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Ciência & Tecnologia

Nasa transmite pouso em asteroide testemunha da formação do Sistema Solar

Publicado por TV Minas em 20/10/2020 às 19h25 - Atualizado às 16h50

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Se tiver sucesso, a missão poderá trazer a maior amostra extraterrestre desde que astronautas da missão Apollo coletaram rochas da Lua, há 50 anos.

 

A Nasa tentará pousar nesta terça-feira (20/10) uma sonda em um asteroide, em uma missão de "engenharia complexa", segundo a agência espacial americana.

 

A missão, em que a sonda Osiris-Rex tentará coletar amostras do asteroide Bennu, será transmitida a partir de 18h no horário de Brasília no site da agência, com aterrissagem prevista para 19h12.

 

Conhecido desde 1999, o Bennu contém material do início do Sistema Solar e pode ter moléculas orgânicas portadoras de carbono, ingredientes essenciais para a vida na Terra, assim como minerais contendo ou formados por água.

 

Os pesquisadores acreditam que corpos celestes como Bennu podem ter semeado a Terra com os químicos necessários para a vida.


Por isso, a coleta de seu material tem grande importância para a comunidade científica.

 

Na missão desta terça-feira, deverá ser realizada uma manobra chamada TAG, sigla para "Touch-and-Go", em que a nave rapidamente aterrissa e decola com poucos segundos de intervalo — neste caso, o necessário para coletar através de um braço mecânico uma amostra pelo menos 60 gramas, o objetivo da missão.

 

Se tiver sucesso, a missão poderá trazer a maior amostra extraterrestre desde que astronautas da missão Apollo coletaram rochas da Lua, há 50 anos.

 

A Osiris-Rex, com tamanho comparável a uma van para 15 passageiros, está orbitando Bennu desde 2018, a 200 milhões de milhas (321 milhões de quilômetros) da Terra.

 

 

O Bennu contém material do início do Sistema Solar e pode ter também precursores moleculares da vida e dos Oceanos terrestres.

 

 

Já o Bennu tem a altura do prédio Empire State, em Nova York, e tem o potencial de atingir a Terra no século 22, por volta do ano 2135 — segundo a Nasa, com uma pequena chance de 1 em 2.700.

 

Ele possivelmente carrega materiais orgânicos, carbonatos, silicatos e água absorvida que podem ser muito úteis para investigações científicas na Terra.

 

Se, nesta terça-feira, a coleta falhar, a missão poderá fazer uma nova tentativa. De qualquer forma, espera-se que, pela distância, as amostras só cheguem à Terra a partir de 2023.

Se tiver sucesso, a missão poderá trazer a maior amostra extraterrestre desde que astronautas da missão Apollo coletaram rochas da Lua, há 50 anos.


 


A Nasa tentará pousar nesta terça-feira (20/10) uma sonda em um asteroide, em uma missão de "engenharia complexa", segundo a agência espacial americana.


 


A missão, em que a sonda Osiris-Rex tentará coletar amostras do asteroide Bennu, será transmitida a partir de 18h no horário de Brasília no site da agência, com aterrissagem prevista para 19h12.


 


Conhecido desde 1999, o Bennu contém material do início do Sistema Solar e pode ter moléculas orgânicas portadoras de carbono, ingredientes essenciais para a vida na Terra, assim como minerais contendo ou formados por água.


 


Os pesquisadores acreditam que corpos celestes como Bennu podem ter semeado a Terra com os químicos necessários para a vida.



Por isso, a coleta de seu material tem grande importância para a comunidade científica.


 


Na missão desta terça-feira, deverá ser realizada uma manobra chamada TAG, sigla para "Touch-and-Go", em que a nave rapidamente aterrissa e decola com poucos segundos de intervalo — neste caso, o necessário para coletar através de um braço mecânico uma amostra pelo menos 60 gramas, o objetivo da missão.


 


PATROCINADORES

Se tiver sucesso, a missão poderá trazer a maior amostra extraterrestre desde que astronautas da missão Apollo coletaram rochas da Lua, há 50 anos.


 


A Osiris-Rex, com tamanho comparável a uma van para 15 passageiros, está orbitando Bennu desde 2018, a 200 milhões de milhas (321 milhões de quilômetros) da Terra.


 


 



O Bennu contém material do início do Sistema Solar e pode ter também precursores moleculares da vida e dos Oceanos terrestres.


 


 


Já o Bennu tem a altura do prédio Empire State, em Nova York, e tem o potencial de atingir a Terra no século 22, por volta do ano 2135 — segundo a Nasa, com uma pequena chance de 1 em 2.700.


 


Ele possivelmente carrega materiais orgânicos, carbonatos, silicatos e água absorvida que podem ser muito úteis para investigações científicas na Terra.


 


Se, nesta terça-feira, a coleta falhar, a missão poderá fazer uma nova tentativa. De qualquer forma, espera-se que, pela distância, as amostras só cheguem à Terra a partir de 2023.


Se tiver sucesso, a missão poderá trazer a maior amostra extraterrestre desde que astronautas da missão Apollo coletaram rochas da Lua, há 50 anos.



A Nasa tentará pousar nesta terça-feira (20/10) uma sonda em um asteroide, em uma missão de "engenharia complexa", segundo a agência espacial americana.



A missão, em que a sonda Osiris-Rex tentará coletar amostras do asteroide Bennu, será transmitida a partir de 18h no horário de Brasília no site da agência, com aterrissagem prevista para 19h12.



Conhecido desde 1999, o Bennu contém material do início do Sistema Solar e pode ter moléculas orgânicas portadoras de carbono, ingredientes essenciais para a vida na Terra, assim como minerais contendo ou formados por água.



Os pesquisadores acreditam que corpos celestes como Bennu podem ter semeado a Terra com os químicos necessários para a vida.



PATROCINADORES


Por isso, a coleta de seu material tem grande importância para a comunidade científica.



Na missão desta terça-feira, deverá ser realizada uma manobra chamada TAG, sigla para "Touch-and-Go", em que a nave rapidamente aterrissa e decola com poucos segundos de intervalo — neste caso, o necessário para coletar através de um braço mecânico uma amostra pelo menos 60 gramas, o objetivo da missão.



Se tiver sucesso, a missão poderá trazer a maior amostra extraterrestre desde que astronautas da missão Apollo coletaram rochas da Lua, há 50 anos.



A Osiris-Rex, com tamanho comparável a uma van para 15 passageiros, está orbitando Bennu desde 2018, a 200 milhões de milhas (321 milhões de quilômetros) da Terra.



PATROCINADORES



O Bennu contém material do início do Sistema Solar e pode ter também precursores moleculares da vida e dos Oceanos terrestres.



Já o Bennu tem a altura do prédio Empire State, em Nova York, e tem o potencial de atingir a Terra no século 22, por volta do ano 2135 — segundo a Nasa, com uma pequena chance de 1 em 2.700.



Ele possivelmente carrega materiais orgânicos, carbonatos, silicatos e água absorvida que podem ser muito úteis para investigações científicas na Terra.



Se, nesta terça-feira, a coleta falhar, a missão poderá fazer uma nova tentativa. De qualquer forma, espera-se que, pela distância, as amostras só cheguem à Terra a partir de 2023.



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