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Maia acusa Campos Neto de vazar conversa entre os dois para a imprensa

Publicado por TV Minas em 29/10/2020 às 16h12 - Atualizado às 13h13

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"Não está à altura de um presidente de banco de um país sério", diz Maia. Chefe do Banco Central procurou presidente da Câmara e negou ter divulgado conversa particular.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), utilizou o Twitter na manhã desta quinta-feira (29) para externar sua insatisfação com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Para Maia, Campos Neto “vazou” o conteúdo da conversa entre os dois para a imprensa.

 

"A atitude do presidente do Banco Central de ter vazado para a imprensa uma conversa particular que tivemos ontem não está à altura de um presidente de Banco de um país sério", publicou Maia

 

De acordo com o jornal “Estado de São Paulo”, Campos Neto teria procurado Rodrigo Maia para tratar sobre a crise política que afeta a agenda econômica do país, como a aprovação de reformas no Congresso. Maia teria respondido ao presidente do Banco Central que a obstrução estaria partindo da base governista.


 Pouco após a acusação, Maia se retratou em um outro tuíte, dizendo ter recebido uma ligação de Campos Neto negando qualquer vazamento à imprensa.

 

"Diante da palavra do presidente, o vazamento certamente foi provocado por terceiros. Deixo aqui registrado a ligação e a confiança que tenho nele", declarou o Presidente da Câmara na publicação.

 

A afirmação de Maia a Campos Neto bate com o atual cenário da Câmara. É que desde o início do mês não acontecem votações. Partidos da base do governo tentam colocar um nome na presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) que seja ligado ao líder do PP na própria Câmara, deputado Arthur Lira (AL).

 

Maia, em conversa com jornalistas nessa quarta-feira (28), chegou a falar sobre a obstrução feita pela base governista na Câmara.

 

"Eu pauto, a base obstrui, eu cancelo a sessão. Infelizmente, é assim. Eu espero que, quando tivermos que votar a PEC emergencial, a reforma tributária, que o governo tenha mais interesse e a própria base tire a obstrução da pauta da Câmara", disse.
 
Nas redes sociais, a expectativa era uma declaração de Maia sobre a ofensa de Ricardo Salles - que chamou o Presidente da Câmara de "Nhonho" na noite de quarta, mas retratou na manhã desta quinta-feira.

"Não está à altura de um presidente de banco de um país sério", diz Maia. Chefe do Banco Central procurou presidente da Câmara e negou ter divulgado conversa particular.


 


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), utilizou o Twitter na manhã desta quinta-feira (29) para externar sua insatisfação com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Para Maia, Campos Neto “vazou” o conteúdo da conversa entre os dois para a imprensa.


 


"A atitude do presidente do Banco Central de ter vazado para a imprensa uma conversa particular que tivemos ontem não está à altura de um presidente de Banco de um país sério", publicou Maia


 


De acordo com o jornal “Estado de São Paulo”, Campos Neto teria procurado Rodrigo Maia para tratar sobre a crise política que afeta a agenda econômica do país, como a aprovação de reformas no Congresso. Maia teria respondido ao presidente do Banco Central que a obstrução estaria partindo da base governista.



 Pouco após a acusação, Maia se retratou em um outro tuíte, dizendo ter recebido uma ligação de Campos Neto negando qualquer vazamento à imprensa.


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"Diante da palavra do presidente, o vazamento certamente foi provocado por terceiros. Deixo aqui registrado a ligação e a confiança que tenho nele", declarou o Presidente da Câmara na publicação.


 


A afirmação de Maia a Campos Neto bate com o atual cenário da Câmara. É que desde o início do mês não acontecem votações. Partidos da base do governo tentam colocar um nome na presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) que seja ligado ao líder do PP na própria Câmara, deputado Arthur Lira (AL).


 


Maia, em conversa com jornalistas nessa quarta-feira (28), chegou a falar sobre a obstrução feita pela base governista na Câmara.


 


"Eu pauto, a base obstrui, eu cancelo a sessão. Infelizmente, é assim. Eu espero que, quando tivermos que votar a PEC emergencial, a reforma tributária, que o governo tenha mais interesse e a própria base tire a obstrução da pauta da Câmara", disse.
 
Nas redes sociais, a expectativa era uma declaração de Maia sobre a ofensa de Ricardo Salles - que chamou o Presidente da Câmara de "Nhonho" na noite de quarta, mas retratou na manhã desta quinta-feira.


"Não está à altura de um presidente de banco de um país sério", diz Maia. Chefe do Banco Central procurou presidente da Câmara e negou ter divulgado conversa particular.



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), utilizou o Twitter na manhã desta quinta-feira (29) para externar sua insatisfação com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Para Maia, Campos Neto “vazou” o conteúdo da conversa entre os dois para a imprensa.



"A atitude do presidente do Banco Central de ter vazado para a imprensa uma conversa particular que tivemos ontem não está à altura de um presidente de Banco de um país sério", publicou Maia



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De acordo com o jornal “Estado de São Paulo”, Campos Neto teria procurado Rodrigo Maia para tratar sobre a crise política que afeta a agenda econômica do país, como a aprovação de reformas no Congresso. Maia teria respondido ao presidente do Banco Central que a obstrução estaria partindo da base governista.




 Pouco após a acusação, Maia se retratou em um outro tuíte, dizendo ter recebido uma ligação de Campos Neto negando qualquer vazamento à imprensa.



"Diante da palavra do presidente, o vazamento certamente foi provocado por terceiros. Deixo aqui registrado a ligação e a confiança que tenho nele", declarou o Presidente da Câmara na publicação.



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A afirmação de Maia a Campos Neto bate com o atual cenário da Câmara. É que desde o início do mês não acontecem votações. Partidos da base do governo tentam colocar um nome na presidência da Comissão Mista de Orçamento (CMO) que seja ligado ao líder do PP na própria Câmara, deputado Arthur Lira (AL).



Maia, em conversa com jornalistas nessa quarta-feira (28), chegou a falar sobre a obstrução feita pela base governista na Câmara.



"Eu pauto, a base obstrui, eu cancelo a sessão. Infelizmente, é assim. Eu espero que, quando tivermos que votar a PEC emergencial, a reforma tributária, que o governo tenha mais interesse e a própria base tire a obstrução da pauta da Câmara", disse.
 
Nas redes sociais, a expectativa era uma declaração de Maia sobre a ofensa de Ricardo Salles - que chamou o Presidente da Câmara de "Nhonho" na noite de quarta, mas retratou na manhã desta quinta-feira.



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