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Bebê nasce "grávida" na Colômbia de sua própria irmã gêmea

Publicado por TV Minas em 18/11/2020 às 01h07 - Atualizado às 18h48

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Uma mãe colombiana deu à luz um bebê que carregava, em sua barriga, um corpo minúsculo, meio formado, mas ainda em crescimento, de sua própria irmã gêmea.

 

A pequena Itzmara nasceu com uma condição muito rara conhecida como “feto no feto”. Acredita-se que ocorra em cerca de um em cada 500 mil nascimentos. Nos últimos anos, nascimentos semelhantes ocorreram na Índia, na Indonésia e em Cingapura. Mas o último caso foi ainda mais incomum, pois os médicos identificaram claramente o feto dentro do bebê ainda durante a gravidez, explicou o obstetra Miguel Parra-Saavedra, especialista em gravidez de alto risco em Baranquilla, Colômbia, que supervisionou o nascimento. Ele viu a gestante, Monica Vega, 33, pela primeira vez quando ela estava na 35ª semana de gravidez, cinco semanas antes do parto.

 

O obstetra anterior acreditava que o bebê tinha um cisto no fígado. Mas, usando um Doppler colorido e imagens de ultrassom 3D/4D, Parra-Saavedra foi capaz de ver que o espaço cheio de fluido, na verdade, continha um bebê minúsculo, sustentado por um cordão umbilical separado que extraia sangue, e conectado ao intestino do gêmeo maior. “Eu contei para a mãe e ela disse: 'O quê? Não, doutor, isso é impossível' Mas eu expliquei passo a passo, e ela entendeu”, disse ele, em entrevista ao The New York Times.

 

Em 22 de fevereiro, com 37 semanas, Itzmara já pesava cerca de três quilos e os médicos decidiram fazer o parto cesariana, pois temiam que a gêmea interna esmagasse seus órgãos abdominais. No dia seguinte ao nascimento, eles removeram o gêmeo fetal por cirurgia laparoscópica. O feto tinha cerca de cinco centímetros de comprimento, cabeça e membros rudimentares, mas não tinha cérebro e coração, conta o médico.

 

Segundo ele, às vezes, esses fetos são diagnosticados erroneamente como teratoma, um tumor que pode conter ossos, tecido muscular e cabelo. Uma comparação de DNA está sendo feita, mas o especialista disse não ter dúvidas de que os dois bebês eram gêmeos idênticos do mesmo óvulo. Itzamara está bem. “Ela tem uma pequena cicatriz em seu abdômen, mas é um bebê normal agora, exceto que o mundo inteiro está falando sobre ela”, finalizou o obstetra.

 

Como o feto menor se alimentava de sua irmã, ele é chamado de heterópago ou gêmeo parasita. Alguns gêmeos heterópagos nascem unidos a seus irmãos saudáveis, enquanto alguns crescem parcialmente dentro e parcialmente fora do corpo de seus gêmeos. Acredita-se que a condição aconteça logo após o 17º dia de gestação, quando o embrião se achata como um disco e se dobra sobre si mesmo para formar o feto alongado. Os médicos acreditam que, em casos extremamente raros, os embriões gêmeos se dividem apenas parcialmente e o maior envolve o menor.

 

Segundo o médico, a condição rara pode passar despercebida por muitos anos. Em 2015, uma inglesa de 45 anos que mora no Chipre foi submetida a uma cirurgia para retirar o que parecia ser um tumor de dez centímetros em seu ovário. Na dissecção, o tumor revelou ter um rosto parcialmente formado com um olho, um dente e cabelos pretos. Os médicos concluíram que era um gêmeo que se desenvolveu enquanto ela ainda estava no ventre de sua mãe.

 

 

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Uma mãe colombiana deu à luz um bebê que carregava, em sua barriga, um corpo minúsculo, meio formado, mas ainda em crescimento, de sua própria irmã gêmea.


 


A pequena Itzmara nasceu com uma condição muito rara conhecida como “feto no feto”. Acredita-se que ocorra em cerca de um em cada 500 mil nascimentos. Nos últimos anos, nascimentos semelhantes ocorreram na Índia, na Indonésia e em Cingapura. Mas o último caso foi ainda mais incomum, pois os médicos identificaram claramente o feto dentro do bebê ainda durante a gravidez, explicou o obstetra Miguel Parra-Saavedra, especialista em gravidez de alto risco em Baranquilla, Colômbia, que supervisionou o nascimento. Ele viu a gestante, Monica Vega, 33, pela primeira vez quando ela estava na 35ª semana de gravidez, cinco semanas antes do parto.


 


O obstetra anterior acreditava que o bebê tinha um cisto no fígado. Mas, usando um Doppler colorido e imagens de ultrassom 3D/4D, Parra-Saavedra foi capaz de ver que o espaço cheio de fluido, na verdade, continha um bebê minúsculo, sustentado por um cordão umbilical separado que extraia sangue, e conectado ao intestino do gêmeo maior. “Eu contei para a mãe e ela disse: 'O quê? Não, doutor, isso é impossível' Mas eu expliquei passo a passo, e ela entendeu”, disse ele, em entrevista ao The New York Times.


 


Em 22 de fevereiro, com 37 semanas, Itzmara já pesava cerca de três quilos e os médicos decidiram fazer o parto cesariana, pois temiam que a gêmea interna esmagasse seus órgãos abdominais. No dia seguinte ao nascimento, eles removeram o gêmeo fetal por cirurgia laparoscópica. O feto tinha cerca de cinco centímetros de comprimento, cabeça e membros rudimentares, mas não tinha cérebro e coração, conta o médico.


 


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Segundo ele, às vezes, esses fetos são diagnosticados erroneamente como teratoma, um tumor que pode conter ossos, tecido muscular e cabelo. Uma comparação de DNA está sendo feita, mas o especialista disse não ter dúvidas de que os dois bebês eram gêmeos idênticos do mesmo óvulo. Itzamara está bem. “Ela tem uma pequena cicatriz em seu abdômen, mas é um bebê normal agora, exceto que o mundo inteiro está falando sobre ela”, finalizou o obstetra.


 


Como o feto menor se alimentava de sua irmã, ele é chamado de heterópago ou gêmeo parasita. Alguns gêmeos heterópagos nascem unidos a seus irmãos saudáveis, enquanto alguns crescem parcialmente dentro e parcialmente fora do corpo de seus gêmeos. Acredita-se que a condição aconteça logo após o 17º dia de gestação, quando o embrião se achata como um disco e se dobra sobre si mesmo para formar o feto alongado. Os médicos acreditam que, em casos extremamente raros, os embriões gêmeos se dividem apenas parcialmente e o maior envolve o menor.


 


Segundo o médico, a condição rara pode passar despercebida por muitos anos. Em 2015, uma inglesa de 45 anos que mora no Chipre foi submetida a uma cirurgia para retirar o que parecia ser um tumor de dez centímetros em seu ovário. Na dissecção, o tumor revelou ter um rosto parcialmente formado com um olho, um dente e cabelos pretos. Os médicos concluíram que era um gêmeo que se desenvolveu enquanto ela ainda estava no ventre de sua mãe.


 


 


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Uma mãe colombiana deu à luz um bebê que carregava, em sua barriga, um corpo minúsculo, meio formado, mas ainda em crescimento, de sua própria irmã gêmea.



A pequena Itzmara nasceu com uma condição muito rara conhecida como “feto no feto”. Acredita-se que ocorra em cerca de um em cada 500 mil nascimentos. Nos últimos anos, nascimentos semelhantes ocorreram na Índia, na Indonésia e em Cingapura. Mas o último caso foi ainda mais incomum, pois os médicos identificaram claramente o feto dentro do bebê ainda durante a gravidez, explicou o obstetra Miguel Parra-Saavedra, especialista em gravidez de alto risco em Baranquilla, Colômbia, que supervisionou o nascimento. Ele viu a gestante, Monica Vega, 33, pela primeira vez quando ela estava na 35ª semana de gravidez, cinco semanas antes do parto.



O obstetra anterior acreditava que o bebê tinha um cisto no fígado. Mas, usando um Doppler colorido e imagens de ultrassom 3D/4D, Parra-Saavedra foi capaz de ver que o espaço cheio de fluido, na verdade, continha um bebê minúsculo, sustentado por um cordão umbilical separado que extraia sangue, e conectado ao intestino do gêmeo maior. “Eu contei para a mãe e ela disse: 'O quê? Não, doutor, isso é impossível' Mas eu expliquei passo a passo, e ela entendeu”, disse ele, em entrevista ao The New York Times.



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Em 22 de fevereiro, com 37 semanas, Itzmara já pesava cerca de três quilos e os médicos decidiram fazer o parto cesariana, pois temiam que a gêmea interna esmagasse seus órgãos abdominais. No dia seguinte ao nascimento, eles removeram o gêmeo fetal por cirurgia laparoscópica. O feto tinha cerca de cinco centímetros de comprimento, cabeça e membros rudimentares, mas não tinha cérebro e coração, conta o médico.



Segundo ele, às vezes, esses fetos são diagnosticados erroneamente como teratoma, um tumor que pode conter ossos, tecido muscular e cabelo. Uma comparação de DNA está sendo feita, mas o especialista disse não ter dúvidas de que os dois bebês eram gêmeos idênticos do mesmo óvulo. Itzamara está bem. “Ela tem uma pequena cicatriz em seu abdômen, mas é um bebê normal agora, exceto que o mundo inteiro está falando sobre ela”, finalizou o obstetra.



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Segundo o médico, a condição rara pode passar despercebida por muitos anos. Em 2015, uma inglesa de 45 anos que mora no Chipre foi submetida a uma cirurgia para retirar o que parecia ser um tumor de dez centímetros em seu ovário. Na dissecção, o tumor revelou ter um rosto parcialmente formado com um olho, um dente e cabelos pretos. Os médicos concluíram que era um gêmeo que se desenvolveu enquanto ela ainda estava no ventre de sua mãe.



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