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Governo tem novo salário mínimo previsto para 2021; Saiba qual o valor

Publicado por TV Minas em 21/09/2020 às 21h38

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Adequação do valor tem como base a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

 

Na última semana, o governo federal anunciou a revisão na estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), responsável por definir o salário mínimo em 2021.

 

Anteriormente, com base no INPC a 2,09%, o atual piso de R$ 1.045 passaria para R$ 1.067, a serem pagos a partir de janeiro de 2021. Contudo, após o aumento para 2,35%, a projeção salarial para o ano que vem subiu para R$ 1.069,55.

 

 

Reajuste pela inflação


A Constituição Federal determina que a equipe econômica do governo faça um reajuste periódico para preservar o poder aquisitivo do povo brasileiro. Dessa maneira, o governo faz a adequação do valor tendo como base a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

 

 

Sem ganhos reais


O salário mínimo deve continuar sem sofrer reajustes. A última correção com ganho aconteceu em 2018, porém a equipe econômica do governo não planeja criar uma medida para o ajuste do piso nacional.

 

A justificativa para não realizar um reajuste com ganhos reais é o impacto que o aumento do salário teria nas contas públicas.

 

Como o pagamento dos benefícios do governo, como a aposentadoria, é corrigido de acordo com o salário mínimo, qualquer aumento no piso nacional afetaria ainda mais a economia do país.

 

De acordo com o governo, a cada R$ 1 aumentado no salário mínimo é criada uma despesa de aproximadamente R$ 355 milhões.

 

 

Última correção aconteceu há dois anos


Como dito anteriormente, a última correção com ganhos reais aconteceu há dois anos. Até 2018, a regra era que o salário aumentaria de acordo com a inflação do ano anterior, e da variação da economia dos dois últimos dois anos. A norma durou de 2011 até 2019.

 

Contudo, vale lembrar que em 2017 e 2018, o reajuste só teve como base a inflação, pois o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 e 2016 teve retração.

 

Atualmente, os reajustes salariais acontecem por meio de medida provisória, na qual o Governo firma o valor do salário mínimo, sem que haja um reajuste real. A previsão é que isso também ocorra nos próximos anos.

Adequação do valor tem como base a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).


 


Na última semana, o governo federal anunciou a revisão na estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), responsável por definir o salário mínimo em 2021.


 


Anteriormente, com base no INPC a 2,09%, o atual piso de R$ 1.045 passaria para R$ 1.067, a serem pagos a partir de janeiro de 2021. Contudo, após o aumento para 2,35%, a projeção salarial para o ano que vem subiu para R$ 1.069,55.


 


 


Reajuste pela inflação



A Constituição Federal determina que a equipe econômica do governo faça um reajuste periódico para preservar o poder aquisitivo do povo brasileiro. Dessa maneira, o governo faz a adequação do valor tendo como base a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).


 


 


Sem ganhos reais



O salário mínimo deve continuar sem sofrer reajustes. A última correção com ganho aconteceu em 2018, porém a equipe econômica do governo não planeja criar uma medida para o ajuste do piso nacional.


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A justificativa para não realizar um reajuste com ganhos reais é o impacto que o aumento do salário teria nas contas públicas.


 


Como o pagamento dos benefícios do governo, como a aposentadoria, é corrigido de acordo com o salário mínimo, qualquer aumento no piso nacional afetaria ainda mais a economia do país.


 


De acordo com o governo, a cada R$ 1 aumentado no salário mínimo é criada uma despesa de aproximadamente R$ 355 milhões.


 


 


Última correção aconteceu há dois anos



Como dito anteriormente, a última correção com ganhos reais aconteceu há dois anos. Até 2018, a regra era que o salário aumentaria de acordo com a inflação do ano anterior, e da variação da economia dos dois últimos dois anos. A norma durou de 2011 até 2019.


 


Contudo, vale lembrar que em 2017 e 2018, o reajuste só teve como base a inflação, pois o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 e 2016 teve retração.


 


Atualmente, os reajustes salariais acontecem por meio de medida provisória, na qual o Governo firma o valor do salário mínimo, sem que haja um reajuste real. A previsão é que isso também ocorra nos próximos anos.


Adequação do valor tem como base a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).



Na última semana, o governo federal anunciou a revisão na estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), responsável por definir o salário mínimo em 2021.



Anteriormente, com base no INPC a 2,09%, o atual piso de R$ 1.045 passaria para R$ 1.067, a serem pagos a partir de janeiro de 2021. Contudo, após o aumento para 2,35%, a projeção salarial para o ano que vem subiu para R$ 1.069,55.



Reajuste pela inflação




A Constituição Federal determina que a equipe econômica do governo faça um reajuste periódico para preservar o poder aquisitivo do povo brasileiro. Dessa maneira, o governo faz a adequação do valor tendo como base a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).



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Sem ganhos reais




O salário mínimo deve continuar sem sofrer reajustes. A última correção com ganho aconteceu em 2018, porém a equipe econômica do governo não planeja criar uma medida para o ajuste do piso nacional.



A justificativa para não realizar um reajuste com ganhos reais é o impacto que o aumento do salário teria nas contas públicas.



Como o pagamento dos benefícios do governo, como a aposentadoria, é corrigido de acordo com o salário mínimo, qualquer aumento no piso nacional afetaria ainda mais a economia do país.



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De acordo com o governo, a cada R$ 1 aumentado no salário mínimo é criada uma despesa de aproximadamente R$ 355 milhões.



Última correção aconteceu há dois anos




Como dito anteriormente, a última correção com ganhos reais aconteceu há dois anos. Até 2018, a regra era que o salário aumentaria de acordo com a inflação do ano anterior, e da variação da economia dos dois últimos dois anos. A norma durou de 2011 até 2019.



Contudo, vale lembrar que em 2017 e 2018, o reajuste só teve como base a inflação, pois o Produto Interno Bruto (PIB) de 2015 e 2016 teve retração.



Atualmente, os reajustes salariais acontecem por meio de medida provisória, na qual o Governo firma o valor do salário mínimo, sem que haja um reajuste real. A previsão é que isso também ocorra nos próximos anos.



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