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Sul de Minas

Damas do crime: mulheres são presas em operação do MP no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 29/10/2020 às 03h16

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Suspeitas foram apontadas como chefes de organização criminosa, trabalho era dividido em grupos e parte agia de dentro de presídios.

 

Três mulheres suspeitas de comandarem uma organização criminosa no Sul de Minas foram presas durante operação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), nesta quarta-feira (28).

 

Além delas, outras 30 pessoas foram presas e lavadas para o Presídio de São Lourenço e Caxambu.
 

De acordo com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a operação Coreia foi deflagrada para identificar facção criminosa ligada ao tráfico de drogas em Caxambu e região.

 

“Ao que se tem, informações aportaram no Ministério Público anunciando que na cidade de Caxambu, integrantes de uma facção criminosa oriunda do estado de São Paulo, se instalaram com o objetivo de praticar crimes variados”, diz Gaeco.

 

As investigações apontaram que o trabalho era dividido por grupos. “Os investigados, para o tráfico reiterado de drogas, estavam hierarquizados e agiam com divisão de tarefas e loteamento de bairros, sendo que parte do grupo agia de dentro dos presídios da região.

 

Daí o nome da Operação Coreia, havia briga entre estes traficantes, porque um não poderia invadir o espaço do outro”, afirma.
 

As três mulheres foram apontadas como chefes da organização. “Elas faziam a função de arrecadação de valores e até mesmo de disciplina, como chamamos quando elas aplicam punições.

 

Uma delas, em particular, era um pouco mais violenta e aplicava punição a quem devia, a quem desobedecia às ordens dessa organização”, ressalta Leandro Panaim, promotor do Gaeco.

 

Segundo o Gaeco, para colocar em prática o esquema criminoso e venda da droga, a facção contava com integrantes, que exerciam funções de destaque denominadas de “Geral do Estado de Minas Gerais”, “Geral dos Estados e do País”, “Geral da Rifa do Estado de Alagoas” e “Geral do Cadastro”.
 

Além delas, outras 30 pessoas foram presas e lavadas para o Presídio de São Lourenço e de Caxambu. Na operação, também foram apreendidos celulares, drogas, numerário e material destinado ao tráfico.

Suspeitas foram apontadas como chefes de organização criminosa, trabalho era dividido em grupos e parte agia de dentro de presídios.


 


Três mulheres suspeitas de comandarem uma organização criminosa no Sul de Minas foram presas durante operação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), nesta quarta-feira (28).


 


Além delas, outras 30 pessoas foram presas e lavadas para o Presídio de São Lourenço e Caxambu.
 


De acordo com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a operação Coreia foi deflagrada para identificar facção criminosa ligada ao tráfico de drogas em Caxambu e região.


 


“Ao que se tem, informações aportaram no Ministério Público anunciando que na cidade de Caxambu, integrantes de uma facção criminosa oriunda do estado de São Paulo, se instalaram com o objetivo de praticar crimes variados”, diz Gaeco.


 


PATROCINADORES

As investigações apontaram que o trabalho era dividido por grupos. “Os investigados, para o tráfico reiterado de drogas, estavam hierarquizados e agiam com divisão de tarefas e loteamento de bairros, sendo que parte do grupo agia de dentro dos presídios da região.


 


Daí o nome da Operação Coreia, havia briga entre estes traficantes, porque um não poderia invadir o espaço do outro”, afirma.
 


As três mulheres foram apontadas como chefes da organização. “Elas faziam a função de arrecadação de valores e até mesmo de disciplina, como chamamos quando elas aplicam punições.


 


Uma delas, em particular, era um pouco mais violenta e aplicava punição a quem devia, a quem desobedecia às ordens dessa organização”, ressalta Leandro Panaim, promotor do Gaeco.


 


Segundo o Gaeco, para colocar em prática o esquema criminoso e venda da droga, a facção contava com integrantes, que exerciam funções de destaque denominadas de “Geral do Estado de Minas Gerais”, “Geral dos Estados e do País”, “Geral da Rifa do Estado de Alagoas” e “Geral do Cadastro”.
 


Além delas, outras 30 pessoas foram presas e lavadas para o Presídio de São Lourenço e de Caxambu. Na operação, também foram apreendidos celulares, drogas, numerário e material destinado ao tráfico.


Suspeitas foram apontadas como chefes de organização criminosa, trabalho era dividido em grupos e parte agia de dentro de presídios.



Três mulheres suspeitas de comandarem uma organização criminosa no Sul de Minas foram presas durante operação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), nesta quarta-feira (28).



Além delas, outras 30 pessoas foram presas e lavadas para o Presídio de São Lourenço e Caxambu.
 



De acordo com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a operação Coreia foi deflagrada para identificar facção criminosa ligada ao tráfico de drogas em Caxambu e região.



PATROCINADORES

“Ao que se tem, informações aportaram no Ministério Público anunciando que na cidade de Caxambu, integrantes de uma facção criminosa oriunda do estado de São Paulo, se instalaram com o objetivo de praticar crimes variados”, diz Gaeco.



As investigações apontaram que o trabalho era dividido por grupos. “Os investigados, para o tráfico reiterado de drogas, estavam hierarquizados e agiam com divisão de tarefas e loteamento de bairros, sendo que parte do grupo agia de dentro dos presídios da região.



Daí o nome da Operação Coreia, havia briga entre estes traficantes, porque um não poderia invadir o espaço do outro”, afirma.
 



PATROCINADORES

As três mulheres foram apontadas como chefes da organização. “Elas faziam a função de arrecadação de valores e até mesmo de disciplina, como chamamos quando elas aplicam punições.



Uma delas, em particular, era um pouco mais violenta e aplicava punição a quem devia, a quem desobedecia às ordens dessa organização”, ressalta Leandro Panaim, promotor do Gaeco.



Segundo o Gaeco, para colocar em prática o esquema criminoso e venda da droga, a facção contava com integrantes, que exerciam funções de destaque denominadas de “Geral do Estado de Minas Gerais”, “Geral dos Estados e do País”, “Geral da Rifa do Estado de Alagoas” e “Geral do Cadastro”.
 



Além delas, outras 30 pessoas foram presas e lavadas para o Presídio de São Lourenço e de Caxambu. Na operação, também foram apreendidos celulares, drogas, numerário e material destinado ao tráfico.



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