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Bem Estar

Mineira morta em 1982 está perto de ser beatificada

Publicado por TV Minas em 29/10/2020 às 19h13

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Vaticano reconhece graças alcançadas por intercessão de estudante de Barbacena, morta aos 20 anos ao resistir a uma tentativa de estupro

 

Minas Gerais terá seu quarto beato na Igreja Católica, último passo antes da canonização.

 

Depois de Padre Eustáquio, Nhá Chica e Padre Victor, será a vez de Isabel Cristina Mrad Campos, nascida em 1962, em Barbacena, na Região Central.

 

O papa Francisco reconheceu, conforme divulgado ontem, o martírio da jovem, assassinada aos 20 anos quando estudava em Juiz de Fora, na Zona da Mata.

 

Em 1º de setembro de 1982, um homem tentou violentá-la, mas ela teria lutado até a morte para defender a virgindade, recebendo 15 facadas. O crime interrompeu o desejo da estudante de prestar vestibular para medicina.

 

"Agora só falta o Vaticano marcar a data da cerimônia de beatificação, pois, com a declaração de reconhecimento como mártir, não é necessário comprovação de milagre nesta etapa", explica monsenhor Danival Milagres Coelho, vigário-geral para o clero da Arquidiocese de Mariana e titular da Paróquia do Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Barbacena, que guarda os restos mortais da jovem.

 

No local, há também um memorial dedicado a ela. Seus tios vivem no município.


"Ela é exemplo para os jovens e um símbolo nestes tempos de violência contra as mulheres. Sua história lembra a de Santa Maria Goretti", compara monsenhor Danival, em referência a Maria Teresa Goretti (1890-1902), jovem católica italiana, venerada como santa e mártir, e assassinada aos 11 anos numa tentativa de estupro.

 

Na etapa posterior ou canonização (para se tornar santa), é necessária a comprovação de um milagre "Há muitos registros de graças alcançadas por intercessão dela", acrescentou o monsenhor.

 

 

Altar


Ao se tornar beata, Isabel Cristina poderá ter sua imagem em altares, templos (santuários, igrejas e capelas) a ela dedicados, e os fiéis podem recorrer à sua intercessão.

 

É o que ocorre com o holandês Beato Padre Eustáquio, que trabalhou durante muitos anos em Minas e morreu em Belo Horizonte, o Beato Padre Victor, que atrai peregrinos a Três Pontas, no Sul do estado, e a Beata Nhá Chica, alvo de romarias em Baependi, na mesma região.

 

Em Minas, há outros candidatos à beatificação.

 

Também foi divulgado ontem que, após reunião na terça-feira com o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Marcelo Semeraro, o papa Francisco autorizou promulgação de decreto reconhecendo as virtudes heroicas do religioso Roberto Giovani, abrindo o caminho para a beatificação.

 

Ele nasceu em Rio Claro (SP), em 16 de março de 1903, e passou a maior parte da vida em Casa Branca, também no interior paulista, onde ficou marcado por suas ações sociais, especialmente com pobres e doentes.

 

Giovani era ligado à Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo e morreu em Campinas, em 11 de janeiro de 1994, "após uma vida dedicada à solidariedade". 

 

 

Rumo à beatificação


 » ISABEL CRISTINA MRAD CAMPOS Nasceu em Barbacena, em 1962. Estudante em Juiz de Fora, na Zona da Mata, em 1º de setembro de 1982 foi morta com 15 facadas ao resistir a uma tentativa de estupro em sua casa.  (Falta marcar a data.).

Vaticano reconhece graças alcançadas por intercessão de estudante de Barbacena, morta aos 20 anos ao resistir a uma tentativa de estupro


 


Minas Gerais terá seu quarto beato na Igreja Católica, último passo antes da canonização.


 


Depois de Padre Eustáquio, Nhá Chica e Padre Victor, será a vez de Isabel Cristina Mrad Campos, nascida em 1962, em Barbacena, na Região Central.


 


O papa Francisco reconheceu, conforme divulgado ontem, o martírio da jovem, assassinada aos 20 anos quando estudava em Juiz de Fora, na Zona da Mata.


 


Em 1º de setembro de 1982, um homem tentou violentá-la, mas ela teria lutado até a morte para defender a virgindade, recebendo 15 facadas. O crime interrompeu o desejo da estudante de prestar vestibular para medicina.


 


"Agora só falta o Vaticano marcar a data da cerimônia de beatificação, pois, com a declaração de reconhecimento como mártir, não é necessário comprovação de milagre nesta etapa", explica monsenhor Danival Milagres Coelho, vigário-geral para o clero da Arquidiocese de Mariana e titular da Paróquia do Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Barbacena, que guarda os restos mortais da jovem.


 


No local, há também um memorial dedicado a ela. Seus tios vivem no município.



"Ela é exemplo para os jovens e um símbolo nestes tempos de violência contra as mulheres. Sua história lembra a de Santa Maria Goretti", compara monsenhor Danival, em referência a Maria Teresa Goretti (1890-1902), jovem católica italiana, venerada como santa e mártir, e assassinada aos 11 anos numa tentativa de estupro.


 


Na etapa posterior ou canonização (para se tornar santa), é necessária a comprovação de um milagre "Há muitos registros de graças alcançadas por intercessão dela", acrescentou o monsenhor.


 


PATROCINADORES

 


Altar



Ao se tornar beata, Isabel Cristina poderá ter sua imagem em altares, templos (santuários, igrejas e capelas) a ela dedicados, e os fiéis podem recorrer à sua intercessão.


 


É o que ocorre com o holandês Beato Padre Eustáquio, que trabalhou durante muitos anos em Minas e morreu em Belo Horizonte, o Beato Padre Victor, que atrai peregrinos a Três Pontas, no Sul do estado, e a Beata Nhá Chica, alvo de romarias em Baependi, na mesma região.


 


Em Minas, há outros candidatos à beatificação.


 


Também foi divulgado ontem que, após reunião na terça-feira com o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Marcelo Semeraro, o papa Francisco autorizou promulgação de decreto reconhecendo as virtudes heroicas do religioso Roberto Giovani, abrindo o caminho para a beatificação.


 


Ele nasceu em Rio Claro (SP), em 16 de março de 1903, e passou a maior parte da vida em Casa Branca, também no interior paulista, onde ficou marcado por suas ações sociais, especialmente com pobres e doentes.


 


Giovani era ligado à Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo e morreu em Campinas, em 11 de janeiro de 1994, "após uma vida dedicada à solidariedade". 


 


 


Rumo à beatificação



 » ISABEL CRISTINA MRAD CAMPOS Nasceu em Barbacena, em 1962. Estudante em Juiz de Fora, na Zona da Mata, em 1º de setembro de 1982 foi morta com 15 facadas ao resistir a uma tentativa de estupro em sua casa.  (Falta marcar a data.).


Vaticano reconhece graças alcançadas por intercessão de estudante de Barbacena, morta aos 20 anos ao resistir a uma tentativa de estupro



Minas Gerais terá seu quarto beato na Igreja Católica, último passo antes da canonização.



Depois de Padre Eustáquio, Nhá Chica e Padre Victor, será a vez de Isabel Cristina Mrad Campos, nascida em 1962, em Barbacena, na Região Central.



O papa Francisco reconheceu, conforme divulgado ontem, o martírio da jovem, assassinada aos 20 anos quando estudava em Juiz de Fora, na Zona da Mata.



Em 1º de setembro de 1982, um homem tentou violentá-la, mas ela teria lutado até a morte para defender a virgindade, recebendo 15 facadas. O crime interrompeu o desejo da estudante de prestar vestibular para medicina.



"Agora só falta o Vaticano marcar a data da cerimônia de beatificação, pois, com a declaração de reconhecimento como mártir, não é necessário comprovação de milagre nesta etapa", explica monsenhor Danival Milagres Coelho, vigário-geral para o clero da Arquidiocese de Mariana e titular da Paróquia do Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Barbacena, que guarda os restos mortais da jovem.



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No local, há também um memorial dedicado a ela. Seus tios vivem no município.




"Ela é exemplo para os jovens e um símbolo nestes tempos de violência contra as mulheres. Sua história lembra a de Santa Maria Goretti", compara monsenhor Danival, em referência a Maria Teresa Goretti (1890-1902), jovem católica italiana, venerada como santa e mártir, e assassinada aos 11 anos numa tentativa de estupro.



Na etapa posterior ou canonização (para se tornar santa), é necessária a comprovação de um milagre "Há muitos registros de graças alcançadas por intercessão dela", acrescentou o monsenhor.



Altar




Ao se tornar beata, Isabel Cristina poderá ter sua imagem em altares, templos (santuários, igrejas e capelas) a ela dedicados, e os fiéis podem recorrer à sua intercessão.



É o que ocorre com o holandês Beato Padre Eustáquio, que trabalhou durante muitos anos em Minas e morreu em Belo Horizonte, o Beato Padre Victor, que atrai peregrinos a Três Pontas, no Sul do estado, e a Beata Nhá Chica, alvo de romarias em Baependi, na mesma região.



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Em Minas, há outros candidatos à beatificação.



Também foi divulgado ontem que, após reunião na terça-feira com o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Marcelo Semeraro, o papa Francisco autorizou promulgação de decreto reconhecendo as virtudes heroicas do religioso Roberto Giovani, abrindo o caminho para a beatificação.



Ele nasceu em Rio Claro (SP), em 16 de março de 1903, e passou a maior parte da vida em Casa Branca, também no interior paulista, onde ficou marcado por suas ações sociais, especialmente com pobres e doentes.



Giovani era ligado à Congregação dos Sagrados Estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo e morreu em Campinas, em 11 de janeiro de 1994, "após uma vida dedicada à solidariedade". 



Rumo à beatificação




 » ISABEL CRISTINA MRAD CAMPOS Nasceu em Barbacena, em 1962. Estudante em Juiz de Fora, na Zona da Mata, em 1º de setembro de 1982 foi morta com 15 facadas ao resistir a uma tentativa de estupro em sua casa.  (Falta marcar a data.).



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