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Bem Estar

Pão de Açúcar se compromete a não comprar ovos de galinhas confinadas em gaiolas

Publicado por TV Minas em 17/11/2020 às 16h12 - Atualizado às 16h39

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Após quatro anos pedindo para o GPA, grupo que detém as marcas Pão de Açúcar e Extra, parar de comercializar ovos que dependem de sistemas de confinamento intensivo de galinhas em gaiolas, a empresa anunciou o seu compromisso na última quarta-feira, 11 de novembro.

 

Esse é um importante marco na indústria alimentícia e na luta pelos direitos dos animais no Brasil! Agora, as três maiores redes de supermercados do país - o GPA, o Grupo Big (ex-Walmart Brasil) e o Carrefour - estão comprometidas a mudar. As negociações foram lideradas pela Mercy For Animals junto às ONGs Alianima, Animal Equality, Forum Nacional de Proteção e Defesa Animal e Humane Society International.

 

Até 2028, o Pão de Açúcar e o Extra completarão a transição e passarão a vender somente ovos de galinhas criadas em sistemas livres de gaiolas em todas as suas cadeias de suprimento, tanto de marcas próprias quanto de fornecedores terceirizados. Com essa mudança, estima-se que anualmente cerca de 5,7 milhões de galinhas possam ser impactadas positivamente no país.

 

 

As gaiolas são uma das piores causas de sofrimento animal

 

Em uma típica granja com sistema de gaiolas, galinhas passam suas vidas em espaços tão pequenos que mal conseguem andar ou esticar as suas asas. É frequente que aves fiquem presas, sofram ferimentos e tenham os seus membros mutilados nos aramados das gaiolas ou sob as bandejas de ração.

 

Nessas granjas, muitas galinhas sofrem sem cuidados até a morte e é comum ver aves em decomposição em meio a outras ainda botando ovos que serão comercializados. No Brasil, estima-se que 95% das galinhas sejam criadas assim.

 

É urgente que toda e qualquer instituição que tenha ovos em sua cadeia de suprimentos olhe para essa questão com mais responsabilidade. Mais do que nunca, não mudar é insustentável.

 

 

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Após quatro anos pedindo para o GPA, grupo que detém as marcas Pão de Açúcar e Extra, parar de comercializar ovos que dependem de sistemas de confinamento intensivo de galinhas em gaiolas, a empresa anunciou o seu compromisso na última quarta-feira, 11 de novembro.


 


Esse é um importante marco na indústria alimentícia e na luta pelos direitos dos animais no Brasil! Agora, as três maiores redes de supermercados do país - o GPA, o Grupo Big (ex-Walmart Brasil) e o Carrefour - estão comprometidas a mudar. As negociações foram lideradas pela Mercy For Animals junto às ONGs Alianima, Animal Equality, Forum Nacional de Proteção e Defesa Animal e Humane Society International.


 


Até 2028, o Pão de Açúcar e o Extra completarão a transição e passarão a vender somente ovos de galinhas criadas em sistemas livres de gaiolas em todas as suas cadeias de suprimento, tanto de marcas próprias quanto de fornecedores terceirizados. Com essa mudança, estima-se que anualmente cerca de 5,7 milhões de galinhas possam ser impactadas positivamente no país.


 


 


As gaiolas são uma das piores causas de sofrimento animal


 


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Em uma típica granja com sistema de gaiolas, galinhas passam suas vidas em espaços tão pequenos que mal conseguem andar ou esticar as suas asas. É frequente que aves fiquem presas, sofram ferimentos e tenham os seus membros mutilados nos aramados das gaiolas ou sob as bandejas de ração.


 


Nessas granjas, muitas galinhas sofrem sem cuidados até a morte e é comum ver aves em decomposição em meio a outras ainda botando ovos que serão comercializados. No Brasil, estima-se que 95% das galinhas sejam criadas assim.


 


É urgente que toda e qualquer instituição que tenha ovos em sua cadeia de suprimentos olhe para essa questão com mais responsabilidade. Mais do que nunca, não mudar é insustentável.


 


 


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Esse é um importante marco na indústria alimentícia e na luta pelos direitos dos animais no Brasil! Agora, as três maiores redes de supermercados do país - o GPA, o Grupo Big (ex-Walmart Brasil) e o Carrefour - estão comprometidas a mudar. As negociações foram lideradas pela Mercy For Animals junto às ONGs Alianima, Animal Equality, Forum Nacional de Proteção e Defesa Animal e Humane Society International.



Até 2028, o Pão de Açúcar e o Extra completarão a transição e passarão a vender somente ovos de galinhas criadas em sistemas livres de gaiolas em todas as suas cadeias de suprimento, tanto de marcas próprias quanto de fornecedores terceirizados. Com essa mudança, estima-se que anualmente cerca de 5,7 milhões de galinhas possam ser impactadas positivamente no país.



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Em uma típica granja com sistema de gaiolas, galinhas passam suas vidas em espaços tão pequenos que mal conseguem andar ou esticar as suas asas. É frequente que aves fiquem presas, sofram ferimentos e tenham os seus membros mutilados nos aramados das gaiolas ou sob as bandejas de ração.



Nessas granjas, muitas galinhas sofrem sem cuidados até a morte e é comum ver aves em decomposição em meio a outras ainda botando ovos que serão comercializados. No Brasil, estima-se que 95% das galinhas sejam criadas assim.



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