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Sul de Minas

Homem que se passava por funcionário de banco é preso em Pouso Alegre

Publicado por TV Minas em 29/10/2020 às 13h14

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Matéria extraída do Terra do Mandu

 

O suspeito, que é natural de São Paulo,  ele contou que se hospedou na cidade para aplicar os golpes.

 

A Polícia Civil prendeu um homem, de 25 anos, nesta terça-feira (27), suspeito de praticar o golpe do falso funcionário de cartão ou banco, aqui em Pouso Alegre.

 

Os investigadores chegaram até o suspeito de estelionato após denúncia de uma vítima, de 74 anos, que sofreu o golpe.

 

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito, que é natural de São Paulo, contou que se hospedou na cidade para aplicar os golpes.

 

No hotel em que ele estava, no centro da cidade, foram encontradas máquinas de cartão, cartões da vítima, telefone celular e duas porções de maconha.

 

 

Como funciona o golpe

 

Um suposto funcionário do banco ou da administradora do cartão faz contato com a vítima e informa que foi realizada uma compra suspeita no cartão dela.

 

Assim, orienta que a pessoa entregue o cartão, com a senha, para outro funcionário que passará na casa do cliente, para que possa ser feito o bloqueio da compra indevida e restaurar os dados.

 

O estelionatário ao telefone informa uma senha, que será também repetida pelo outro envolvido, ao retirar o cartão, para uma suposta segurança do cliente.

 

Com os cartões e dados nas mãos, os criminosos realizavam compras em máquinas de crédito de empresas próprias que eram criadas para essa finalidade.

 

A Polícia Civil reforça o alerta para que nunca entregue cartão ou senha a qualquer pessoa que se identifique como funcionário da empresa financeira. Caso receba alguma ligação com estas características, comunique imediatamente a polícia.

Matéria extraída do Terra do Mandu


 


O suspeito, que é natural de São Paulo,  ele contou que se hospedou na cidade para aplicar os golpes.


 


A Polícia Civil prendeu um homem, de 25 anos, nesta terça-feira (27), suspeito de praticar o golpe do falso funcionário de cartão ou banco, aqui em Pouso Alegre.


 


Os investigadores chegaram até o suspeito de estelionato após denúncia de uma vítima, de 74 anos, que sofreu o golpe.


 


De acordo com a Polícia Civil, o suspeito, que é natural de São Paulo, contou que se hospedou na cidade para aplicar os golpes.


 


No hotel em que ele estava, no centro da cidade, foram encontradas máquinas de cartão, cartões da vítima, telefone celular e duas porções de maconha.


 


PATROCINADORES

 


Como funciona o golpe


 


Um suposto funcionário do banco ou da administradora do cartão faz contato com a vítima e informa que foi realizada uma compra suspeita no cartão dela.


 


Assim, orienta que a pessoa entregue o cartão, com a senha, para outro funcionário que passará na casa do cliente, para que possa ser feito o bloqueio da compra indevida e restaurar os dados.


 


O estelionatário ao telefone informa uma senha, que será também repetida pelo outro envolvido, ao retirar o cartão, para uma suposta segurança do cliente.


 


Com os cartões e dados nas mãos, os criminosos realizavam compras em máquinas de crédito de empresas próprias que eram criadas para essa finalidade.


 


A Polícia Civil reforça o alerta para que nunca entregue cartão ou senha a qualquer pessoa que se identifique como funcionário da empresa financeira. Caso receba alguma ligação com estas características, comunique imediatamente a polícia.


Matéria extraída do Terra do Mandu



O suspeito, que é natural de São Paulo,  ele contou que se hospedou na cidade para aplicar os golpes.



A Polícia Civil prendeu um homem, de 25 anos, nesta terça-feira (27), suspeito de praticar o golpe do falso funcionário de cartão ou banco, aqui em Pouso Alegre.



Os investigadores chegaram até o suspeito de estelionato após denúncia de uma vítima, de 74 anos, que sofreu o golpe.



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De acordo com a Polícia Civil, o suspeito, que é natural de São Paulo, contou que se hospedou na cidade para aplicar os golpes.



No hotel em que ele estava, no centro da cidade, foram encontradas máquinas de cartão, cartões da vítima, telefone celular e duas porções de maconha.



Como funciona o golpe



Um suposto funcionário do banco ou da administradora do cartão faz contato com a vítima e informa que foi realizada uma compra suspeita no cartão dela.



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Assim, orienta que a pessoa entregue o cartão, com a senha, para outro funcionário que passará na casa do cliente, para que possa ser feito o bloqueio da compra indevida e restaurar os dados.



O estelionatário ao telefone informa uma senha, que será também repetida pelo outro envolvido, ao retirar o cartão, para uma suposta segurança do cliente.



Com os cartões e dados nas mãos, os criminosos realizavam compras em máquinas de crédito de empresas próprias que eram criadas para essa finalidade.



A Polícia Civil reforça o alerta para que nunca entregue cartão ou senha a qualquer pessoa que se identifique como funcionário da empresa financeira. Caso receba alguma ligação com estas características, comunique imediatamente a polícia.



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