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Internos eram abusados sexualmente em clínica de reabilitação de Minas Gerais

Publicado por TV Minas em 20/10/2020 às 02h11

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Quando policiais chegaram ao imóvel, 32 pacientes estavam trancados.

 

Pessoas trancadas, por muitas vezes sedadas, ameaçadas, agredidas e abusadas sexualmente. Esses são alguns dos maus-tratos em uma clínica de reabilitação da cidade de Prudente de Morais, na região Central do Estado, conforme divulgado pela Polícia Civil nesta segunda-feira (19). Oito pessoas, entre elas um proprietário, foram encaminhadas à delegacia. 

 

Há cerca de um mês, a instituição recebeu uma denúncia que os internos, todos homens com idades entre 18 e 80 anos, eram maltratados e mantidos em cárcere privado. Alguns estariam internados de forma compulsória, e outros, voluntariamente.

 

Policiais foram até o endereço indicado e encontraram 32 pacientes trancados. Ao todo, o local, que atendia de forma particular, tinha 45 pacientes. "Os conduzidos são antigos internos do centro de internação. Estamos investigando se eles são contratados, em que qualidade estão lá. Eles são os detentores das chaves, quem trancam e destrancam, então eles têm uma participação efetiva no cárcere privado", explicou a delegada Priscila Pereira Santos.

 

A pena pode variar de dois a cinco anos de prisão. Ainda conforme a Polícia Civil, a Secretaria de Assistência Social de Prudente de Morais ficou responsável pelos pacientes e pelo contato com as famílias.

 

Ainda conforme a polícia, dos conduzidos, seis ficaram presos e dois foram liberados. 

 

 

Pássaros

 

No espaço também foram encontrados pássaros presos em gaiolas e lixos jogados em uma lagoa nos fundos do imóvel. Com isso, o grupo também poderá responder por maus-tratos a animais e danos ambientais.

 

A reportagem de O TEMPO não localizou nenhum número de telefone da clínica, que não tinha alvará de funcionamento, para que os responsáveis pudessem passar suas versões dos fatos.

Quando policiais chegaram ao imóvel, 32 pacientes estavam trancados.


 


Pessoas trancadas, por muitas vezes sedadas, ameaçadas, agredidas e abusadas sexualmente. Esses são alguns dos maus-tratos em uma clínica de reabilitação da cidade de Prudente de Morais, na região Central do Estado, conforme divulgado pela Polícia Civil nesta segunda-feira (19). Oito pessoas, entre elas um proprietário, foram encaminhadas à delegacia. 


 


Há cerca de um mês, a instituição recebeu uma denúncia que os internos, todos homens com idades entre 18 e 80 anos, eram maltratados e mantidos em cárcere privado. Alguns estariam internados de forma compulsória, e outros, voluntariamente.


 


Policiais foram até o endereço indicado e encontraram 32 pacientes trancados. Ao todo, o local, que atendia de forma particular, tinha 45 pacientes. "Os conduzidos são antigos internos do centro de internação. Estamos investigando se eles são contratados, em que qualidade estão lá. Eles são os detentores das chaves, quem trancam e destrancam, então eles têm uma participação efetiva no cárcere privado", explicou a delegada Priscila Pereira Santos.


 


A pena pode variar de dois a cinco anos de prisão. Ainda conforme a Polícia Civil, a Secretaria de Assistência Social de Prudente de Morais ficou responsável pelos pacientes e pelo contato com as famílias.


PATROCINADORES

 


Ainda conforme a polícia, dos conduzidos, seis ficaram presos e dois foram liberados. 


 


 


Pássaros


 


No espaço também foram encontrados pássaros presos em gaiolas e lixos jogados em uma lagoa nos fundos do imóvel. Com isso, o grupo também poderá responder por maus-tratos a animais e danos ambientais.


 


A reportagem de O TEMPO não localizou nenhum número de telefone da clínica, que não tinha alvará de funcionamento, para que os responsáveis pudessem passar suas versões dos fatos.


Quando policiais chegaram ao imóvel, 32 pacientes estavam trancados.



Pessoas trancadas, por muitas vezes sedadas, ameaçadas, agredidas e abusadas sexualmente. Esses são alguns dos maus-tratos em uma clínica de reabilitação da cidade de Prudente de Morais, na região Central do Estado, conforme divulgado pela Polícia Civil nesta segunda-feira (19). Oito pessoas, entre elas um proprietário, foram encaminhadas à delegacia. 



Há cerca de um mês, a instituição recebeu uma denúncia que os internos, todos homens com idades entre 18 e 80 anos, eram maltratados e mantidos em cárcere privado. Alguns estariam internados de forma compulsória, e outros, voluntariamente.



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Policiais foram até o endereço indicado e encontraram 32 pacientes trancados. Ao todo, o local, que atendia de forma particular, tinha 45 pacientes. "Os conduzidos são antigos internos do centro de internação. Estamos investigando se eles são contratados, em que qualidade estão lá. Eles são os detentores das chaves, quem trancam e destrancam, então eles têm uma participação efetiva no cárcere privado", explicou a delegada Priscila Pereira Santos.



A pena pode variar de dois a cinco anos de prisão. Ainda conforme a Polícia Civil, a Secretaria de Assistência Social de Prudente de Morais ficou responsável pelos pacientes e pelo contato com as famílias.



Ainda conforme a polícia, dos conduzidos, seis ficaram presos e dois foram liberados. 



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Pássaros



No espaço também foram encontrados pássaros presos em gaiolas e lixos jogados em uma lagoa nos fundos do imóvel. Com isso, o grupo também poderá responder por maus-tratos a animais e danos ambientais.



A reportagem de O TEMPO não localizou nenhum número de telefone da clínica, que não tinha alvará de funcionamento, para que os responsáveis pudessem passar suas versões dos fatos.



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