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Bem Estar

Brasil registra primeiro caso de COVID-19 em gato

Publicado por TV Minas em 19/10/2020 às 20h37

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A contaminação abre um debate sobre a possibilidade de humanos infectarem seus animais de estimação.

 

É de Cuiabá o primeiro caso de gato com COVID-19 no Brasil.

 

O pet contraiu a doença a partir de seus tutores, que também estavam com a doença. O animal, do sexo feminino, foi submetido a um exame molecular de PCR, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na capital.

 

Esse é o primeiro caso confirmado de animal de estimação afetado por transmissão direta no país.

 

O animal, bem como seus donos, foram infectados em uma festa familar, junto a pelo menos outras quatro pessoas e dois animais, um gato e um cachorro, segundo o jornal O Globo, ao qual a pesquisadora que diagnosticou a doença na UFMT, Valéria Dutra, recomendou que o isolamento de pacientes contaminados inclua distância dos bichos de estimação..

 

O primeiro caso de gato com o vírus Sars-Cov-2 foi documentado em março deste ano, na Bélgica e foi considerado um caso isolado. A preocupação da comunidade científica é para que não se viabilize uma nova forma de transmissão, entre animais, como já confirmado entre felinos, em pesquisa chinesa, e dos bichos de volta para humanos - o que não foi verificado até então.

 

O risco de contaminação, em geral, é influenciado justamente pela aglomeração em eventos.

 

Uma pesquisa do MIT, junto à Universidade de Oxford chegou a conceber uma tabela de riscos de acordo com as características de cada evento.

 

A importância de prevenção em encontros públicos se torna ainda mais relevante, uma vez que a curva móvel de mortes diárias esteja diminuindo e as regras de isolamento foram flexibilizadas, o que pode levar a um relaxamento coletivo de cuidados e até a uma nova onda de infecção.

A contaminação abre um debate sobre a possibilidade de humanos infectarem seus animais de estimação.


 


É de Cuiabá o primeiro caso de gato com COVID-19 no Brasil.


 


O pet contraiu a doença a partir de seus tutores, que também estavam com a doença. O animal, do sexo feminino, foi submetido a um exame molecular de PCR, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na capital.


 


Esse é o primeiro caso confirmado de animal de estimação afetado por transmissão direta no país.


 


PATROCINADORES

O animal, bem como seus donos, foram infectados em uma festa familar, junto a pelo menos outras quatro pessoas e dois animais, um gato e um cachorro, segundo o jornal O Globo, ao qual a pesquisadora que diagnosticou a doença na UFMT, Valéria Dutra, recomendou que o isolamento de pacientes contaminados inclua distância dos bichos de estimação..


 


O primeiro caso de gato com o vírus Sars-Cov-2 foi documentado em março deste ano, na Bélgica e foi considerado um caso isolado. A preocupação da comunidade científica é para que não se viabilize uma nova forma de transmissão, entre animais, como já confirmado entre felinos, em pesquisa chinesa, e dos bichos de volta para humanos - o que não foi verificado até então.


 


O risco de contaminação, em geral, é influenciado justamente pela aglomeração em eventos.


 


Uma pesquisa do MIT, junto à Universidade de Oxford chegou a conceber uma tabela de riscos de acordo com as características de cada evento.


 


A importância de prevenção em encontros públicos se torna ainda mais relevante, uma vez que a curva móvel de mortes diárias esteja diminuindo e as regras de isolamento foram flexibilizadas, o que pode levar a um relaxamento coletivo de cuidados e até a uma nova onda de infecção.


A contaminação abre um debate sobre a possibilidade de humanos infectarem seus animais de estimação.



É de Cuiabá o primeiro caso de gato com COVID-19 no Brasil.



O pet contraiu a doença a partir de seus tutores, que também estavam com a doença. O animal, do sexo feminino, foi submetido a um exame molecular de PCR, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na capital.



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Esse é o primeiro caso confirmado de animal de estimação afetado por transmissão direta no país.



O animal, bem como seus donos, foram infectados em uma festa familar, junto a pelo menos outras quatro pessoas e dois animais, um gato e um cachorro, segundo o jornal O Globo, ao qual a pesquisadora que diagnosticou a doença na UFMT, Valéria Dutra, recomendou que o isolamento de pacientes contaminados inclua distância dos bichos de estimação..



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O primeiro caso de gato com o vírus Sars-Cov-2 foi documentado em março deste ano, na Bélgica e foi considerado um caso isolado. A preocupação da comunidade científica é para que não se viabilize uma nova forma de transmissão, entre animais, como já confirmado entre felinos, em pesquisa chinesa, e dos bichos de volta para humanos - o que não foi verificado até então.



O risco de contaminação, em geral, é influenciado justamente pela aglomeração em eventos.



Uma pesquisa do MIT, junto à Universidade de Oxford chegou a conceber uma tabela de riscos de acordo com as características de cada evento.



A importância de prevenção em encontros públicos se torna ainda mais relevante, uma vez que a curva móvel de mortes diárias esteja diminuindo e as regras de isolamento foram flexibilizadas, o que pode levar a um relaxamento coletivo de cuidados e até a uma nova onda de infecção.



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