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Esporte

Eleição no Galo tem bastidores fervendo e nomes incertos

Publicado por TV Minas em 29/10/2020 às 13h58 - Atualizado às 11h02

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Sérgio Sette Câmara, atual presidente do Galo, ainda não é nome certo para tentar a reeleição.

 

A Covid-19 não impediu a reunião do Conselho Deliberativo do Atlético-MG em julho, para votar e aprovar o balanço financeiro de 2019. Tampouco irá impedir o encontro dos conselheiros no qual o novo (ou velho) presidente do Galo será eleito para o próximo triênio.

 

A eleição na primeira quinzena de dezembro é uma certeza. Por outro lado, com bastidores em temperatura alta, o cenário de governança segue indefinido.

 

Sérgio Sette Câmara, outrora aliado de Alexandre Kalil, foi eleito em dezembro de 2017 e chega na reta final do mandato com direito a concorrer a uma reeleição - algo que Kalil conseguiu em 2011 e Daniel Nepomuceno abriu mão há três anos.

 

Faltando menos de 50 dias para o prazo final da convocação da eleição - 15/12 -, os postulantes ao pleito são desconhecidos.

 

Num contexto no qual há divisão clara entre alas políticas do Galo, há "participação" de outra eleição no fim do ano: a da prefeitura de Belo Horizonte, na qual Kalil (PSD), hoje, é franco favorito para continuar na cadeira de prefeito, por mais quatro anos.

 

Apoiadores de Sette Câmara no Galo apoiam João Vitor Xavier (Cidadania) na corrida municipal, inclusive com doações financeiras.

 

Sette Câmara foi membro da diretoria do Atlético quando Kalil esteve no poder. Mas ambos se afastaram. Hoje, o presidente do Galo conta com Ricardo Guimarães (ex-mandatário), os empresários Rubens e Rafael Menin, e Renato Salvador como "cabeças" de um grupo político.

 

Sérgio só irá para o pleito no Galo se houver o apoio dos quatro "R's". E este apoio não foi manifestado de forma oficial ao atual mandatário alvinegro. É algo que deve se decidir nas próximas semanas.

 

A busca por consenso entre todas as alas - nome único para a eleição do Atlético, que agradaria Kalil, Guimarães, Menins e Salvador - é praticamente descartado, muito pela relação distante entre os dois ex-presidentes - Ricardo Guimarães governou o Galo entre 2001 e 2006, sendo sucedido por Ziza Valadares, que foi tirado do poder em 2008 para Kalil assumir.

 

Alexandre Kalil foi reeleito em 15 de dezembro de 2011; Daniel Nepomuceno assumiu em 3 de dezembro de 2014, e Sette Câmara ganhou a eleição em 11 de dezembro de 2017. O Conselho precisa publicar a data da eleição 30 dias antes dela acontecer, por meio de edital

 

Enquanto os nomes, ou o candidato único, não é (são) revelado(s) para a eleição presidencial, o conselho deliberativo do Galo, por meio do presidente Castellar Guimarães, garante o cumprimento do estatuto no que diz respeito ao prazo para a reunião da eleição.

 

Castellar, inclusive, chegou a ser pintado como possível candidato opositor a Sette Câmara, tendo relação próxima a Kalil - é o atual procurador-geral da PBH.

 

Mas, em julho, não foi ele quem convocou a reunião da votação do balanço, e sim o vice do conselho, o empresário Rafael Menin, colaborador da atual gestão do Galo, com, além de aporte financeiro, atuação na tesouraria do clube.

 

Há tempos não se via um Atlético dividido internamente, com um cenário político aquecido, após uma hegemonia na troca dos poderes nos últimos 11 anos, quando havia claramente um candidato-vencedor conhecido bem antes das eleições.

Sérgio Sette Câmara, atual presidente do Galo, ainda não é nome certo para tentar a reeleição.


 


A Covid-19 não impediu a reunião do Conselho Deliberativo do Atlético-MG em julho, para votar e aprovar o balanço financeiro de 2019. Tampouco irá impedir o encontro dos conselheiros no qual o novo (ou velho) presidente do Galo será eleito para o próximo triênio.


 


A eleição na primeira quinzena de dezembro é uma certeza. Por outro lado, com bastidores em temperatura alta, o cenário de governança segue indefinido.


 


Sérgio Sette Câmara, outrora aliado de Alexandre Kalil, foi eleito em dezembro de 2017 e chega na reta final do mandato com direito a concorrer a uma reeleição - algo que Kalil conseguiu em 2011 e Daniel Nepomuceno abriu mão há três anos.


 


Faltando menos de 50 dias para o prazo final da convocação da eleição - 15/12 -, os postulantes ao pleito são desconhecidos.


 


Num contexto no qual há divisão clara entre alas políticas do Galo, há "participação" de outra eleição no fim do ano: a da prefeitura de Belo Horizonte, na qual Kalil (PSD), hoje, é franco favorito para continuar na cadeira de prefeito, por mais quatro anos.


 


Apoiadores de Sette Câmara no Galo apoiam João Vitor Xavier (Cidadania) na corrida municipal, inclusive com doações financeiras.


 


PATROCINADORES

Sette Câmara foi membro da diretoria do Atlético quando Kalil esteve no poder. Mas ambos se afastaram. Hoje, o presidente do Galo conta com Ricardo Guimarães (ex-mandatário), os empresários Rubens e Rafael Menin, e Renato Salvador como "cabeças" de um grupo político.


 


Sérgio só irá para o pleito no Galo se houver o apoio dos quatro "R's". E este apoio não foi manifestado de forma oficial ao atual mandatário alvinegro. É algo que deve se decidir nas próximas semanas.


 


A busca por consenso entre todas as alas - nome único para a eleição do Atlético, que agradaria Kalil, Guimarães, Menins e Salvador - é praticamente descartado, muito pela relação distante entre os dois ex-presidentes - Ricardo Guimarães governou o Galo entre 2001 e 2006, sendo sucedido por Ziza Valadares, que foi tirado do poder em 2008 para Kalil assumir.


 


Alexandre Kalil foi reeleito em 15 de dezembro de 2011; Daniel Nepomuceno assumiu em 3 de dezembro de 2014, e Sette Câmara ganhou a eleição em 11 de dezembro de 2017. O Conselho precisa publicar a data da eleição 30 dias antes dela acontecer, por meio de edital


 


Enquanto os nomes, ou o candidato único, não é (são) revelado(s) para a eleição presidencial, o conselho deliberativo do Galo, por meio do presidente Castellar Guimarães, garante o cumprimento do estatuto no que diz respeito ao prazo para a reunião da eleição.


 


Castellar, inclusive, chegou a ser pintado como possível candidato opositor a Sette Câmara, tendo relação próxima a Kalil - é o atual procurador-geral da PBH.


 


Mas, em julho, não foi ele quem convocou a reunião da votação do balanço, e sim o vice do conselho, o empresário Rafael Menin, colaborador da atual gestão do Galo, com, além de aporte financeiro, atuação na tesouraria do clube.


 


Há tempos não se via um Atlético dividido internamente, com um cenário político aquecido, após uma hegemonia na troca dos poderes nos últimos 11 anos, quando havia claramente um candidato-vencedor conhecido bem antes das eleições.


Sérgio Sette Câmara, atual presidente do Galo, ainda não é nome certo para tentar a reeleição.



A Covid-19 não impediu a reunião do Conselho Deliberativo do Atlético-MG em julho, para votar e aprovar o balanço financeiro de 2019. Tampouco irá impedir o encontro dos conselheiros no qual o novo (ou velho) presidente do Galo será eleito para o próximo triênio.



A eleição na primeira quinzena de dezembro é uma certeza. Por outro lado, com bastidores em temperatura alta, o cenário de governança segue indefinido.



Sérgio Sette Câmara, outrora aliado de Alexandre Kalil, foi eleito em dezembro de 2017 e chega na reta final do mandato com direito a concorrer a uma reeleição - algo que Kalil conseguiu em 2011 e Daniel Nepomuceno abriu mão há três anos.



Faltando menos de 50 dias para o prazo final da convocação da eleição - 15/12 -, os postulantes ao pleito são desconhecidos.



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Num contexto no qual há divisão clara entre alas políticas do Galo, há "participação" de outra eleição no fim do ano: a da prefeitura de Belo Horizonte, na qual Kalil (PSD), hoje, é franco favorito para continuar na cadeira de prefeito, por mais quatro anos.



Apoiadores de Sette Câmara no Galo apoiam João Vitor Xavier (Cidadania) na corrida municipal, inclusive com doações financeiras.



Sette Câmara foi membro da diretoria do Atlético quando Kalil esteve no poder. Mas ambos se afastaram. Hoje, o presidente do Galo conta com Ricardo Guimarães (ex-mandatário), os empresários Rubens e Rafael Menin, e Renato Salvador como "cabeças" de um grupo político.



Sérgio só irá para o pleito no Galo se houver o apoio dos quatro "R's". E este apoio não foi manifestado de forma oficial ao atual mandatário alvinegro. É algo que deve se decidir nas próximas semanas.



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A busca por consenso entre todas as alas - nome único para a eleição do Atlético, que agradaria Kalil, Guimarães, Menins e Salvador - é praticamente descartado, muito pela relação distante entre os dois ex-presidentes - Ricardo Guimarães governou o Galo entre 2001 e 2006, sendo sucedido por Ziza Valadares, que foi tirado do poder em 2008 para Kalil assumir.



Alexandre Kalil foi reeleito em 15 de dezembro de 2011; Daniel Nepomuceno assumiu em 3 de dezembro de 2014, e Sette Câmara ganhou a eleição em 11 de dezembro de 2017. O Conselho precisa publicar a data da eleição 30 dias antes dela acontecer, por meio de edital



Enquanto os nomes, ou o candidato único, não é (são) revelado(s) para a eleição presidencial, o conselho deliberativo do Galo, por meio do presidente Castellar Guimarães, garante o cumprimento do estatuto no que diz respeito ao prazo para a reunião da eleição.



Castellar, inclusive, chegou a ser pintado como possível candidato opositor a Sette Câmara, tendo relação próxima a Kalil - é o atual procurador-geral da PBH.



Mas, em julho, não foi ele quem convocou a reunião da votação do balanço, e sim o vice do conselho, o empresário Rafael Menin, colaborador da atual gestão do Galo, com, além de aporte financeiro, atuação na tesouraria do clube.



Há tempos não se via um Atlético dividido internamente, com um cenário político aquecido, após uma hegemonia na troca dos poderes nos últimos 11 anos, quando havia claramente um candidato-vencedor conhecido bem antes das eleições.



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