news:

Notícias

Polícia intercepta comboio de milicianos no Rio e ação deixa 12 mortos

Publicado por TV Minas em 16/10/2020 às 15h16

foto_principal.jpg

Pelo menos 12 homens suspeitos de integrar uma milícia morreram após tiroteio em uma ação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro na região de Itaguaí, na Zona Oeste do Rio.

 

A ação policial interceptou um comboio de milicianos. O grupo era monitorado pelo serviço de inteligência da Força Tarefa, que apurava a movimentação de criminosas na região e na Baixada Fluminense.

 

O comboio foi interceptado e os criminosos reagiram atirando contra os policiais. Oito fuzis foram apreendidos, além de diversas pistolas, munições, carregadores, aparelhos de comunicação e os quatro carros que faziam parte do comboio.

 

Numa análise preliminar, a polícia identificou que os criminosos utilizavam fardamento militar, coturnos e coletes balísticos.

 

Ainda segundo a polícia, o comboio era formado por milicianos ligados a Danilo Dias Lima, o Danilo Tandera, um dos homens mais procurados do Rio de Janeiro. Ele é o encarregado de expandir os negócios da maior milícia do Rio para Seropédica e Nova Iguaçu, cidades da Baixada Fluminense.

 

Em 2019, a 1ª vara Criminal de Santa Cruz determinou o sequestro de cinco imóveis da milícia, incluindo duas mansões em nome de pessoas ligadas a Danilo Tandera. Os imóveis, em Seropédica, foram avaliados em cerca de R$ 1,1 milhão cada.

 

A estimativa da polícia é que Danilo arrecade, por mês, cerca de R$ 4 milhões com a venda de botijão gás, terraplanagem, segurança ilegal, além de exploração de sinal de TV a cabo clandestina e comercialização de cigarros contrabandeados.

 

Ao longo das investigações, a polícia identificou doze cavalos da raça Manga Larga, sete ovelhas, cinco gansos e três veículos, entre eles uma BMW, estavam em uma propriedade sendo usados pela maior milícia do Rio para lavar o dinheiro sujo obtido com extorsões feitas pelo grupo paramilitar.

 

Apontado pela polícia como homem extremamente violento, Tandera segundo as investigações, costuma estar à frente de invasões em áreas dominadas por bandos rivais e anda sempre armado com fuzil e acompanhado de seguranças.

 

 

Nova ação

 

A Polícia Civil do Rio também realiza nesta sexta-feira uma operação na Baixada Fluminense para combater as milícias. Duas pessoas foram presas.

Pelo menos 12 homens suspeitos de integrar uma milícia morreram após tiroteio em uma ação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro na região de Itaguaí, na Zona Oeste do Rio.


 


A ação policial interceptou um comboio de milicianos. O grupo era monitorado pelo serviço de inteligência da Força Tarefa, que apurava a movimentação de criminosas na região e na Baixada Fluminense.


 


O comboio foi interceptado e os criminosos reagiram atirando contra os policiais. Oito fuzis foram apreendidos, além de diversas pistolas, munições, carregadores, aparelhos de comunicação e os quatro carros que faziam parte do comboio.


 


Numa análise preliminar, a polícia identificou que os criminosos utilizavam fardamento militar, coturnos e coletes balísticos.


 


Ainda segundo a polícia, o comboio era formado por milicianos ligados a Danilo Dias Lima, o Danilo Tandera, um dos homens mais procurados do Rio de Janeiro. Ele é o encarregado de expandir os negócios da maior milícia do Rio para Seropédica e Nova Iguaçu, cidades da Baixada Fluminense.


 


Em 2019, a 1ª vara Criminal de Santa Cruz determinou o sequestro de cinco imóveis da milícia, incluindo duas mansões em nome de pessoas ligadas a Danilo Tandera. Os imóveis, em Seropédica, foram avaliados em cerca de R$ 1,1 milhão cada.


PATROCINADORES

 


A estimativa da polícia é que Danilo arrecade, por mês, cerca de R$ 4 milhões com a venda de botijão gás, terraplanagem, segurança ilegal, além de exploração de sinal de TV a cabo clandestina e comercialização de cigarros contrabandeados.


 


Ao longo das investigações, a polícia identificou doze cavalos da raça Manga Larga, sete ovelhas, cinco gansos e três veículos, entre eles uma BMW, estavam em uma propriedade sendo usados pela maior milícia do Rio para lavar o dinheiro sujo obtido com extorsões feitas pelo grupo paramilitar.


 


Apontado pela polícia como homem extremamente violento, Tandera segundo as investigações, costuma estar à frente de invasões em áreas dominadas por bandos rivais e anda sempre armado com fuzil e acompanhado de seguranças.


 


 


Nova ação


 


A Polícia Civil do Rio também realiza nesta sexta-feira uma operação na Baixada Fluminense para combater as milícias. Duas pessoas foram presas.


Pelo menos 12 homens suspeitos de integrar uma milícia morreram após tiroteio em uma ação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro na região de Itaguaí, na Zona Oeste do Rio.



A ação policial interceptou um comboio de milicianos. O grupo era monitorado pelo serviço de inteligência da Força Tarefa, que apurava a movimentação de criminosas na região e na Baixada Fluminense.



O comboio foi interceptado e os criminosos reagiram atirando contra os policiais. Oito fuzis foram apreendidos, além de diversas pistolas, munições, carregadores, aparelhos de comunicação e os quatro carros que faziam parte do comboio.



Numa análise preliminar, a polícia identificou que os criminosos utilizavam fardamento militar, coturnos e coletes balísticos.



PATROCINADORES

Ainda segundo a polícia, o comboio era formado por milicianos ligados a Danilo Dias Lima, o Danilo Tandera, um dos homens mais procurados do Rio de Janeiro. Ele é o encarregado de expandir os negócios da maior milícia do Rio para Seropédica e Nova Iguaçu, cidades da Baixada Fluminense.



Em 2019, a 1ª vara Criminal de Santa Cruz determinou o sequestro de cinco imóveis da milícia, incluindo duas mansões em nome de pessoas ligadas a Danilo Tandera. Os imóveis, em Seropédica, foram avaliados em cerca de R$ 1,1 milhão cada.



A estimativa da polícia é que Danilo arrecade, por mês, cerca de R$ 4 milhões com a venda de botijão gás, terraplanagem, segurança ilegal, além de exploração de sinal de TV a cabo clandestina e comercialização de cigarros contrabandeados.



PATROCINADORES

Ao longo das investigações, a polícia identificou doze cavalos da raça Manga Larga, sete ovelhas, cinco gansos e três veículos, entre eles uma BMW, estavam em uma propriedade sendo usados pela maior milícia do Rio para lavar o dinheiro sujo obtido com extorsões feitas pelo grupo paramilitar.



Apontado pela polícia como homem extremamente violento, Tandera segundo as investigações, costuma estar à frente de invasões em áreas dominadas por bandos rivais e anda sempre armado com fuzil e acompanhado de seguranças.



Nova ação



A Polícia Civil do Rio também realiza nesta sexta-feira uma operação na Baixada Fluminense para combater as milícias. Duas pessoas foram presas.



Veja Também