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Lindinhas: Governo pede remoção do filme da Netflix no Brasil

Publicado por TV Minas em 22/09/2020 às 21h05

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O filme apresenta pornografia infantil e múltiplas cenas com foco nas partes íntimas das meninas enquanto reproduzem movimentos eróticos durante dança.

 

O filme da Netflix Lindinhas se tornou alvo de um pedido de suspensão pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH). Acusado de sexualizar meninas de 11 anos de idade, o longa vem sofrendo diversas críticas e boicotes pela maneira com mostra as crianças.

 

O pedido foi encaminhado à Coordenação da Comissão Permanente da Infância e Juventude e assinado pela Secretaria Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA). No texto, o secretário Maurício Cunha justificou que o filme sexualiza as crianças de maneira pornográfica.

 

O filme apresenta pornografia infantil e múltiplas cenas com foco nas partes íntimas das meninas enquanto reproduzem movimentos eróticos durante a dança, se contorcem e simulam práticas sexuais”, disse Cunha.

 

"A SNDCA vê com extrema preocupação a perpetuação do conteúdo que afronta e fragiliza a normativa nacional de proteção à infância e adolescência", ele afirmou.

 

Damares Alves, ministra do MDH, vem se manifestando sobre o filme há algum tempo, ela afirmou que pretende atuar na defesa das crianças e impedir que o conteúdo de cunho sexual envolvendo menores seja apresentado desta maneira.

 

“Crianças e adolescentes são o bem mais precioso da nação e o mais vulnerável”, disse a ministra. “É interesse que todos nós botarmos freio em conteúdos que coloquem as crianças em risco ou as exponham à erotização precoce”, afirmou Damares Alves.

 

Após as polêmicas, a diretora Maïmouna Doucouré saiu em defesa do seu trabalho. A cineasta afirmou que seu propósito era fazer uma crítica à sexualização de crianças. A Netflix também precisou se posicionar recentemente em defesa do filme.

 

“Eu conversei com centenas de pré-adolescentes para entender a maneira que elas se relacionavam com sua feminilidade hoje em dia”, afirmou Doucouré. “Essas garotas veem que, quanto mais a mulher é sexualizada nas redes sociais, mais bem-sucedida ela é. E sim, isso é perigoso”.

 

Apesar disso, em agosto a Netflix precisou vir a público para se desculpar por conta de um cartaz polêmico do filme.

 

 

Acusado de sexualizar meninas de 11 anos de idade, o longa vem sofrendo diversas críticas e boicotes pela maneira com mostra as crianças.

O filme apresenta pornografia infantil e múltiplas cenas com foco nas partes íntimas das meninas enquanto reproduzem movimentos eróticos durante dança.


 


O filme da Netflix Lindinhas se tornou alvo de um pedido de suspensão pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH). Acusado de sexualizar meninas de 11 anos de idade, o longa vem sofrendo diversas críticas e boicotes pela maneira com mostra as crianças.


 


O pedido foi encaminhado à Coordenação da Comissão Permanente da Infância e Juventude e assinado pela Secretaria Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA). No texto, o secretário Maurício Cunha justificou que o filme sexualiza as crianças de maneira pornográfica.


 


O filme apresenta pornografia infantil e múltiplas cenas com foco nas partes íntimas das meninas enquanto reproduzem movimentos eróticos durante a dança, se contorcem e simulam práticas sexuais”, disse Cunha.


 


"A SNDCA vê com extrema preocupação a perpetuação do conteúdo que afronta e fragiliza a normativa nacional de proteção à infância e adolescência", ele afirmou.


 


Damares Alves, ministra do MDH, vem se manifestando sobre o filme há algum tempo, ela afirmou que pretende atuar na defesa das crianças e impedir que o conteúdo de cunho sexual envolvendo menores seja apresentado desta maneira.


PATROCINADORES

 


“Crianças e adolescentes são o bem mais precioso da nação e o mais vulnerável”, disse a ministra. “É interesse que todos nós botarmos freio em conteúdos que coloquem as crianças em risco ou as exponham à erotização precoce”, afirmou Damares Alves.


 


Após as polêmicas, a diretora Maïmouna Doucouré saiu em defesa do seu trabalho. A cineasta afirmou que seu propósito era fazer uma crítica à sexualização de crianças. A Netflix também precisou se posicionar recentemente em defesa do filme.


 


“Eu conversei com centenas de pré-adolescentes para entender a maneira que elas se relacionavam com sua feminilidade hoje em dia”, afirmou Doucouré. “Essas garotas veem que, quanto mais a mulher é sexualizada nas redes sociais, mais bem-sucedida ela é. E sim, isso é perigoso”.


 


Apesar disso, em agosto a Netflix precisou vir a público para se desculpar por conta de um cartaz polêmico do filme.


 


 



Acusado de sexualizar meninas de 11 anos de idade, o longa vem sofrendo diversas críticas e boicotes pela maneira com mostra as crianças.


O filme apresenta pornografia infantil e múltiplas cenas com foco nas partes íntimas das meninas enquanto reproduzem movimentos eróticos durante dança.



O filme da Netflix Lindinhas se tornou alvo de um pedido de suspensão pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH). Acusado de sexualizar meninas de 11 anos de idade, o longa vem sofrendo diversas críticas e boicotes pela maneira com mostra as crianças.



O pedido foi encaminhado à Coordenação da Comissão Permanente da Infância e Juventude e assinado pela Secretaria Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA). No texto, o secretário Maurício Cunha justificou que o filme sexualiza as crianças de maneira pornográfica.



O filme apresenta pornografia infantil e múltiplas cenas com foco nas partes íntimas das meninas enquanto reproduzem movimentos eróticos durante a dança, se contorcem e simulam práticas sexuais”, disse Cunha.



PATROCINADORES

"A SNDCA vê com extrema preocupação a perpetuação do conteúdo que afronta e fragiliza a normativa nacional de proteção à infância e adolescência", ele afirmou.



Damares Alves, ministra do MDH, vem se manifestando sobre o filme há algum tempo, ela afirmou que pretende atuar na defesa das crianças e impedir que o conteúdo de cunho sexual envolvendo menores seja apresentado desta maneira.



“Crianças e adolescentes são o bem mais precioso da nação e o mais vulnerável”, disse a ministra. “É interesse que todos nós botarmos freio em conteúdos que coloquem as crianças em risco ou as exponham à erotização precoce”, afirmou Damares Alves.



PATROCINADORES

Após as polêmicas, a diretora Maïmouna Doucouré saiu em defesa do seu trabalho. A cineasta afirmou que seu propósito era fazer uma crítica à sexualização de crianças. A Netflix também precisou se posicionar recentemente em defesa do filme.



“Eu conversei com centenas de pré-adolescentes para entender a maneira que elas se relacionavam com sua feminilidade hoje em dia”, afirmou Doucouré. “Essas garotas veem que, quanto mais a mulher é sexualizada nas redes sociais, mais bem-sucedida ela é. E sim, isso é perigoso”.



Apesar disso, em agosto a Netflix precisou vir a público para se desculpar por conta de um cartaz polêmico do filme.





Acusado de sexualizar meninas de 11 anos de idade, o longa vem sofrendo diversas críticas e boicotes pela maneira com mostra as crianças.



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