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Menina de 11 anos tem página invadida e sofre ameaças racistas

Publicado por TV Minas em 26/10/2020 às 20h46 - Atualizado às 19h10

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Pai diz que a menina também foi ameaçada de morte e não consegue dormir: "Macaca, eu vou te achar e te matar".

 

Uma criança de 11 anos do Rio de Janeiro que mantém uma página numa rede social teve a conta invadida e foi alvo de xingamentos racistas e de ameaças. A família registrou o caso na polícia.

 

No último dia 11, a garota perdeu o acesso à conta, que foi renomeada para “Canal da Macaca Magrela”, e foi ameaçada. “Eu vou te achar e te matar”, escreveu o agressor.

 

“Eu sinto medo de sair na rua. A gente não sabe como é a pessoa, não sabe a intenção dela”, disse a menina.

 

O pai afirma que a filha não está conseguindo dormir e “tem pesadelo todo dia”.

 

“Falaram que iam cortar ela todinha em picadinhos, que iam matá-la. Coisas que não se falam nem para um adulto, quanto mais para uma criança”, disse.

 

“Ainda bem que ela contou tudo para gente. Ela ligou, eu tava trabalhando e fiquei desesperado. A minha mulher também estava chorando. Enfim, falando que tinham invadido o canal dela e estavam chamando ela de magrela, de vadia e com crime de racismo também, chamando ela de macaca", revelou o pai.


Cláudia Costin, diretora de Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas, lamentou as agressões e falou sobre a importância da educação e da cidadania no combate a esse tipo de crime.

 

“Para além de responsabilizar os criminosos que fizeram isso com uma menina, fica a pergunta: como que a gente cria uma sociedade em que isso não aconteça mais? Evidentemente isso passa pela educação”, afirmou.

 

“É muito importante educar crianças e jovens para uma comunicação não agressiva, para não acharem graça em humilhação de colegas ou de pessoas que nem sequer conhecem. A invisibilidade que as redes sociais vêm trazendo para certas pessoas favorece infelizmente esse tipo de ataque”, detalhou.

 

A Polícia Civil informou que está investigando o caso.

Pai diz que a menina também foi ameaçada de morte e não consegue dormir: "Macaca, eu vou te achar e te matar".


 


Uma criança de 11 anos do Rio de Janeiro que mantém uma página numa rede social teve a conta invadida e foi alvo de xingamentos racistas e de ameaças. A família registrou o caso na polícia.


 


No último dia 11, a garota perdeu o acesso à conta, que foi renomeada para “Canal da Macaca Magrela”, e foi ameaçada. “Eu vou te achar e te matar”, escreveu o agressor.


 


“Eu sinto medo de sair na rua. A gente não sabe como é a pessoa, não sabe a intenção dela”, disse a menina.


 


O pai afirma que a filha não está conseguindo dormir e “tem pesadelo todo dia”.


 


PATROCINADORES

“Falaram que iam cortar ela todinha em picadinhos, que iam matá-la. Coisas que não se falam nem para um adulto, quanto mais para uma criança”, disse.


 


“Ainda bem que ela contou tudo para gente. Ela ligou, eu tava trabalhando e fiquei desesperado. A minha mulher também estava chorando. Enfim, falando que tinham invadido o canal dela e estavam chamando ela de magrela, de vadia e com crime de racismo também, chamando ela de macaca", revelou o pai.



Cláudia Costin, diretora de Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas, lamentou as agressões e falou sobre a importância da educação e da cidadania no combate a esse tipo de crime.


 


“Para além de responsabilizar os criminosos que fizeram isso com uma menina, fica a pergunta: como que a gente cria uma sociedade em que isso não aconteça mais? Evidentemente isso passa pela educação”, afirmou.


 


“É muito importante educar crianças e jovens para uma comunicação não agressiva, para não acharem graça em humilhação de colegas ou de pessoas que nem sequer conhecem. A invisibilidade que as redes sociais vêm trazendo para certas pessoas favorece infelizmente esse tipo de ataque”, detalhou.


 


A Polícia Civil informou que está investigando o caso.


Pai diz que a menina também foi ameaçada de morte e não consegue dormir: "Macaca, eu vou te achar e te matar".



Uma criança de 11 anos do Rio de Janeiro que mantém uma página numa rede social teve a conta invadida e foi alvo de xingamentos racistas e de ameaças. A família registrou o caso na polícia.



No último dia 11, a garota perdeu o acesso à conta, que foi renomeada para “Canal da Macaca Magrela”, e foi ameaçada. “Eu vou te achar e te matar”, escreveu o agressor.



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“Eu sinto medo de sair na rua. A gente não sabe como é a pessoa, não sabe a intenção dela”, disse a menina.



O pai afirma que a filha não está conseguindo dormir e “tem pesadelo todo dia”.



“Falaram que iam cortar ela todinha em picadinhos, que iam matá-la. Coisas que não se falam nem para um adulto, quanto mais para uma criança”, disse.



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“Ainda bem que ela contou tudo para gente. Ela ligou, eu tava trabalhando e fiquei desesperado. A minha mulher também estava chorando. Enfim, falando que tinham invadido o canal dela e estavam chamando ela de magrela, de vadia e com crime de racismo também, chamando ela de macaca", revelou o pai.




Cláudia Costin, diretora de Políticas Educacionais da Fundação Getúlio Vargas, lamentou as agressões e falou sobre a importância da educação e da cidadania no combate a esse tipo de crime.



“Para além de responsabilizar os criminosos que fizeram isso com uma menina, fica a pergunta: como que a gente cria uma sociedade em que isso não aconteça mais? Evidentemente isso passa pela educação”, afirmou.



“É muito importante educar crianças e jovens para uma comunicação não agressiva, para não acharem graça em humilhação de colegas ou de pessoas que nem sequer conhecem. A invisibilidade que as redes sociais vêm trazendo para certas pessoas favorece infelizmente esse tipo de ataque”, detalhou.



A Polícia Civil informou que está investigando o caso.



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