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Com alta no preço de alimentos, prévia da inflação tem maior alta em 25 anos

Publicado por TV Minas em 23/10/2020 às 14h48

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Aumento de 0,94% no IPCA-15 é o mais elevado para período encerrado em outubro desde 1995.

 

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,94% em outubro, após ter avançado 0,45% em setembro, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior alta para meses de outubro desde 1995, quando o IPCA-15 havia saltado 1,34%.

 

O resultado de outubro superou o teto do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. As previsões iam de 0,52% a 0,93%, com mediana de alta de 0,82%.

 

Com o resultado agora anunciado, o IPCA-15 acumulou um aumento de 2,31% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 3,52%. Neste caso, as projeções iam de avanço de 3,10% a 3,54%, com mediana de 3,41%.

 

 

Alimentação

 

Os preços dos alimentos continuaram subindo em outubro, levando o IPCA-15 deste mês à maior alta para o mês desde 1995. O grupo Alimentação e Bebidas avançou 2,24%, contribuindo com 0,45 ponto porcentual (p.p.) do total, o maior impacto de alta entre os nove grupos pesquisados pelo IBGE.

 

O principal responsável pela aceleração da inflação de alimentos foram os preços dos alimentos para consumo no domicílio, que passaram de uma alta de 1,96% em setembro para 2,95% em outubro. O item de maior peso nesse movimento foram as carnes, com alta de 4,83%, contribuindo com 0,13 p.p. no índice agregado. Foi a quinta alta seguida das carnes no IPCA-15, informou o IBGE.

 

"Destacam-se também as altas do óleo de soja (22,34%), do arroz (18,48%), do tomate (14,25%) e do leite longa vida (4,26%)", diz nota divulgada pelo instituto. "Por outro lado, houve queda nos preços da cebola (-9,95%) e da batata-inglesa (-4,39%)", continua o texto.

 

Os alimentos para consumo fora do domicílio, que vêm num ritmo mais comportado nos últimos meses, também registraram alta em outubro, de 0,54%. O item refeição acelerou de 0,09% em setembro para 0,93% em outubro, informou o IBGE.

Aumento de 0,94% no IPCA-15 é o mais elevado para período encerrado em outubro desde 1995.


 


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,94% em outubro, após ter avançado 0,45% em setembro, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior alta para meses de outubro desde 1995, quando o IPCA-15 havia saltado 1,34%.


 


O resultado de outubro superou o teto do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. As previsões iam de 0,52% a 0,93%, com mediana de alta de 0,82%.


 


Com o resultado agora anunciado, o IPCA-15 acumulou um aumento de 2,31% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 3,52%. Neste caso, as projeções iam de avanço de 3,10% a 3,54%, com mediana de 3,41%.


 


 


PATROCINADORES

Alimentação


 


Os preços dos alimentos continuaram subindo em outubro, levando o IPCA-15 deste mês à maior alta para o mês desde 1995. O grupo Alimentação e Bebidas avançou 2,24%, contribuindo com 0,45 ponto porcentual (p.p.) do total, o maior impacto de alta entre os nove grupos pesquisados pelo IBGE.


 


O principal responsável pela aceleração da inflação de alimentos foram os preços dos alimentos para consumo no domicílio, que passaram de uma alta de 1,96% em setembro para 2,95% em outubro. O item de maior peso nesse movimento foram as carnes, com alta de 4,83%, contribuindo com 0,13 p.p. no índice agregado. Foi a quinta alta seguida das carnes no IPCA-15, informou o IBGE.


 


"Destacam-se também as altas do óleo de soja (22,34%), do arroz (18,48%), do tomate (14,25%) e do leite longa vida (4,26%)", diz nota divulgada pelo instituto. "Por outro lado, houve queda nos preços da cebola (-9,95%) e da batata-inglesa (-4,39%)", continua o texto.


 


Os alimentos para consumo fora do domicílio, que vêm num ritmo mais comportado nos últimos meses, também registraram alta em outubro, de 0,54%. O item refeição acelerou de 0,09% em setembro para 0,93% em outubro, informou o IBGE.


Aumento de 0,94% no IPCA-15 é o mais elevado para período encerrado em outubro desde 1995.



O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,94% em outubro, após ter avançado 0,45% em setembro, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior alta para meses de outubro desde 1995, quando o IPCA-15 havia saltado 1,34%.



O resultado de outubro superou o teto do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. As previsões iam de 0,52% a 0,93%, com mediana de alta de 0,82%.



PATROCINADORES

Com o resultado agora anunciado, o IPCA-15 acumulou um aumento de 2,31% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 3,52%. Neste caso, as projeções iam de avanço de 3,10% a 3,54%, com mediana de 3,41%.



Alimentação



Os preços dos alimentos continuaram subindo em outubro, levando o IPCA-15 deste mês à maior alta para o mês desde 1995. O grupo Alimentação e Bebidas avançou 2,24%, contribuindo com 0,45 ponto porcentual (p.p.) do total, o maior impacto de alta entre os nove grupos pesquisados pelo IBGE.



PATROCINADORES

O principal responsável pela aceleração da inflação de alimentos foram os preços dos alimentos para consumo no domicílio, que passaram de uma alta de 1,96% em setembro para 2,95% em outubro. O item de maior peso nesse movimento foram as carnes, com alta de 4,83%, contribuindo com 0,13 p.p. no índice agregado. Foi a quinta alta seguida das carnes no IPCA-15, informou o IBGE.



"Destacam-se também as altas do óleo de soja (22,34%), do arroz (18,48%), do tomate (14,25%) e do leite longa vida (4,26%)", diz nota divulgada pelo instituto. "Por outro lado, houve queda nos preços da cebola (-9,95%) e da batata-inglesa (-4,39%)", continua o texto.



Os alimentos para consumo fora do domicílio, que vêm num ritmo mais comportado nos últimos meses, também registraram alta em outubro, de 0,54%. O item refeição acelerou de 0,09% em setembro para 0,93% em outubro, informou o IBGE.



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