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Sul de Minas

MP denuncia 22 suspeitos de envolvimento com o PCC em Itajubá

Publicado por TV Minas em 16/10/2020 às 18h39

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Um adolescente e dois adultos teriam sido sequestrados e torturados pelos membros da facção.

 

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou 22 pessoas que estariam ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC) em Itajubá, no Sul de Minas.

 

Uma investigação feita pela Polícia Civil apontou que os envolvidos teriam cometido crimes como tortura, tráfico de drogas, comércio e porte ilegal de armas de fogo e atentados.

 

Um adolescente e dois adultos teriam sido sequestrados e torturados pelos membros da facção. O processo também indica que os envolvidos planejavam outros atentados contra grupos inimigos e também contra agentes de segurança pública.

 

O promotor responsável pela denúncia, Otávio de Almeida Cabral, pediu que a Justiça determinasse a prisão preventiva dos envolvidos e até a transferência de alguns presos.

 

Também destacou que seria necessário o regime disciplinar diferenciado para impedir ações dos denunciados e garantir a ordem pública. 

 

O Ministério Público pediu também a expedição de mandados de busca e apreensão, autorização de compartilhamento de provas e de utilização de um veículo apreendido pela Polícia Judiciária.

 

Vários dos denunciados praticaram crime de tortura, inclusive contra membros da própria organização ou contra pessoas a ela relacionadas, constrangendo as vítimas com violência e grave ameaça, causando-lhes sofrimento físico e mental para obter informação, declaração ou confissão.

 

Ainda de acordo com o promotor, os nomes ainda não serão divulgados. As informações foram encaminhadas à Justiça.

Um adolescente e dois adultos teriam sido sequestrados e torturados pelos membros da facção.


 


O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou 22 pessoas que estariam ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC) em Itajubá, no Sul de Minas.


 


Uma investigação feita pela Polícia Civil apontou que os envolvidos teriam cometido crimes como tortura, tráfico de drogas, comércio e porte ilegal de armas de fogo e atentados.


 


Um adolescente e dois adultos teriam sido sequestrados e torturados pelos membros da facção. O processo também indica que os envolvidos planejavam outros atentados contra grupos inimigos e também contra agentes de segurança pública.


 


PATROCINADORES

O promotor responsável pela denúncia, Otávio de Almeida Cabral, pediu que a Justiça determinasse a prisão preventiva dos envolvidos e até a transferência de alguns presos.


 


Também destacou que seria necessário o regime disciplinar diferenciado para impedir ações dos denunciados e garantir a ordem pública. 


 


O Ministério Público pediu também a expedição de mandados de busca e apreensão, autorização de compartilhamento de provas e de utilização de um veículo apreendido pela Polícia Judiciária.


 


Vários dos denunciados praticaram crime de tortura, inclusive contra membros da própria organização ou contra pessoas a ela relacionadas, constrangendo as vítimas com violência e grave ameaça, causando-lhes sofrimento físico e mental para obter informação, declaração ou confissão.


 


Ainda de acordo com o promotor, os nomes ainda não serão divulgados. As informações foram encaminhadas à Justiça.


Um adolescente e dois adultos teriam sido sequestrados e torturados pelos membros da facção.



O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) denunciou 22 pessoas que estariam ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC) em Itajubá, no Sul de Minas.



Uma investigação feita pela Polícia Civil apontou que os envolvidos teriam cometido crimes como tortura, tráfico de drogas, comércio e porte ilegal de armas de fogo e atentados.



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Um adolescente e dois adultos teriam sido sequestrados e torturados pelos membros da facção. O processo também indica que os envolvidos planejavam outros atentados contra grupos inimigos e também contra agentes de segurança pública.



O promotor responsável pela denúncia, Otávio de Almeida Cabral, pediu que a Justiça determinasse a prisão preventiva dos envolvidos e até a transferência de alguns presos.



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Também destacou que seria necessário o regime disciplinar diferenciado para impedir ações dos denunciados e garantir a ordem pública. 



O Ministério Público pediu também a expedição de mandados de busca e apreensão, autorização de compartilhamento de provas e de utilização de um veículo apreendido pela Polícia Judiciária.



Vários dos denunciados praticaram crime de tortura, inclusive contra membros da própria organização ou contra pessoas a ela relacionadas, constrangendo as vítimas com violência e grave ameaça, causando-lhes sofrimento físico e mental para obter informação, declaração ou confissão.



Ainda de acordo com o promotor, os nomes ainda não serão divulgados. As informações foram encaminhadas à Justiça.



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