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Bolsonaro rebate Doria e diz que não vai obrigar vacinação contra Covid-19

Publicado por TV Minas em 17/10/2020 às 01h37

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Governador de SP afirmou mais cedo que vacina contra coronavírus seria compulsória no estado.

 

Após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmar que a vacina contra o novo coronavírus será compulsória no estado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (16) que essa medida só poderia ser tomada com a anuência do governo federal o que, segundo ele, não vai ocorrer. Mais cedo, Doria afirmou durante entrevista coletiva que em São Paulo "a vacinação será obrigatória, exceto se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina".

 

Sem citar Doria ou São Paulo diretamente, Bolsonaro destacou trechos de duas leis em suas redes sociais. A lei 13.979, proposta e sancionada pelo próprio presidente neste ano, determina que poderá ser realizada a vacinação compulsória. Bolsonaro, no entanto, ressaltou o termo "poderão", na condicional.

 

A outra lei citada pelo presidente é a lei 6.259, de 1975, que trata sobre o Programa Nacional de Imunizações. Bolsonaro destacou um trecho que estabelece que o programa é de responsabilidade do Ministério da Saúde e que os governos estaduais "poderão propor medidas legislativas complementares", mas apenas com a "anuência prévia do Ministério da Saúde".

 

O presidente, então, escreveu que, apesar da autorização que a lei de 2020 prevê, o governo federal não vê necessidade de estabelecer a obrigatoriedade da vacinação e que não recomendará a adoção dessa medida pelos governos estaduais.

 

Além disso, afirmou que o Ministério da Saúde "irá oferecer a vacinação, de forma segura, sem açodamento, no momento oportuno, após comprovação científica e validada pela Anvisa, contudo, sem impor ou tornar a vacinação obrigatória".

Governador de SP afirmou mais cedo que vacina contra coronavírus seria compulsória no estado.


 


Após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmar que a vacina contra o novo coronavírus será compulsória no estado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (16) que essa medida só poderia ser tomada com a anuência do governo federal o que, segundo ele, não vai ocorrer. Mais cedo, Doria afirmou durante entrevista coletiva que em São Paulo "a vacinação será obrigatória, exceto se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina".


 


Sem citar Doria ou São Paulo diretamente, Bolsonaro destacou trechos de duas leis em suas redes sociais. A lei 13.979, proposta e sancionada pelo próprio presidente neste ano, determina que poderá ser realizada a vacinação compulsória. Bolsonaro, no entanto, ressaltou o termo "poderão", na condicional.


PATROCINADORES

 


A outra lei citada pelo presidente é a lei 6.259, de 1975, que trata sobre o Programa Nacional de Imunizações. Bolsonaro destacou um trecho que estabelece que o programa é de responsabilidade do Ministério da Saúde e que os governos estaduais "poderão propor medidas legislativas complementares", mas apenas com a "anuência prévia do Ministério da Saúde".


 


O presidente, então, escreveu que, apesar da autorização que a lei de 2020 prevê, o governo federal não vê necessidade de estabelecer a obrigatoriedade da vacinação e que não recomendará a adoção dessa medida pelos governos estaduais.


 


Além disso, afirmou que o Ministério da Saúde "irá oferecer a vacinação, de forma segura, sem açodamento, no momento oportuno, após comprovação científica e validada pela Anvisa, contudo, sem impor ou tornar a vacinação obrigatória".


Governador de SP afirmou mais cedo que vacina contra coronavírus seria compulsória no estado.



Após o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmar que a vacina contra o novo coronavírus será compulsória no estado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (16) que essa medida só poderia ser tomada com a anuência do governo federal o que, segundo ele, não vai ocorrer. Mais cedo, Doria afirmou durante entrevista coletiva que em São Paulo "a vacinação será obrigatória, exceto se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina".



Sem citar Doria ou São Paulo diretamente, Bolsonaro destacou trechos de duas leis em suas redes sociais. A lei 13.979, proposta e sancionada pelo próprio presidente neste ano, determina que poderá ser realizada a vacinação compulsória. Bolsonaro, no entanto, ressaltou o termo "poderão", na condicional.



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A outra lei citada pelo presidente é a lei 6.259, de 1975, que trata sobre o Programa Nacional de Imunizações. Bolsonaro destacou um trecho que estabelece que o programa é de responsabilidade do Ministério da Saúde e que os governos estaduais "poderão propor medidas legislativas complementares", mas apenas com a "anuência prévia do Ministério da Saúde".



O presidente, então, escreveu que, apesar da autorização que a lei de 2020 prevê, o governo federal não vê necessidade de estabelecer a obrigatoriedade da vacinação e que não recomendará a adoção dessa medida pelos governos estaduais.



Além disso, afirmou que o Ministério da Saúde "irá oferecer a vacinação, de forma segura, sem açodamento, no momento oportuno, após comprovação científica e validada pela Anvisa, contudo, sem impor ou tornar a vacinação obrigatória".



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