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Polícia encontra relatório que cita 30 gravações inéditas de Renato Russo

Publicado por TV Minas em 26/10/2020 às 21h48 - Atualizado às 18h49

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Materiais foram recolhidos em dois estúdios de gravação e na residência de um produtor musical.

 

Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam, nesta segunda-feira, dia 26, um relatório que dá conta da existência de pelo menos 30 músicas em versões inéditas gravadas pelo cantor Renato Russo, morto em 1996.

 

O material foi encontrado pelos agentes durante a Operação Será, deflagrada nesta manhã, em cumprimento de mandados de busca e apreensão em dois estúdios de gravação e na residência de um produtor musical, no Centro e na Zona Sul do Rio. Entre o material apreendido, há novas versões de sucessos gravados pela banda Legião Urbana.

 

O caso começou a ser investigado há um ano, quando Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo e detentor dos direitos autorais do pai, procurou a especializada para denunciar que um dono de um perfil fake nas redes sociais mencionava a existência de obras inéditas de Renato Russo.

 

A Polícia Civil localizou quem estava por trás do perfil e apurou que ele havia entrado em contato com um produtor musical.

 

 

A Polícia Civil apreendeu HDs e cartuchos de gravação de possíveis novas músicas de Renato Russo.

 

 

Nesta segunda-feira, o delegado Maurício Demétrio, que investiga crime de violação de direitos autorais, deflagrou uma operação para cumprir os mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Além do relatório das versões inéditas também foram apreendidos HDs e cartuchos de gravação.

 

— Há indícios de que a denúncia feita pelo filho de Renato Russo estava correta e que há mesmo versões de músicas inéditas. Vamos agora analisar este material. Foi importante diligência realizada hoje. Foi possível arrecadar elementos de provas cruciais para a continuidade da investigação e esclarecimento total dos fatos — disse o delegado.

 

O filho do cantor Renato Russo, Giuliano Mafredini, já foi ouvido nas investigações, mas o delegado Maurício Demétrio disse que irá chamá-lo para depor novamente. A previsão é de que a investigação chegue ao fim em 15 ou 20 dias. Segundo o delegado, a polícia já sabe que as gravações mencionadas no relatório estariam numa gravadora.

 

— Foi feito um serviço (pelo produtor) a pedido de uma gravadora e há menções de canções e versões de canções inéditas. Nós temos que confrontar isso com o dono do direito autoral, que é o filho do Renato Russo. Queremos saber se ele tinha conhecimento deste material que está no chamado caixa-forte de uma gravadora — disse Demétrio.

 

O produtor musical Marcelo Froes seria ouvido ainda nesta segunda-feira na DRCPIM, mas seu advogado, Marcelo Tse, esteve na especializada e pediu remarcação da oitiva para quinta-feira.

 

Batizada de Operação Será, em referência a uma canção do ex-vocalista da banda Legião Urbana, a ação é a segunda fase de uma investigação que começou há um ano, após a especilizada receber uma denúncia feita pelo filho de Renato Russo.

 

Na ocasião, ele disse para a polícia que o dono de um perfil em uma rede social mencionava a existência de obras inéditas do cantor. A polícia descobriu o responsável pela página e apurou que ele manteve contatos com o produtor musical alvo da operação desta segunda-feira.

 

Um inquérito que apura violação de direitos autorais foi instaurado. Nesta segunda-feira, os policiais cumpriram três mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal de Justiça por conta do caso.

 

As buscas aconteceram em dois estúdios de gravação, um deles usado por Renato Russo em seus últimos anos de vida, e em um imóvel localizado em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Além do relatório das gravações, os agentes apreenderam ainda HDs de computador, CDs e cartuchos de gravação. Todo o material está sendo analisado pela Polícia Civil.

Materiais foram recolhidos em dois estúdios de gravação e na residência de um produtor musical.


 


Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam, nesta segunda-feira, dia 26, um relatório que dá conta da existência de pelo menos 30 músicas em versões inéditas gravadas pelo cantor Renato Russo, morto em 1996.


 


O material foi encontrado pelos agentes durante a Operação Será, deflagrada nesta manhã, em cumprimento de mandados de busca e apreensão em dois estúdios de gravação e na residência de um produtor musical, no Centro e na Zona Sul do Rio. Entre o material apreendido, há novas versões de sucessos gravados pela banda Legião Urbana.


 


O caso começou a ser investigado há um ano, quando Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo e detentor dos direitos autorais do pai, procurou a especializada para denunciar que um dono de um perfil fake nas redes sociais mencionava a existência de obras inéditas de Renato Russo.


 


A Polícia Civil localizou quem estava por trás do perfil e apurou que ele havia entrado em contato com um produtor musical.


 


 



A Polícia Civil apreendeu HDs e cartuchos de gravação de possíveis novas músicas de Renato Russo.


 


 


Nesta segunda-feira, o delegado Maurício Demétrio, que investiga crime de violação de direitos autorais, deflagrou uma operação para cumprir os mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Além do relatório das versões inéditas também foram apreendidos HDs e cartuchos de gravação.


PATROCINADORES

 


— Há indícios de que a denúncia feita pelo filho de Renato Russo estava correta e que há mesmo versões de músicas inéditas. Vamos agora analisar este material. Foi importante diligência realizada hoje. Foi possível arrecadar elementos de provas cruciais para a continuidade da investigação e esclarecimento total dos fatos — disse o delegado.


 


O filho do cantor Renato Russo, Giuliano Mafredini, já foi ouvido nas investigações, mas o delegado Maurício Demétrio disse que irá chamá-lo para depor novamente. A previsão é de que a investigação chegue ao fim em 15 ou 20 dias. Segundo o delegado, a polícia já sabe que as gravações mencionadas no relatório estariam numa gravadora.


 


— Foi feito um serviço (pelo produtor) a pedido de uma gravadora e há menções de canções e versões de canções inéditas. Nós temos que confrontar isso com o dono do direito autoral, que é o filho do Renato Russo. Queremos saber se ele tinha conhecimento deste material que está no chamado caixa-forte de uma gravadora — disse Demétrio.


 


O produtor musical Marcelo Froes seria ouvido ainda nesta segunda-feira na DRCPIM, mas seu advogado, Marcelo Tse, esteve na especializada e pediu remarcação da oitiva para quinta-feira.


 


Batizada de Operação Será, em referência a uma canção do ex-vocalista da banda Legião Urbana, a ação é a segunda fase de uma investigação que começou há um ano, após a especilizada receber uma denúncia feita pelo filho de Renato Russo.


 


Na ocasião, ele disse para a polícia que o dono de um perfil em uma rede social mencionava a existência de obras inéditas do cantor. A polícia descobriu o responsável pela página e apurou que ele manteve contatos com o produtor musical alvo da operação desta segunda-feira.


 


Um inquérito que apura violação de direitos autorais foi instaurado. Nesta segunda-feira, os policiais cumpriram três mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal de Justiça por conta do caso.


 


As buscas aconteceram em dois estúdios de gravação, um deles usado por Renato Russo em seus últimos anos de vida, e em um imóvel localizado em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Além do relatório das gravações, os agentes apreenderam ainda HDs de computador, CDs e cartuchos de gravação. Todo o material está sendo analisado pela Polícia Civil.


Materiais foram recolhidos em dois estúdios de gravação e na residência de um produtor musical.



Policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam, nesta segunda-feira, dia 26, um relatório que dá conta da existência de pelo menos 30 músicas em versões inéditas gravadas pelo cantor Renato Russo, morto em 1996.



O material foi encontrado pelos agentes durante a Operação Será, deflagrada nesta manhã, em cumprimento de mandados de busca e apreensão em dois estúdios de gravação e na residência de um produtor musical, no Centro e na Zona Sul do Rio. Entre o material apreendido, há novas versões de sucessos gravados pela banda Legião Urbana.



O caso começou a ser investigado há um ano, quando Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo e detentor dos direitos autorais do pai, procurou a especializada para denunciar que um dono de um perfil fake nas redes sociais mencionava a existência de obras inéditas de Renato Russo.



A Polícia Civil localizou quem estava por trás do perfil e apurou que ele havia entrado em contato com um produtor musical.



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A Polícia Civil apreendeu HDs e cartuchos de gravação de possíveis novas músicas de Renato Russo.



Nesta segunda-feira, o delegado Maurício Demétrio, que investiga crime de violação de direitos autorais, deflagrou uma operação para cumprir os mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Além do relatório das versões inéditas também foram apreendidos HDs e cartuchos de gravação.



— Há indícios de que a denúncia feita pelo filho de Renato Russo estava correta e que há mesmo versões de músicas inéditas. Vamos agora analisar este material. Foi importante diligência realizada hoje. Foi possível arrecadar elementos de provas cruciais para a continuidade da investigação e esclarecimento total dos fatos — disse o delegado.



O filho do cantor Renato Russo, Giuliano Mafredini, já foi ouvido nas investigações, mas o delegado Maurício Demétrio disse que irá chamá-lo para depor novamente. A previsão é de que a investigação chegue ao fim em 15 ou 20 dias. Segundo o delegado, a polícia já sabe que as gravações mencionadas no relatório estariam numa gravadora.



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— Foi feito um serviço (pelo produtor) a pedido de uma gravadora e há menções de canções e versões de canções inéditas. Nós temos que confrontar isso com o dono do direito autoral, que é o filho do Renato Russo. Queremos saber se ele tinha conhecimento deste material que está no chamado caixa-forte de uma gravadora — disse Demétrio.



O produtor musical Marcelo Froes seria ouvido ainda nesta segunda-feira na DRCPIM, mas seu advogado, Marcelo Tse, esteve na especializada e pediu remarcação da oitiva para quinta-feira.



Batizada de Operação Será, em referência a uma canção do ex-vocalista da banda Legião Urbana, a ação é a segunda fase de uma investigação que começou há um ano, após a especilizada receber uma denúncia feita pelo filho de Renato Russo.



Na ocasião, ele disse para a polícia que o dono de um perfil em uma rede social mencionava a existência de obras inéditas do cantor. A polícia descobriu o responsável pela página e apurou que ele manteve contatos com o produtor musical alvo da operação desta segunda-feira.



Um inquérito que apura violação de direitos autorais foi instaurado. Nesta segunda-feira, os policiais cumpriram três mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal de Justiça por conta do caso.



As buscas aconteceram em dois estúdios de gravação, um deles usado por Renato Russo em seus últimos anos de vida, e em um imóvel localizado em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Além do relatório das gravações, os agentes apreenderam ainda HDs de computador, CDs e cartuchos de gravação. Todo o material está sendo analisado pela Polícia Civil.



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