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Xi Jinping pede a soldados chineses para ‘se prepararem para uma guerra’

Publicado por TV Minas em 15/10/2020 às 15h40 - Atualizado às 12h52

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Enquanto tensões entre EUA e China aumentam, agência de notícias estatal reporta que Xi instruiu militares a 'manterem um estado de alerta máximo'.

 

O presidente da China, Xi Jinping, visitou uma base militar em Guangdong nesta terça-feira 13 e pediu aos soldados para colocarem todas as suas “mentes e energia na preparação para a guerra”. A agência de notícias estatal Xinhua reportou que Xi instruiu os militares a “manterem um estado de alerta máximo”, exigindo “lealdade, pureza e confiança absolutas”.

 

A emissora americana CNN reporta que Xi visitou Guangdong para fazer um discurso nesta quarta-feira, 14, em comemoração ao 40º aniversário da Zona Econômica Especial (ZEE) de Shenzhen, criada em 1980 para atrair capital estrangeiro. O momento, contudo, é marcado por tensões entre China e Estados Unidos, acentuadas pela aproximação dos americanos com Taiwan e pela pandemia do coronavírus, cuja origem é traçada até a cidade chinesa de Wuhan.

 

Na segunda-feira 12, a Casa Branca informou o Congresso americano que está negociando com Taiwan a venda de sistemas de armas avançadas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Zhao Lijian, pediu a Washington que “cancelasse imediatamente qualquer plano de venda de armas para Taiwan” e cortasse todos os “laços militares Estados Unidos-Taiwan”.

 

As autoridades em Pequim insistem que a ilha democrática e autônoma é parte integrante de seu território, com o próprio Xi se recusando a descartar a força militar para controlá-la. O governo chinês aumentou exercícios militares em torno de Taiwan nos últimos meses, desde que o secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Alex Azar, visitou o território para discutir a pandemia.

 

Quase 40 aviões de guerra chineses cruzaram a linha mediana entre o continente e Taiwan em 18 e 19 de setembro. O presidente da ilha, Tsai Ing-wen, chamou os exercícios de “ameaça do uso de força”. Enquanto isso, o secretário de Defesa americano, Mark Esper, disse que Pequim era uma “influência maligna”.

 

No início de outubro, Esper anunciou seu plano “Battle Force 2045”, que prevê uma expansão e modernização da Marinha dos Estados Unidos. Anteriormente, ele havia afirmado que a China “não pode se igualar aos Estados Unidos” em termos de poder naval.

Enquanto tensões entre EUA e China aumentam, agência de notícias estatal reporta que Xi instruiu militares a 'manterem um estado de alerta máximo'.


 


O presidente da China, Xi Jinping, visitou uma base militar em Guangdong nesta terça-feira 13 e pediu aos soldados para colocarem todas as suas “mentes e energia na preparação para a guerra”. A agência de notícias estatal Xinhua reportou que Xi instruiu os militares a “manterem um estado de alerta máximo”, exigindo “lealdade, pureza e confiança absolutas”.


 


A emissora americana CNN reporta que Xi visitou Guangdong para fazer um discurso nesta quarta-feira, 14, em comemoração ao 40º aniversário da Zona Econômica Especial (ZEE) de Shenzhen, criada em 1980 para atrair capital estrangeiro. O momento, contudo, é marcado por tensões entre China e Estados Unidos, acentuadas pela aproximação dos americanos com Taiwan e pela pandemia do coronavírus, cuja origem é traçada até a cidade chinesa de Wuhan.


 


PATROCINADORES

Na segunda-feira 12, a Casa Branca informou o Congresso americano que está negociando com Taiwan a venda de sistemas de armas avançadas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Zhao Lijian, pediu a Washington que “cancelasse imediatamente qualquer plano de venda de armas para Taiwan” e cortasse todos os “laços militares Estados Unidos-Taiwan”.


 


As autoridades em Pequim insistem que a ilha democrática e autônoma é parte integrante de seu território, com o próprio Xi se recusando a descartar a força militar para controlá-la. O governo chinês aumentou exercícios militares em torno de Taiwan nos últimos meses, desde que o secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Alex Azar, visitou o território para discutir a pandemia.


 


Quase 40 aviões de guerra chineses cruzaram a linha mediana entre o continente e Taiwan em 18 e 19 de setembro. O presidente da ilha, Tsai Ing-wen, chamou os exercícios de “ameaça do uso de força”. Enquanto isso, o secretário de Defesa americano, Mark Esper, disse que Pequim era uma “influência maligna”.


 


No início de outubro, Esper anunciou seu plano “Battle Force 2045”, que prevê uma expansão e modernização da Marinha dos Estados Unidos. Anteriormente, ele havia afirmado que a China “não pode se igualar aos Estados Unidos” em termos de poder naval.


Enquanto tensões entre EUA e China aumentam, agência de notícias estatal reporta que Xi instruiu militares a 'manterem um estado de alerta máximo'.



O presidente da China, Xi Jinping, visitou uma base militar em Guangdong nesta terça-feira 13 e pediu aos soldados para colocarem todas as suas “mentes e energia na preparação para a guerra”. A agência de notícias estatal Xinhua reportou que Xi instruiu os militares a “manterem um estado de alerta máximo”, exigindo “lealdade, pureza e confiança absolutas”.



A emissora americana CNN reporta que Xi visitou Guangdong para fazer um discurso nesta quarta-feira, 14, em comemoração ao 40º aniversário da Zona Econômica Especial (ZEE) de Shenzhen, criada em 1980 para atrair capital estrangeiro. O momento, contudo, é marcado por tensões entre China e Estados Unidos, acentuadas pela aproximação dos americanos com Taiwan e pela pandemia do coronavírus, cuja origem é traçada até a cidade chinesa de Wuhan.



PATROCINADORES

Na segunda-feira 12, a Casa Branca informou o Congresso americano que está negociando com Taiwan a venda de sistemas de armas avançadas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Zhao Lijian, pediu a Washington que “cancelasse imediatamente qualquer plano de venda de armas para Taiwan” e cortasse todos os “laços militares Estados Unidos-Taiwan”.



As autoridades em Pequim insistem que a ilha democrática e autônoma é parte integrante de seu território, com o próprio Xi se recusando a descartar a força militar para controlá-la. O governo chinês aumentou exercícios militares em torno de Taiwan nos últimos meses, desde que o secretário de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Alex Azar, visitou o território para discutir a pandemia.



Quase 40 aviões de guerra chineses cruzaram a linha mediana entre o continente e Taiwan em 18 e 19 de setembro. O presidente da ilha, Tsai Ing-wen, chamou os exercícios de “ameaça do uso de força”. Enquanto isso, o secretário de Defesa americano, Mark Esper, disse que Pequim era uma “influência maligna”.



No início de outubro, Esper anunciou seu plano “Battle Force 2045”, que prevê uma expansão e modernização da Marinha dos Estados Unidos. Anteriormente, ele havia afirmado que a China “não pode se igualar aos Estados Unidos” em termos de poder naval.



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