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Esporte

Cruzeiro encerra série sem triunfos, e vence o Operário na estreia de Felipão

Publicado por TV Minas em 21/10/2020 às 02h57

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Gol foi marcado por Arthur Caíke na segunda etapa; passe foi de Airton, que entrou na segunda etapa.

 

Felipão chegou, teve um dia apenas de treinamento, fez mudanças e mesmo que o futebol tenha sido, por vezes, fraco, sonolento, mostrou organização e, principalmente, conseguiu o resultado. Na noite desta terça-feira, o Cruzeiro venceu o Operário por 1 a 0, em Ponta Grossa, no Paraná, e encerrou uma sequência de quatro jogos sem vitórias na Série B do Campeonato Brasileiro. O gol já teve a influência do técnico. Isso porque Arthur Caíke, o autor do tento, voltou a ser titular com Felipão. Para completar o pacote do gol, o responsável pela jogada foi Airton, a opção de Felipão na segunda etapa.  

 

Com o resultado, o Cruzeiro chegou aos 16 pontos, deixando a vice-lanterna da segunda divisão e chegando ao 17º lugar, ainda na zona de rebaixamento, mas a um ponto hoje do Guarani, o primeiro time fora do Z-4. Vale lembrar, no entanto, que o Bugre ainda joga na quinta-feira, contra o Vitória; enquanto o Figueirense, que trocou posições com a Raposa, entra em campo nesta quarta-feira, frente ao CRB. 

 

 

Primeiras impressões

 

O início de jogo apresentou um Cruzeiro até com mais mobilidade, com Felipão investindo no jogo pelo meio. Foi possível também ver Régis e Arthur Caíke alternando o posicionamento, e Marquinhos Gabriel, por vezes, deslocando pela beirada de campo e com pouca produtividade - algo que se seguiu no decorrer da presença do atleta em campo. Mas, pouco a pouco, o jogo passou a ficar truncado e a velocidade do jogo em queda livre, trazendo o jogo moroso, que vem sendo peculiar ao time, as velhas dificuldades no terço final. 

 

Uma das melhores jogadas do time foi aos 15 minutos, com Arhur Caíke saindo na cara do gol, mas sendo travado na hora certa pelo zagueiro Ricardo Silva. A outra jogada foi em uma tentativa de Marquinhos Gabriel, que por duas vezes tentou um cruzamento rasteiro para o meio da área, mas foi bloqueado. 

 

 

Organização, mas pouca eficiência no ataque 

 

Foi possível ver ao menos um time mais organizado, de mais comunicação, subindo as linhas em algum momento. Mas a produtividade lá na frente seguiu a mesma, com cinco finalizações e nenhuma indo ao gol. Marcelo Moreno foi a opção de Felipão, que possui uma predileção por atacantes de referência. Sem muito efeito, pois as bolas continuavam chegando de forma quebrada e sem nenhuma qualidade para a finalização do camisa 9. 

 

 

Dedo do treinador 

 

Na segunda etapa, o Cruzeiro voltou a aparecer no ataque com Arthur Caíke, em uma cabeçada, e depois para trazer o alívio à torcida. A entrada de Airton foi providencial, o dedo do técnico. A Raposa, enfim, teve um escape de velocidade e foi em uma jogada do camisa 77, aos 39 minutos, que a Raposa conseguiu ir às redes de Thiago Braga. Airton deixou os marcadores na saudade e cruzou rasteiro, na medida, para o arremate de Arthur Caíke. O gol da vitória da Raposa. 

 

 

Fábio fenomenal 

 

O Operário foi para o abafa no fim do jogo e quase conseguiu ir às redes. Aos 46 minutos, Coutinho cruzou rasteiro e Bonfim chutou para uma defesa espetacular de Fábio. O placar foi selado e em um jogo difícil, o Cruzeiro saiu com o resultado positivo. 

Gol foi marcado por Arthur Caíke na segunda etapa; passe foi de Airton, que entrou na segunda etapa.


 


Felipão chegou, teve um dia apenas de treinamento, fez mudanças e mesmo que o futebol tenha sido, por vezes, fraco, sonolento, mostrou organização e, principalmente, conseguiu o resultado. Na noite desta terça-feira, o Cruzeiro venceu o Operário por 1 a 0, em Ponta Grossa, no Paraná, e encerrou uma sequência de quatro jogos sem vitórias na Série B do Campeonato Brasileiro. O gol já teve a influência do técnico. Isso porque Arthur Caíke, o autor do tento, voltou a ser titular com Felipão. Para completar o pacote do gol, o responsável pela jogada foi Airton, a opção de Felipão na segunda etapa.  


 


Com o resultado, o Cruzeiro chegou aos 16 pontos, deixando a vice-lanterna da segunda divisão e chegando ao 17º lugar, ainda na zona de rebaixamento, mas a um ponto hoje do Guarani, o primeiro time fora do Z-4. Vale lembrar, no entanto, que o Bugre ainda joga na quinta-feira, contra o Vitória; enquanto o Figueirense, que trocou posições com a Raposa, entra em campo nesta quarta-feira, frente ao CRB. 


 


 


Primeiras impressões


 


O início de jogo apresentou um Cruzeiro até com mais mobilidade, com Felipão investindo no jogo pelo meio. Foi possível também ver Régis e Arthur Caíke alternando o posicionamento, e Marquinhos Gabriel, por vezes, deslocando pela beirada de campo e com pouca produtividade - algo que se seguiu no decorrer da presença do atleta em campo. Mas, pouco a pouco, o jogo passou a ficar truncado e a velocidade do jogo em queda livre, trazendo o jogo moroso, que vem sendo peculiar ao time, as velhas dificuldades no terço final. 


 


Uma das melhores jogadas do time foi aos 15 minutos, com Arhur Caíke saindo na cara do gol, mas sendo travado na hora certa pelo zagueiro Ricardo Silva. A outra jogada foi em uma tentativa de Marquinhos Gabriel, que por duas vezes tentou um cruzamento rasteiro para o meio da área, mas foi bloqueado. 


 


PATROCINADORES

 


Organização, mas pouca eficiência no ataque 


 


Foi possível ver ao menos um time mais organizado, de mais comunicação, subindo as linhas em algum momento. Mas a produtividade lá na frente seguiu a mesma, com cinco finalizações e nenhuma indo ao gol. Marcelo Moreno foi a opção de Felipão, que possui uma predileção por atacantes de referência. Sem muito efeito, pois as bolas continuavam chegando de forma quebrada e sem nenhuma qualidade para a finalização do camisa 9. 


 


 


Dedo do treinador 


 


Na segunda etapa, o Cruzeiro voltou a aparecer no ataque com Arthur Caíke, em uma cabeçada, e depois para trazer o alívio à torcida. A entrada de Airton foi providencial, o dedo do técnico. A Raposa, enfim, teve um escape de velocidade e foi em uma jogada do camisa 77, aos 39 minutos, que a Raposa conseguiu ir às redes de Thiago Braga. Airton deixou os marcadores na saudade e cruzou rasteiro, na medida, para o arremate de Arthur Caíke. O gol da vitória da Raposa. 


 


 


Fábio fenomenal 


 


O Operário foi para o abafa no fim do jogo e quase conseguiu ir às redes. Aos 46 minutos, Coutinho cruzou rasteiro e Bonfim chutou para uma defesa espetacular de Fábio. O placar foi selado e em um jogo difícil, o Cruzeiro saiu com o resultado positivo. 


Gol foi marcado por Arthur Caíke na segunda etapa; passe foi de Airton, que entrou na segunda etapa.



Felipão chegou, teve um dia apenas de treinamento, fez mudanças e mesmo que o futebol tenha sido, por vezes, fraco, sonolento, mostrou organização e, principalmente, conseguiu o resultado. Na noite desta terça-feira, o Cruzeiro venceu o Operário por 1 a 0, em Ponta Grossa, no Paraná, e encerrou uma sequência de quatro jogos sem vitórias na Série B do Campeonato Brasileiro. O gol já teve a influência do técnico. Isso porque Arthur Caíke, o autor do tento, voltou a ser titular com Felipão. Para completar o pacote do gol, o responsável pela jogada foi Airton, a opção de Felipão na segunda etapa.  



Com o resultado, o Cruzeiro chegou aos 16 pontos, deixando a vice-lanterna da segunda divisão e chegando ao 17º lugar, ainda na zona de rebaixamento, mas a um ponto hoje do Guarani, o primeiro time fora do Z-4. Vale lembrar, no entanto, que o Bugre ainda joga na quinta-feira, contra o Vitória; enquanto o Figueirense, que trocou posições com a Raposa, entra em campo nesta quarta-feira, frente ao CRB. 



Primeiras impressões



PATROCINADORES

O início de jogo apresentou um Cruzeiro até com mais mobilidade, com Felipão investindo no jogo pelo meio. Foi possível também ver Régis e Arthur Caíke alternando o posicionamento, e Marquinhos Gabriel, por vezes, deslocando pela beirada de campo e com pouca produtividade - algo que se seguiu no decorrer da presença do atleta em campo. Mas, pouco a pouco, o jogo passou a ficar truncado e a velocidade do jogo em queda livre, trazendo o jogo moroso, que vem sendo peculiar ao time, as velhas dificuldades no terço final. 



Uma das melhores jogadas do time foi aos 15 minutos, com Arhur Caíke saindo na cara do gol, mas sendo travado na hora certa pelo zagueiro Ricardo Silva. A outra jogada foi em uma tentativa de Marquinhos Gabriel, que por duas vezes tentou um cruzamento rasteiro para o meio da área, mas foi bloqueado. 



Organização, mas pouca eficiência no ataque 



Foi possível ver ao menos um time mais organizado, de mais comunicação, subindo as linhas em algum momento. Mas a produtividade lá na frente seguiu a mesma, com cinco finalizações e nenhuma indo ao gol. Marcelo Moreno foi a opção de Felipão, que possui uma predileção por atacantes de referência. Sem muito efeito, pois as bolas continuavam chegando de forma quebrada e sem nenhuma qualidade para a finalização do camisa 9. 



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Dedo do treinador 



Na segunda etapa, o Cruzeiro voltou a aparecer no ataque com Arthur Caíke, em uma cabeçada, e depois para trazer o alívio à torcida. A entrada de Airton foi providencial, o dedo do técnico. A Raposa, enfim, teve um escape de velocidade e foi em uma jogada do camisa 77, aos 39 minutos, que a Raposa conseguiu ir às redes de Thiago Braga. Airton deixou os marcadores na saudade e cruzou rasteiro, na medida, para o arremate de Arthur Caíke. O gol da vitória da Raposa. 



Fábio fenomenal 



O Operário foi para o abafa no fim do jogo e quase conseguiu ir às redes. Aos 46 minutos, Coutinho cruzou rasteiro e Bonfim chutou para uma defesa espetacular de Fábio. O placar foi selado e em um jogo difícil, o Cruzeiro saiu com o resultado positivo. 



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