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Bem Estar

Coronavírus sobrevive na pele cinco vezes mais que a gripe, diz estudo

Publicado por TV Minas em 18/10/2020 às 19h47

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Pesquisadores japoneses examinaram peles humanas em cadáveres, um dia após a morte.

 

O coronavírus permanece ativo na pele humana por nove horas, cinco vezes mais do que o vírus da gripe, de acordo com um grupo de pesquisadores japoneses, uma descoberta que demonstra a necessidade de se lavar as mãos com frequência para combater a pandemia da COVID-19.

 

Em comparação, o patógeno que causa a gripe sobrevive na pele humana por aproximadamente 1,8 hora, conforme o estudo publicado este mês na revista Clinical Infectious Diseases.

 

"A sobrevivência de nove horas do SARS-CoV-2 [o vírus que causa a covid-19] na pele humana pode aumentar o risco de transmissão por contato em comparação com o IAV [vírus da gripe A], acelerando, assim, a pandemia", relata o estudo.


A equipe de pesquisa examinou a pele obtida em necropsias, aproximadamente um dia após a morte.


Tanto o coronavírus quanto o vírus da gripe se tornam inativos em 15 segundos com a aplicação de etanol, usado em desinfetantes para as mãos.


"A sobrevida mais longa do SARS-CoV-2 na pele aumenta o risco de transmissão por contato. No entanto, a higiene das mãos pode reduzir esse risco", observou o estudo.

 

O estudo apoia as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de se lavar regularmente as mãos para limitar a transmissão do vírus. Já são quase 40 milhões de pessoas infectadas em todo mundo desde que o novo coronavírus surgiu na China, no final do ano passado.

Pesquisadores japoneses examinaram peles humanas em cadáveres, um dia após a morte.


 


O coronavírus permanece ativo na pele humana por nove horas, cinco vezes mais do que o vírus da gripe, de acordo com um grupo de pesquisadores japoneses, uma descoberta que demonstra a necessidade de se lavar as mãos com frequência para combater a pandemia da COVID-19.


 


Em comparação, o patógeno que causa a gripe sobrevive na pele humana por aproximadamente 1,8 hora, conforme o estudo publicado este mês na revista Clinical Infectious Diseases.


 


PATROCINADORES

"A sobrevivência de nove horas do SARS-CoV-2 [o vírus que causa a covid-19] na pele humana pode aumentar o risco de transmissão por contato em comparação com o IAV [vírus da gripe A], acelerando, assim, a pandemia", relata o estudo.



A equipe de pesquisa examinou a pele obtida em necropsias, aproximadamente um dia após a morte.



Tanto o coronavírus quanto o vírus da gripe se tornam inativos em 15 segundos com a aplicação de etanol, usado em desinfetantes para as mãos.



"A sobrevida mais longa do SARS-CoV-2 na pele aumenta o risco de transmissão por contato. No entanto, a higiene das mãos pode reduzir esse risco", observou o estudo.


 


O estudo apoia as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de se lavar regularmente as mãos para limitar a transmissão do vírus. Já são quase 40 milhões de pessoas infectadas em todo mundo desde que o novo coronavírus surgiu na China, no final do ano passado.


Pesquisadores japoneses examinaram peles humanas em cadáveres, um dia após a morte.



O coronavírus permanece ativo na pele humana por nove horas, cinco vezes mais do que o vírus da gripe, de acordo com um grupo de pesquisadores japoneses, uma descoberta que demonstra a necessidade de se lavar as mãos com frequência para combater a pandemia da COVID-19.



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Em comparação, o patógeno que causa a gripe sobrevive na pele humana por aproximadamente 1,8 hora, conforme o estudo publicado este mês na revista Clinical Infectious Diseases.



"A sobrevivência de nove horas do SARS-CoV-2 [o vírus que causa a covid-19] na pele humana pode aumentar o risco de transmissão por contato em comparação com o IAV [vírus da gripe A], acelerando, assim, a pandemia", relata o estudo.




A equipe de pesquisa examinou a pele obtida em necropsias, aproximadamente um dia após a morte.



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Tanto o coronavírus quanto o vírus da gripe se tornam inativos em 15 segundos com a aplicação de etanol, usado em desinfetantes para as mãos.




"A sobrevida mais longa do SARS-CoV-2 na pele aumenta o risco de transmissão por contato. No entanto, a higiene das mãos pode reduzir esse risco", observou o estudo.



O estudo apoia as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) de se lavar regularmente as mãos para limitar a transmissão do vírus. Já são quase 40 milhões de pessoas infectadas em todo mundo desde que o novo coronavírus surgiu na China, no final do ano passado.



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