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Bem Estar

Aos 82 anos, idoso tentará cursar medicina e promete atender de graça

Publicado por TV Minas em 17/11/2020 às 21h49 - Atualizado às 19h10

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Antônio Tonouti é a prova de que a idade não é limite para nada, muito menos para estudar. 'Eu acho que estudando a gente desenferruja os neurônios', destacou.

 

Aos 82 anos, o aposentado Antônio Tonouti esbanja vitalidade. Ele é farmacêutico desde 1959 e também é formado em direito.

 

"Se eu passar, que eu acho muito difícil, vou continuar estudando. E, se eu tiver vivo até lá, eu prometo fazer consultas de graça", ressaltou.

 

Ele prestará vestibular na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e, no dia a dia, é extremamente dedicado.

 

Além das duas formações, já passou em outro vestibular para letras, mas não chegou a fazer a matrícula, e ainda faz pinturas e aulas de inglês. Inclusive, segundo ele, a ideia de prestar vestibular para medicina surgiu durante uma das aulas, ao perceber que outros colegas mais jovens também iriam concorrer na UEL.

 

"Eu acho que estudando a gente desenferruja os neurônios. E a educação é a coisa mais importante da vida", destacou o seu Antônio.

 

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Antônio Tonouti é a prova de que a idade não é limite para nada, muito menos para estudar. 'Eu acho que estudando a gente desenferruja os neurônios', destacou.


 


Aos 82 anos, o aposentado Antônio Tonouti esbanja vitalidade. Ele é farmacêutico desde 1959 e também é formado em direito.


 


"Se eu passar, que eu acho muito difícil, vou continuar estudando. E, se eu tiver vivo até lá, eu prometo fazer consultas de graça", ressaltou.


 


Ele prestará vestibular na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e, no dia a dia, é extremamente dedicado.


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Além das duas formações, já passou em outro vestibular para letras, mas não chegou a fazer a matrícula, e ainda faz pinturas e aulas de inglês. Inclusive, segundo ele, a ideia de prestar vestibular para medicina surgiu durante uma das aulas, ao perceber que outros colegas mais jovens também iriam concorrer na UEL.


 


"Eu acho que estudando a gente desenferruja os neurônios. E a educação é a coisa mais importante da vida", destacou o seu Antônio.


 


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Antônio Tonouti é a prova de que a idade não é limite para nada, muito menos para estudar. 'Eu acho que estudando a gente desenferruja os neurônios', destacou.



Aos 82 anos, o aposentado Antônio Tonouti esbanja vitalidade. Ele é farmacêutico desde 1959 e também é formado em direito.



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"Se eu passar, que eu acho muito difícil, vou continuar estudando. E, se eu tiver vivo até lá, eu prometo fazer consultas de graça", ressaltou.



Ele prestará vestibular na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e, no dia a dia, é extremamente dedicado.



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Além das duas formações, já passou em outro vestibular para letras, mas não chegou a fazer a matrícula, e ainda faz pinturas e aulas de inglês. Inclusive, segundo ele, a ideia de prestar vestibular para medicina surgiu durante uma das aulas, ao perceber que outros colegas mais jovens também iriam concorrer na UEL.



"Eu acho que estudando a gente desenferruja os neurônios. E a educação é a coisa mais importante da vida", destacou o seu Antônio.



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