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Governo celebra cota adicional para vender 80 mil toneladas de açúcar aos EUA

Publicado por TV Minas em 23/09/2020 às 01h31

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Em uma demonstração clara do que o governo classifica como uma boa relação do Brasil com os Estados Unidos (EUA), o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez questão de anunciar na segunda-feira, 21, pelas redes sociais, que o país vai poder exportar 80 mil toneladas de açúcar ao território norte-americano.

 

Segundo o presidente, a cota brasileira que era de 230 mil toneladas vai passar para 310 mil toneladas. E, por lei, vai beneficiar apenas os usineiros do Nordeste. No entanto, o aumento das importações do açúcar pelos norte-americanos é, na verdade, uma contrapartida à decisão do governo brasileiro, que havia garantido condições especiais para a entrada do etanol vindo dos Estados Unidos. O Brasil aumentou cota do etanol norte-americano de 600 milhões para 750 milhões de litros sem a taxação extra de 20%.

 

A notícia foi dada ao presidente pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que esteve em Roraima com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, na semana passada, o que gerou críticas por parte do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, de ex-ministros da pasta e de membros da Comissão de Relações Exteriores do Senado, que classificaram o ocorrido como um desrespeito à soberania brasileira.

 

Após o ocorrido, o ministro foi convidado pelo Senado Federal para prestar esclarecimentos sobre a visita feita à Operação Acolhida, que recebe refugiados venezuelanos.

Em uma demonstração clara do que o governo classifica como uma boa relação do Brasil com os Estados Unidos (EUA), o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez questão de anunciar na segunda-feira, 21, pelas redes sociais, que o país vai poder exportar 80 mil toneladas de açúcar ao território norte-americano.


 


Segundo o presidente, a cota brasileira que era de 230 mil toneladas vai passar para 310 mil toneladas. E, por lei, vai beneficiar apenas os usineiros do Nordeste. No entanto, o aumento das importações do açúcar pelos norte-americanos é, na verdade, uma contrapartida à decisão do governo brasileiro, que havia garantido condições especiais para a entrada do etanol vindo dos Estados Unidos. O Brasil aumentou cota do etanol norte-americano de 600 milhões para 750 milhões de litros sem a taxação extra de 20%.


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A notícia foi dada ao presidente pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que esteve em Roraima com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, na semana passada, o que gerou críticas por parte do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, de ex-ministros da pasta e de membros da Comissão de Relações Exteriores do Senado, que classificaram o ocorrido como um desrespeito à soberania brasileira.


 


Após o ocorrido, o ministro foi convidado pelo Senado Federal para prestar esclarecimentos sobre a visita feita à Operação Acolhida, que recebe refugiados venezuelanos.


Em uma demonstração clara do que o governo classifica como uma boa relação do Brasil com os Estados Unidos (EUA), o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez questão de anunciar na segunda-feira, 21, pelas redes sociais, que o país vai poder exportar 80 mil toneladas de açúcar ao território norte-americano.



Segundo o presidente, a cota brasileira que era de 230 mil toneladas vai passar para 310 mil toneladas. E, por lei, vai beneficiar apenas os usineiros do Nordeste. No entanto, o aumento das importações do açúcar pelos norte-americanos é, na verdade, uma contrapartida à decisão do governo brasileiro, que havia garantido condições especiais para a entrada do etanol vindo dos Estados Unidos. O Brasil aumentou cota do etanol norte-americano de 600 milhões para 750 milhões de litros sem a taxação extra de 20%.



A notícia foi dada ao presidente pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que esteve em Roraima com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, na semana passada, o que gerou críticas por parte do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, de ex-ministros da pasta e de membros da Comissão de Relações Exteriores do Senado, que classificaram o ocorrido como um desrespeito à soberania brasileira.



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