instalado, o sistema pode gerar retornos em um período de 3 a 5 anos. Para residências de pequeno porte, são necessárias cerca 150 telhas solares; para casas de alto padrão, o número quadruplica.



Um grupo seleto de clientes terá acesso antecipado à nova tecnologia, que será produzida em uma fábrica no interior de São Paulo, da empresa Tégula Solar, que pertence ao Grupo Eternit. 



Produção nacional 



PATROCINADORES

A iniciativa da empresa colabora para o desenvolvimento da produção nacional de equipamentos de energia solar que, ultimamente, tem sido alvo de muitos debates.



Enquanto alguns defendem o crescimento do setor e a industrialização, outros afirmam que seria melhor abrir o mercado e deixar a eficiência definir as melhores empresas.



As discussões se intensificaram com a decisão do Governo Federal de isentar a tarifa de importação para mais de 100 tipos de equipamentos fotovoltaicos, incluindo os painéis solares — incentivo que dificulta a atuação da indústria nacional.



“Como eu vou competir se o equipamento importado, que já é subsidiado no país de origem, entra aqui sem pagar nada de imposto?”, questionou Adalberto Maluf, diretor da BYD, fabricante chinesa de painéis solares e carros elétricos, que opera duas fábricas no Brasil.



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