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Ciência & Tecnologia

1ª morte de pessoa que voltou a contrair Covid-19 é registrada na Holanda

Publicado por TV Minas em 14/10/2020 às 14h43 - Atualizado às 17h17

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Uma holandesa de 89 anos tornou-se a primeira pessoa em todo o mundo a morrer após reinfecção pelo novo coronavírus; paciente sofria de outros problemas de saúde.

 

Nesta segunda-feira (12), pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, reportaram a primeira morte causada por uma segunda infecção do novo coronavírus no mundo. A paciente era uma mulher holandesa de 89 anos que também sofria de uma forma rara de câncer de medula óssea.

 

Segundo o comunicado, no início desse ano a idosa testou positivo para a Covid-19 e permaneceu internada por cinco dias apresentando febre, tosse severa e uma fadiga persistente. Ela recebeu alta depois que os sintomas desapareceram e que dois testes PCR vieram com resultado negativo.

 

Cerca de dois meses depois, alguns dias após a paciente começar uma nova rodada de quimioterapia, a holandesa voltou a ter febre, tosse e falta de ar e, mais uma vez, testou positivo para o novo coronavírus no exame PCR. Os testes sorológicos, por sua vez, indicavam que a paciente realmente não apresentava anticorpos e, portanto, não estava mais imune à doença. Duas semanas depois, ela faleceu.

 

O time de pesquisadores analisou amostras da primeira e da segunda infecção e chegaram à conclusão que a composição genética de cada vírus era diferente, o que confirma que a mulher estava sofrendo com uma nova infecção antes de morrer. Até então, todos os 23 casos confirmados de reinfecção pelo mundo tinham terminado com a recuperação do paciente.

 

Segundo a virologista holandesa Marion Koopmans, que trabalha na Universidade de Oxford monitorando esses casos, na maioria das vezes os doentes reinfectados apresentam sintomas mais leves do que da primeira vez. Segundo ela, a idosa provavelmente faleceu por já estar com o sistema imunológico debilitado pelo câncer.

 

Os estudos sobre reinfecção do novo coronavírus são limitados devido à quantidade de trabalho envolvido. As pessoas que contraem o novo coronavírus podem continuar testando positivo por vários meses sem estarem doentes ou infecciosos. Por esse motivo, os pesquisadores precisam de amostras das duas infecções para confirmar se a formação genética de cada vírus é diferente.

 

“A pergunta importante continua a ser se isso é típico da Covid-19”, disse a virologista Koppmans. Para ela, as pessoas que já contraíram a doença dificilmente estarão imunes a vida inteira, visto que “nunca se viu isso com nenhum vírus respiratório”.

Uma holandesa de 89 anos tornou-se a primeira pessoa em todo o mundo a morrer após reinfecção pelo novo coronavírus; paciente sofria de outros problemas de saúde.


 


Nesta segunda-feira (12), pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, reportaram a primeira morte causada por uma segunda infecção do novo coronavírus no mundo. A paciente era uma mulher holandesa de 89 anos que também sofria de uma forma rara de câncer de medula óssea.


 


Segundo o comunicado, no início desse ano a idosa testou positivo para a Covid-19 e permaneceu internada por cinco dias apresentando febre, tosse severa e uma fadiga persistente. Ela recebeu alta depois que os sintomas desapareceram e que dois testes PCR vieram com resultado negativo.


 


Cerca de dois meses depois, alguns dias após a paciente começar uma nova rodada de quimioterapia, a holandesa voltou a ter febre, tosse e falta de ar e, mais uma vez, testou positivo para o novo coronavírus no exame PCR. Os testes sorológicos, por sua vez, indicavam que a paciente realmente não apresentava anticorpos e, portanto, não estava mais imune à doença. Duas semanas depois, ela faleceu.


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O time de pesquisadores analisou amostras da primeira e da segunda infecção e chegaram à conclusão que a composição genética de cada vírus era diferente, o que confirma que a mulher estava sofrendo com uma nova infecção antes de morrer. Até então, todos os 23 casos confirmados de reinfecção pelo mundo tinham terminado com a recuperação do paciente.


 


Segundo a virologista holandesa Marion Koopmans, que trabalha na Universidade de Oxford monitorando esses casos, na maioria das vezes os doentes reinfectados apresentam sintomas mais leves do que da primeira vez. Segundo ela, a idosa provavelmente faleceu por já estar com o sistema imunológico debilitado pelo câncer.


 


Os estudos sobre reinfecção do novo coronavírus são limitados devido à quantidade de trabalho envolvido. As pessoas que contraem o novo coronavírus podem continuar testando positivo por vários meses sem estarem doentes ou infecciosos. Por esse motivo, os pesquisadores precisam de amostras das duas infecções para confirmar se a formação genética de cada vírus é diferente.


 


“A pergunta importante continua a ser se isso é típico da Covid-19”, disse a virologista Koppmans. Para ela, as pessoas que já contraíram a doença dificilmente estarão imunes a vida inteira, visto que “nunca se viu isso com nenhum vírus respiratório”.


Uma holandesa de 89 anos tornou-se a primeira pessoa em todo o mundo a morrer após reinfecção pelo novo coronavírus; paciente sofria de outros problemas de saúde.



Nesta segunda-feira (12), pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, reportaram a primeira morte causada por uma segunda infecção do novo coronavírus no mundo. A paciente era uma mulher holandesa de 89 anos que também sofria de uma forma rara de câncer de medula óssea.



Segundo o comunicado, no início desse ano a idosa testou positivo para a Covid-19 e permaneceu internada por cinco dias apresentando febre, tosse severa e uma fadiga persistente. Ela recebeu alta depois que os sintomas desapareceram e que dois testes PCR vieram com resultado negativo.



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Cerca de dois meses depois, alguns dias após a paciente começar uma nova rodada de quimioterapia, a holandesa voltou a ter febre, tosse e falta de ar e, mais uma vez, testou positivo para o novo coronavírus no exame PCR. Os testes sorológicos, por sua vez, indicavam que a paciente realmente não apresentava anticorpos e, portanto, não estava mais imune à doença. Duas semanas depois, ela faleceu.



O time de pesquisadores analisou amostras da primeira e da segunda infecção e chegaram à conclusão que a composição genética de cada vírus era diferente, o que confirma que a mulher estava sofrendo com uma nova infecção antes de morrer. Até então, todos os 23 casos confirmados de reinfecção pelo mundo tinham terminado com a recuperação do paciente.



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Segundo a virologista holandesa Marion Koopmans, que trabalha na Universidade de Oxford monitorando esses casos, na maioria das vezes os doentes reinfectados apresentam sintomas mais leves do que da primeira vez. Segundo ela, a idosa provavelmente faleceu por já estar com o sistema imunológico debilitado pelo câncer.



Os estudos sobre reinfecção do novo coronavírus são limitados devido à quantidade de trabalho envolvido. As pessoas que contraem o novo coronavírus podem continuar testando positivo por vários meses sem estarem doentes ou infecciosos. Por esse motivo, os pesquisadores precisam de amostras das duas infecções para confirmar se a formação genética de cada vírus é diferente.



“A pergunta importante continua a ser se isso é típico da Covid-19”, disse a virologista Koppmans. Para ela, as pessoas que já contraíram a doença dificilmente estarão imunes a vida inteira, visto que “nunca se viu isso com nenhum vírus respiratório”.



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