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Esporte

Messi e Cristiano Ronaldo perseguem marcas de Pelé, que completa 80 anos

Publicado por TV Minas em 23/10/2020 às 16h57

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Inigualável, Rei do Futebol chega a oito décadas de vida ainda aclamado como o maior de todos os tempos, mas vê o argentino e o português próximos de seu recorde de gols em jogos oficiais.

 

“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.” Em crônica do Jornal do Brasil de 28 de outubro de 1969, Carlos Drummond de Andrade já deixava registrada a singularidade da figura lendária de Edson Arantes do Nascimento, que hoje chega aos 80 anos.

 

No momento em que Drummond publicou o texto, Pelé buscava seu milésimo gol – e conseguiu com sobras. Somando os 1.380 jogos que fez, o Rei do Futebol marcou 1.284 vezes (média impressionante de 0,93). Talvez nenhum jogador alcance o feito desse mineiro de Três Corações.

 

Numa celebração a oito décadas de vida daquele que é apontado como o maior craque de todos os tempos, o Superesportes fez um levantamento para mostrar se alguém poderia ameaçar o reinado de Pelé em algum quesito.

 

Observadas apenas as bolas nas redes em jogos oficiais, há dois candidatos em potencial, que já foram apontados inclusive como sucessores do Rei do Futebol: Cristiano Ronaldo e Messi.

 

Os números de Pelé em partidas oficiais variam segundo o critério utilizado. De acordo com o site RSSSF, o Rei do Futebol tem 767 gols em 831 jogos (média de 0,92). Há registros que não contabilizam confrontos pela Seleção Paulista e pela Seleção Militar – nesse caso, são 757 gols em 820 jogos (média de 0,92).

 

A melhor temporada da carreira do craque foi a de 1958, quando veio o primeiro título do Brasil (e de Pelé) em uma Copa do Mundo. Naquele ano, ele marcou 75 gols. Aos 17 anos, foi o artilheiro da Seleção no Mundial da Suécia, com seis gols.

 

Na final, o Brasil goleou a anfitriã por 5 a 2, com dois tentos do então atacante do Santos. Nos nove primeiros anos de carreira, Pelé fez ao menos 36 gols potemporada.

 

Foi a primeira das três Copas vencidas por Pelé. Na maior competição do mundo, ele é insuperável: ninguém venceu tantas edições em campo quanto o maior jogador de todos os tempos – Messi e Cristiano Ronaldo nunca tiveram o prazer de erguer o troféu mais cobiçado do mundo. E essa é uma diferença significativa entre o brasileiro e os ídolos do momento.

 

Em 1962, Pelé fez só um gol na campanha no Chile, nos 2 a 0 sobre o México, já que se machucou no segundo jogo, contra a Tchecoslováquia. Garrincha e Vavá foram os artilheiros brasileiros, com quatro gols cada.

 

Na Copa de 1970, o mineiro balançou as redes quatro vezes, inclusive uma vez na final contra a Itália, e foi eleito o melhor jogador da competição.

 

Pelé também marcou um gol no Mundial de 1966, na Inglaterra. Em 14 jogos em Copas, o craque comemorou 12 vezes (média de 0,85 gol por jogo), e lidera com folga uma comparação com os gênios da “era moderna”. Cristiano Ronaldo tem sete gols em 17 partidas (0,41) de Mundial, e Messi, seis em 19 duelos (0,31).

 

 

Ameaças gringas

 

Quem está mais perto do recorde de gols em jogos oficiais do Rei do Futebol é Cristiano Ronaldo. O português, de 35 anos, já marcou 742 gols em 1.019 jogos (média de 0,72). Se mantiver o ritmo das últimas temporadas (pelo menos 30 gols por ano desde 2007), ultrapassará Pelé no ano que vem.

 

O maior artilheiro do futebol mundial em atividade viveu sua melhor temporada em 2013, com 69 gols pelo Real Madrid. A média de gols de CR7 pelo clube espanhol impressiona: 450 gols em 438 jogos (1,02). Na Espanha de 2009 a 2018, ele conquistou 15 títulos, sendo quatro da Liga dos Campeões da Europa.

 

Quando surgiu no Sporting, o português fez cinco gols em 31 jogos. Pelo Manchester United, 118 gols em 292 partidas. Na Juventus desde 2018, são 68 gols em 91 jogos. Por fim, na Seleção Portuguesa, também é figura central. É de longe o maior artilheiro, com 101 tentos em 167 compromissos – o segundo é Pauleta, com 47.

 

Messi, de 33, é outro que se aproxima de Pelé. Já são 707 gols em 876 jogos oficiais (0,8 gol por partida). Caso mantenha os mais de 41 gols por temporada que contabiliza desde 2009, o argentino superará o craque brasileiro em 2022.

 

No número de gols em uma só temporada, Messi já ultrapassou Pelé. Em 2012, o astro do Barcelona marcou impressionantes 91, 16 a mais que a melhor marca do ex-santista, em 1958. Outro recorde de Pelé do qual Messi se aproxima é o de maior artilheiro por um clube. Com a camisa do Barça, La Pulga marcou 636 vezes, enquanto o brasileiro fez 643 pelo Santos.

 

Quando o assunto é Seleção Argentina, nem Maradona se aproxima do craque de Rosário. Messi é o maior goleador do selecionado alviceleste, com 71 gols em 140 partidas – Maradona, por exemplo, tem apenas 34 em 91 confrontos.

 

 

Neymar também pode bater recorde

 

Há um brasileiro na parada. Neymar, de 28, está a caminho de uma marca importante de Pelé. O jogador do Paris Saint-Germain tem 64 gols em 103 jogos com a camisa da Seleção Brasileira – contra 77 de Pelé em 92 partidas.

 

Com a média de 0,62 gol por jogo, Neymar pode bater a marca de Pelé antes da Copa do Catar de 2022. Isso porque o Brasil ainda terá 16 jogos pelas Eliminatórias Sul-Americanas, partidas pela Copa América de 2021, além de amistosos preparatórios em datas Fifa.

 

Atrás de Pelé e Neymar nessa lista estão Ronaldo (62 gols em 98 jogos), Romário (55 gols em 70 jogos) e Zico (41 gols em 71 jogos).

Inigualável, Rei do Futebol chega a oito décadas de vida ainda aclamado como o maior de todos os tempos, mas vê o argentino e o português próximos de seu recorde de gols em jogos oficiais.


 


“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.” Em crônica do Jornal do Brasil de 28 de outubro de 1969, Carlos Drummond de Andrade já deixava registrada a singularidade da figura lendária de Edson Arantes do Nascimento, que hoje chega aos 80 anos.


 


No momento em que Drummond publicou o texto, Pelé buscava seu milésimo gol – e conseguiu com sobras. Somando os 1.380 jogos que fez, o Rei do Futebol marcou 1.284 vezes (média impressionante de 0,93). Talvez nenhum jogador alcance o feito desse mineiro de Três Corações.


 


Numa celebração a oito décadas de vida daquele que é apontado como o maior craque de todos os tempos, o Superesportes fez um levantamento para mostrar se alguém poderia ameaçar o reinado de Pelé em algum quesito.


 


Observadas apenas as bolas nas redes em jogos oficiais, há dois candidatos em potencial, que já foram apontados inclusive como sucessores do Rei do Futebol: Cristiano Ronaldo e Messi.


 


Os números de Pelé em partidas oficiais variam segundo o critério utilizado. De acordo com o site RSSSF, o Rei do Futebol tem 767 gols em 831 jogos (média de 0,92). Há registros que não contabilizam confrontos pela Seleção Paulista e pela Seleção Militar – nesse caso, são 757 gols em 820 jogos (média de 0,92).


 


A melhor temporada da carreira do craque foi a de 1958, quando veio o primeiro título do Brasil (e de Pelé) em uma Copa do Mundo. Naquele ano, ele marcou 75 gols. Aos 17 anos, foi o artilheiro da Seleção no Mundial da Suécia, com seis gols.


 


Na final, o Brasil goleou a anfitriã por 5 a 2, com dois tentos do então atacante do Santos. Nos nove primeiros anos de carreira, Pelé fez ao menos 36 gols potemporada.


 


Foi a primeira das três Copas vencidas por Pelé. Na maior competição do mundo, ele é insuperável: ninguém venceu tantas edições em campo quanto o maior jogador de todos os tempos – Messi e Cristiano Ronaldo nunca tiveram o prazer de erguer o troféu mais cobiçado do mundo. E essa é uma diferença significativa entre o brasileiro e os ídolos do momento.


 


Em 1962, Pelé fez só um gol na campanha no Chile, nos 2 a 0 sobre o México, já que se machucou no segundo jogo, contra a Tchecoslováquia. Garrincha e Vavá foram os artilheiros brasileiros, com quatro gols cada.


 


Na Copa de 1970, o mineiro balançou as redes quatro vezes, inclusive uma vez na final contra a Itália, e foi eleito o melhor jogador da competição.


 


Pelé também marcou um gol no Mundial de 1966, na Inglaterra. Em 14 jogos em Copas, o craque comemorou 12 vezes (média de 0,85 gol por jogo), e lidera com folga uma comparação com os gênios da “era moderna”. Cristiano Ronaldo tem sete gols em 17 partidas (0,41) de Mundial, e Messi, seis em 19 duelos (0,31).


PATROCINADORES

 


 


Ameaças gringas


 


Quem está mais perto do recorde de gols em jogos oficiais do Rei do Futebol é Cristiano Ronaldo. O português, de 35 anos, já marcou 742 gols em 1.019 jogos (média de 0,72). Se mantiver o ritmo das últimas temporadas (pelo menos 30 gols por ano desde 2007), ultrapassará Pelé no ano que vem.


 


O maior artilheiro do futebol mundial em atividade viveu sua melhor temporada em 2013, com 69 gols pelo Real Madrid. A média de gols de CR7 pelo clube espanhol impressiona: 450 gols em 438 jogos (1,02). Na Espanha de 2009 a 2018, ele conquistou 15 títulos, sendo quatro da Liga dos Campeões da Europa.


 


Quando surgiu no Sporting, o português fez cinco gols em 31 jogos. Pelo Manchester United, 118 gols em 292 partidas. Na Juventus desde 2018, são 68 gols em 91 jogos. Por fim, na Seleção Portuguesa, também é figura central. É de longe o maior artilheiro, com 101 tentos em 167 compromissos – o segundo é Pauleta, com 47.


 


Messi, de 33, é outro que se aproxima de Pelé. Já são 707 gols em 876 jogos oficiais (0,8 gol por partida). Caso mantenha os mais de 41 gols por temporada que contabiliza desde 2009, o argentino superará o craque brasileiro em 2022.


 


No número de gols em uma só temporada, Messi já ultrapassou Pelé. Em 2012, o astro do Barcelona marcou impressionantes 91, 16 a mais que a melhor marca do ex-santista, em 1958. Outro recorde de Pelé do qual Messi se aproxima é o de maior artilheiro por um clube. Com a camisa do Barça, La Pulga marcou 636 vezes, enquanto o brasileiro fez 643 pelo Santos.


 


Quando o assunto é Seleção Argentina, nem Maradona se aproxima do craque de Rosário. Messi é o maior goleador do selecionado alviceleste, com 71 gols em 140 partidas – Maradona, por exemplo, tem apenas 34 em 91 confrontos.


 


 


Neymar também pode bater recorde


 


Há um brasileiro na parada. Neymar, de 28, está a caminho de uma marca importante de Pelé. O jogador do Paris Saint-Germain tem 64 gols em 103 jogos com a camisa da Seleção Brasileira – contra 77 de Pelé em 92 partidas.


 


Com a média de 0,62 gol por jogo, Neymar pode bater a marca de Pelé antes da Copa do Catar de 2022. Isso porque o Brasil ainda terá 16 jogos pelas Eliminatórias Sul-Americanas, partidas pela Copa América de 2021, além de amistosos preparatórios em datas Fifa.


 


Atrás de Pelé e Neymar nessa lista estão Ronaldo (62 gols em 98 jogos), Romário (55 gols em 70 jogos) e Zico (41 gols em 71 jogos).


Inigualável, Rei do Futebol chega a oito décadas de vida ainda aclamado como o maior de todos os tempos, mas vê o argentino e o português próximos de seu recorde de gols em jogos oficiais.



“O difícil, o extraordinário não é fazer mil gols, como Pelé. É fazer um gol como Pelé.” Em crônica do Jornal do Brasil de 28 de outubro de 1969, Carlos Drummond de Andrade já deixava registrada a singularidade da figura lendária de Edson Arantes do Nascimento, que hoje chega aos 80 anos.



No momento em que Drummond publicou o texto, Pelé buscava seu milésimo gol – e conseguiu com sobras. Somando os 1.380 jogos que fez, o Rei do Futebol marcou 1.284 vezes (média impressionante de 0,93). Talvez nenhum jogador alcance o feito desse mineiro de Três Corações.



Numa celebração a oito décadas de vida daquele que é apontado como o maior craque de todos os tempos, o Superesportes fez um levantamento para mostrar se alguém poderia ameaçar o reinado de Pelé em algum quesito.



Observadas apenas as bolas nas redes em jogos oficiais, há dois candidatos em potencial, que já foram apontados inclusive como sucessores do Rei do Futebol: Cristiano Ronaldo e Messi.



Os números de Pelé em partidas oficiais variam segundo o critério utilizado. De acordo com o site RSSSF, o Rei do Futebol tem 767 gols em 831 jogos (média de 0,92). Há registros que não contabilizam confrontos pela Seleção Paulista e pela Seleção Militar – nesse caso, são 757 gols em 820 jogos (média de 0,92).



A melhor temporada da carreira do craque foi a de 1958, quando veio o primeiro título do Brasil (e de Pelé) em uma Copa do Mundo. Naquele ano, ele marcou 75 gols. Aos 17 anos, foi o artilheiro da Seleção no Mundial da Suécia, com seis gols.



Na final, o Brasil goleou a anfitriã por 5 a 2, com dois tentos do então atacante do Santos. Nos nove primeiros anos de carreira, Pelé fez ao menos 36 gols potemporada.



PATROCINADORES

Foi a primeira das três Copas vencidas por Pelé. Na maior competição do mundo, ele é insuperável: ninguém venceu tantas edições em campo quanto o maior jogador de todos os tempos – Messi e Cristiano Ronaldo nunca tiveram o prazer de erguer o troféu mais cobiçado do mundo. E essa é uma diferença significativa entre o brasileiro e os ídolos do momento.



Em 1962, Pelé fez só um gol na campanha no Chile, nos 2 a 0 sobre o México, já que se machucou no segundo jogo, contra a Tchecoslováquia. Garrincha e Vavá foram os artilheiros brasileiros, com quatro gols cada.



Na Copa de 1970, o mineiro balançou as redes quatro vezes, inclusive uma vez na final contra a Itália, e foi eleito o melhor jogador da competição.



Pelé também marcou um gol no Mundial de 1966, na Inglaterra. Em 14 jogos em Copas, o craque comemorou 12 vezes (média de 0,85 gol por jogo), e lidera com folga uma comparação com os gênios da “era moderna”. Cristiano Ronaldo tem sete gols em 17 partidas (0,41) de Mundial, e Messi, seis em 19 duelos (0,31).



Ameaças gringas



Quem está mais perto do recorde de gols em jogos oficiais do Rei do Futebol é Cristiano Ronaldo. O português, de 35 anos, já marcou 742 gols em 1.019 jogos (média de 0,72). Se mantiver o ritmo das últimas temporadas (pelo menos 30 gols por ano desde 2007), ultrapassará Pelé no ano que vem.



O maior artilheiro do futebol mundial em atividade viveu sua melhor temporada em 2013, com 69 gols pelo Real Madrid. A média de gols de CR7 pelo clube espanhol impressiona: 450 gols em 438 jogos (1,02). Na Espanha de 2009 a 2018, ele conquistou 15 títulos, sendo quatro da Liga dos Campeões da Europa.



PATROCINADORES

Quando surgiu no Sporting, o português fez cinco gols em 31 jogos. Pelo Manchester United, 118 gols em 292 partidas. Na Juventus desde 2018, são 68 gols em 91 jogos. Por fim, na Seleção Portuguesa, também é figura central. É de longe o maior artilheiro, com 101 tentos em 167 compromissos – o segundo é Pauleta, com 47.



Messi, de 33, é outro que se aproxima de Pelé. Já são 707 gols em 876 jogos oficiais (0,8 gol por partida). Caso mantenha os mais de 41 gols por temporada que contabiliza desde 2009, o argentino superará o craque brasileiro em 2022.



No número de gols em uma só temporada, Messi já ultrapassou Pelé. Em 2012, o astro do Barcelona marcou impressionantes 91, 16 a mais que a melhor marca do ex-santista, em 1958. Outro recorde de Pelé do qual Messi se aproxima é o de maior artilheiro por um clube. Com a camisa do Barça, La Pulga marcou 636 vezes, enquanto o brasileiro fez 643 pelo Santos.



Quando o assunto é Seleção Argentina, nem Maradona se aproxima do craque de Rosário. Messi é o maior goleador do selecionado alviceleste, com 71 gols em 140 partidas – Maradona, por exemplo, tem apenas 34 em 91 confrontos.



Neymar também pode bater recorde



Há um brasileiro na parada. Neymar, de 28, está a caminho de uma marca importante de Pelé. O jogador do Paris Saint-Germain tem 64 gols em 103 jogos com a camisa da Seleção Brasileira – contra 77 de Pelé em 92 partidas.



Com a média de 0,62 gol por jogo, Neymar pode bater a marca de Pelé antes da Copa do Catar de 2022. Isso porque o Brasil ainda terá 16 jogos pelas Eliminatórias Sul-Americanas, partidas pela Copa América de 2021, além de amistosos preparatórios em datas Fifa.



Atrás de Pelé e Neymar nessa lista estão Ronaldo (62 gols em 98 jogos), Romário (55 gols em 70 jogos) e Zico (41 gols em 71 jogos).



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