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Bem Estar

Covid: Agência de remédios europeia prevê para janeiro distribuição de vacinas

Publicado por TV Minas em 14/11/2020 às 20h25 - Atualizado em 15/11/2020 às 20h29

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Diretor da entidade faz uma ressalva de que primeiro é necessário constatar se dados preliminares de eficácia são "sólidos".

 

O diretor da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), Guido Rasi, afirmou neste sábado que uma vacina contra o novo coronavírus pode começar a ser distribuída no continente a partir de janeiro. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal italiano Il Sole 24 Ore.

 

Rasi diz que a entidade pode dar certificação a uma primeira vacina daqui até o final do ano. A mais avançada é a das farmacêuticas Pfizer e BioNTech, que divulgou estudos preliminares de fase 3 e que dão conta de uma eficácia na casa dos 90%.

 

"Se os dados são sólidos, poderemos dar o sinal verde para a primeira vacina daqui até o fim do ano e começar a distribuição a partir de janeiro", disse o diretor.


A Comissão Europeia, responsável pela autorização final de vacinas, anunciou nesta semana que acertou com os dois laboratórios a compra de cerca de 300 milhões de doses do imunizante.

 

A EMA, que autoriza e controla medicamentos, aposta em mais seis ou sete vacinas diferentes a serem lançadas em 2021, aponta Rasi.

 

"Temos recebido também dados pré-clínicos da AstraZeneca (...) e tivemos várias discussões com a Moderna", diz ele. "Com uma vacina no mercado em janeiro, teremos os primeiros efeitos sobre a propagação do vírus em cinco ou seis meses, especialmente durante o próximo verão europeu."

 

Ainda que as previsões otimistas se confirmem, o diretor da EMA afirma que está claro que não será possível uma vacinação ampla da população e categorias "mais expostas", como idosos e profissionais da saúde devem ser priorizados.

 

Rasi acredita, no entanto, que vacinar mais da metade da população europeia, algo em torno de 500 milhões de doses, terá um efeito significativo na contenção da pandemia.

 

Levará ao menos um ano para que se vacine a todos, ele projeta. "Se tudo correr bem, até o final de 2021 teremos uma imunização suficiente", diz.


O mandato de Rasi na diretoria da EMA terminou nesta sexta-feira (13). A farmacêutica Emer Cooke o substitui no posto.

 

 

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Diretor da entidade faz uma ressalva de que primeiro é necessário constatar se dados preliminares de eficácia são "sólidos".


 


O diretor da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), Guido Rasi, afirmou neste sábado que uma vacina contra o novo coronavírus pode começar a ser distribuída no continente a partir de janeiro. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal italiano Il Sole 24 Ore.


 


Rasi diz que a entidade pode dar certificação a uma primeira vacina daqui até o final do ano. A mais avançada é a das farmacêuticas Pfizer e BioNTech, que divulgou estudos preliminares de fase 3 e que dão conta de uma eficácia na casa dos 90%.


 


"Se os dados são sólidos, poderemos dar o sinal verde para a primeira vacina daqui até o fim do ano e começar a distribuição a partir de janeiro", disse o diretor.



A Comissão Europeia, responsável pela autorização final de vacinas, anunciou nesta semana que acertou com os dois laboratórios a compra de cerca de 300 milhões de doses do imunizante.


 


A EMA, que autoriza e controla medicamentos, aposta em mais seis ou sete vacinas diferentes a serem lançadas em 2021, aponta Rasi.


 


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"Temos recebido também dados pré-clínicos da AstraZeneca (...) e tivemos várias discussões com a Moderna", diz ele. "Com uma vacina no mercado em janeiro, teremos os primeiros efeitos sobre a propagação do vírus em cinco ou seis meses, especialmente durante o próximo verão europeu."


 


Ainda que as previsões otimistas se confirmem, o diretor da EMA afirma que está claro que não será possível uma vacinação ampla da população e categorias "mais expostas", como idosos e profissionais da saúde devem ser priorizados.


 


Rasi acredita, no entanto, que vacinar mais da metade da população europeia, algo em torno de 500 milhões de doses, terá um efeito significativo na contenção da pandemia.


 


Levará ao menos um ano para que se vacine a todos, ele projeta. "Se tudo correr bem, até o final de 2021 teremos uma imunização suficiente", diz.



O mandato de Rasi na diretoria da EMA terminou nesta sexta-feira (13). A farmacêutica Emer Cooke o substitui no posto.


 


 


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Diretor da entidade faz uma ressalva de que primeiro é necessário constatar se dados preliminares de eficácia são "sólidos".



O diretor da Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês), Guido Rasi, afirmou neste sábado que uma vacina contra o novo coronavírus pode começar a ser distribuída no continente a partir de janeiro. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal italiano Il Sole 24 Ore.



Rasi diz que a entidade pode dar certificação a uma primeira vacina daqui até o final do ano. A mais avançada é a das farmacêuticas Pfizer e BioNTech, que divulgou estudos preliminares de fase 3 e que dão conta de uma eficácia na casa dos 90%.



"Se os dados são sólidos, poderemos dar o sinal verde para a primeira vacina daqui até o fim do ano e começar a distribuição a partir de janeiro", disse o diretor.



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A Comissão Europeia, responsável pela autorização final de vacinas, anunciou nesta semana que acertou com os dois laboratórios a compra de cerca de 300 milhões de doses do imunizante.



A EMA, que autoriza e controla medicamentos, aposta em mais seis ou sete vacinas diferentes a serem lançadas em 2021, aponta Rasi.



"Temos recebido também dados pré-clínicos da AstraZeneca (...) e tivemos várias discussões com a Moderna", diz ele. "Com uma vacina no mercado em janeiro, teremos os primeiros efeitos sobre a propagação do vírus em cinco ou seis meses, especialmente durante o próximo verão europeu."



Ainda que as previsões otimistas se confirmem, o diretor da EMA afirma que está claro que não será possível uma vacinação ampla da população e categorias "mais expostas", como idosos e profissionais da saúde devem ser priorizados.



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Rasi acredita, no entanto, que vacinar mais da metade da população europeia, algo em torno de 500 milhões de doses, terá um efeito significativo na contenção da pandemia.



Levará ao menos um ano para que se vacine a todos, ele projeta. "Se tudo correr bem, até o final de 2021 teremos uma imunização suficiente", diz.




O mandato de Rasi na diretoria da EMA terminou nesta sexta-feira (13). A farmacêutica Emer Cooke o substitui no posto.



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