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Ciência & Tecnologia

Cientistas criam adesivo de mel que regenera pele de diabéticos em até 21 dias

Publicado por TV Minas em 18/10/2020 às 02h36

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Quem sofre com Pé Diabético sabe a complicação e o incômodo que é. A boa notícia é que pesquisadores mexicanos podem ter descoberto a solução para isso.

 

Integrantes do Centro de Estudos Superiores de Tepeaca em Puebla, no México, conseguiram curar uma ferida de paciente com pé diabético, aplicando um adesivo feito com cera de colmeia e mel virgem.

 

O Dr. Armando Acevedo Méndez, um dos envolvidos na pesquisa, reconhece o poder curativo do mel. Ele tem contato com abelhas desde os 5 anos de idade, pois sua família tinha uma pequena criação.

 

Dr. Armando passou para os alunos algumas experiências que vivenciou utilizando o mel em ferimentos. Então, um time organizado por ele iniciou estudos bacteriológicos utilizando mel como fator de cura. E os resultados foram maravilhosos!

 

A partir dos resultados positivos, os pesquisadores desenvolveram um adesivo, que pode ser moldado de acordo com o tamanho do ferimento. Ele é utilizado sobre a ferida e atua fortemente na cicatrização.

 

Para dar firmeza no adesivo de mel, os pesquisadores utilizaram organdi, um tecido fibroso resistente e bem maleável.

 

Com este adesivo, os pacientes não apenas melhoram as condições de cicatrização, mas também reduzem a carga bacteriana da ferida.

 

 

Testes apresentaram cura em 21 dias

 

Um grupo de 15 pacientes com pé diabético foi testado. Todos os dias era feito um curativo com o adesivo de mel. Em 14 dias, seis pessoas tiveram as feridas completamente cicatrizadas. Os outros pacientes obtiveram melhoras com 21 dias.

 

 

Tratamento é gratuito no país e tem evitado amputação

 

Dr. Armando e todo time envolvido na criação dos adesivos de mel, vêm aplicando o tratamento em pacientes com pé diabético desde 2019.

 

Eles contam que já evitaram que muitos pacientes tivessem os pés amputados devido feridas infectadas. Além disso, curaram diversos ferimentos mais leves e sem infecções.

 

Outra vantagem do tratamento é que é totalmente gratuito no país. Dessa forma, se torna acessível às pessoas mais necessitadas.

Quem sofre com Pé Diabético sabe a complicação e o incômodo que é. A boa notícia é que pesquisadores mexicanos podem ter descoberto a solução para isso.


 


Integrantes do Centro de Estudos Superiores de Tepeaca em Puebla, no México, conseguiram curar uma ferida de paciente com pé diabético, aplicando um adesivo feito com cera de colmeia e mel virgem.


 


O Dr. Armando Acevedo Méndez, um dos envolvidos na pesquisa, reconhece o poder curativo do mel. Ele tem contato com abelhas desde os 5 anos de idade, pois sua família tinha uma pequena criação.


 


Dr. Armando passou para os alunos algumas experiências que vivenciou utilizando o mel em ferimentos. Então, um time organizado por ele iniciou estudos bacteriológicos utilizando mel como fator de cura. E os resultados foram maravilhosos!


 


A partir dos resultados positivos, os pesquisadores desenvolveram um adesivo, que pode ser moldado de acordo com o tamanho do ferimento. Ele é utilizado sobre a ferida e atua fortemente na cicatrização.


 


Para dar firmeza no adesivo de mel, os pesquisadores utilizaram organdi, um tecido fibroso resistente e bem maleável.


 


Com este adesivo, os pacientes não apenas melhoram as condições de cicatrização, mas também reduzem a carga bacteriana da ferida.


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Testes apresentaram cura em 21 dias


 


Um grupo de 15 pacientes com pé diabético foi testado. Todos os dias era feito um curativo com o adesivo de mel. Em 14 dias, seis pessoas tiveram as feridas completamente cicatrizadas. Os outros pacientes obtiveram melhoras com 21 dias.


 


 


Tratamento é gratuito no país e tem evitado amputação


 


Dr. Armando e todo time envolvido na criação dos adesivos de mel, vêm aplicando o tratamento em pacientes com pé diabético desde 2019.


 


Eles contam que já evitaram que muitos pacientes tivessem os pés amputados devido feridas infectadas. Além disso, curaram diversos ferimentos mais leves e sem infecções.


 


Outra vantagem do tratamento é que é totalmente gratuito no país. Dessa forma, se torna acessível às pessoas mais necessitadas.


Quem sofre com Pé Diabético sabe a complicação e o incômodo que é. A boa notícia é que pesquisadores mexicanos podem ter descoberto a solução para isso.



Integrantes do Centro de Estudos Superiores de Tepeaca em Puebla, no México, conseguiram curar uma ferida de paciente com pé diabético, aplicando um adesivo feito com cera de colmeia e mel virgem.



O Dr. Armando Acevedo Méndez, um dos envolvidos na pesquisa, reconhece o poder curativo do mel. Ele tem contato com abelhas desde os 5 anos de idade, pois sua família tinha uma pequena criação.



Dr. Armando passou para os alunos algumas experiências que vivenciou utilizando o mel em ferimentos. Então, um time organizado por ele iniciou estudos bacteriológicos utilizando mel como fator de cura. E os resultados foram maravilhosos!



A partir dos resultados positivos, os pesquisadores desenvolveram um adesivo, que pode ser moldado de acordo com o tamanho do ferimento. Ele é utilizado sobre a ferida e atua fortemente na cicatrização.



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Para dar firmeza no adesivo de mel, os pesquisadores utilizaram organdi, um tecido fibroso resistente e bem maleável.



Com este adesivo, os pacientes não apenas melhoram as condições de cicatrização, mas também reduzem a carga bacteriana da ferida.



Testes apresentaram cura em 21 dias



Um grupo de 15 pacientes com pé diabético foi testado. Todos os dias era feito um curativo com o adesivo de mel. Em 14 dias, seis pessoas tiveram as feridas completamente cicatrizadas. Os outros pacientes obtiveram melhoras com 21 dias.



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Tratamento é gratuito no país e tem evitado amputação



Dr. Armando e todo time envolvido na criação dos adesivos de mel, vêm aplicando o tratamento em pacientes com pé diabético desde 2019.



Eles contam que já evitaram que muitos pacientes tivessem os pés amputados devido feridas infectadas. Além disso, curaram diversos ferimentos mais leves e sem infecções.



Outra vantagem do tratamento é que é totalmente gratuito no país. Dessa forma, se torna acessível às pessoas mais necessitadas.



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