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Bem Estar

EUA aprovam uso de tratamento da Regeneron contra covid-19

Publicado por TV Minas em 22/11/2020 às 14h04

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Trata-se de uma combinação de dois anticorpos fabricados em laboratório; tratamento foi utilizado no caso do presidente dos EUA, Donald Trump.

 

Diante do avanço descontrolado da epidemia de covid-19, que infectou 12 milhões de pessoas em seu território, os Estados Unidos autorizaram o uso de um tratamento da empresa Regeneron, já utilizado pelo presidente Donald Trump.

 

Estados Unidos é, de longe, o país mais enlutado do mundo pelo coronavírus, com 255.800 mortes. A epidemia está fora de controle e o número de novos casos diários disparou (quase 164.000 apenas no sábado) e já supera os 12 milhões de contágios, segundo a Universidade Johns Hopkins.

 

Diante desta situação, a Agência de Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou neste sábado a aprovação urgente de um coquetel de anticorpos sintéticos da empresa de biotecnologia Regeneron. Este tratamento foi utilizado em Trump, que o promoveu depois de recuperar-se da covid-19 em outubro.

 

De acordo com a FDA, o tratamento com REGEN-COV2, uma combinação de dois anticorpos fabricados em laboratório, reduz as hospitalizações ou visitas à sala de emergências de pacientes com covid-19 que tenham doenças secundárias ou "comorbidades".


"Autorizar essas terapias com anticorpos monoclonais pode ajudar os pacientes ambulatórios a evitar a internação e aliviar a carga de nosso sistema de saúde", afirmou Stephen Hahn, comissário da FDA.

 

 

Terapia promissora

 

O presidente da Regeneron, Leonard Schleifer, acrescentou que esta decisão representa "um grande passo no combate à covid-19, já que os pacientes de alto risco nos Estados Unidos terão acesso a uma terapia promissora em uma etapa inicial de sua infecção".

 

Esses anticorpos imitam o que o sistema imunológico faz depois de contrair a covid-19 ao bloquear a ponta do vírus que lhe permite aderir e penetrar nas células humanas.

 

Este tratamento é mais eficaz durante a fase inicial do contágio, quando os anticorpos ainda têm a possibilidade de controlar o invasor, e não durante a segunda fase da covid-19, quando o perigo já não é o vírus e sim a reação exagerada do sistema imunológico que ataca os pulmões e outros órgãos.

 

O tratamento da Regeneron é o segundo com anticorpos sintéticos que recebe a aprovação emergencial da FDA, depois que uma terapia semelhante desenvolvida pela Eli Lilly conseguiu esse status em 9 de novembro.

 

A empresa recebeu mais de 450 milhões de dólares do governo dos Estados Unidos para o desenvolvimento de tratamentos para combater a covid-19 dentro da operação "Warp Speed" (máxima velocidade), criada por Trump para imunizar a população americana.

 

A Casa Branca também anunciou no final de outubro a compra de 300.000 doses do tratamento da Lilly por 375 milhões de dólares, a 1,25 dólares a dose.

 

A autorização concedida à Regeneron é a mais recente das notícias esperançosas na luta contra o coronavírus, depois que os projetos de vacina da Pfizer/BioNTech e da Moderna anunciaram eficácias próximas a 95%.

 

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Trata-se de uma combinação de dois anticorpos fabricados em laboratório; tratamento foi utilizado no caso do presidente dos EUA, Donald Trump.


 


Diante do avanço descontrolado da epidemia de covid-19, que infectou 12 milhões de pessoas em seu território, os Estados Unidos autorizaram o uso de um tratamento da empresa Regeneron, já utilizado pelo presidente Donald Trump.


 


Estados Unidos é, de longe, o país mais enlutado do mundo pelo coronavírus, com 255.800 mortes. A epidemia está fora de controle e o número de novos casos diários disparou (quase 164.000 apenas no sábado) e já supera os 12 milhões de contágios, segundo a Universidade Johns Hopkins.


 


Diante desta situação, a Agência de Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou neste sábado a aprovação urgente de um coquetel de anticorpos sintéticos da empresa de biotecnologia Regeneron. Este tratamento foi utilizado em Trump, que o promoveu depois de recuperar-se da covid-19 em outubro.


 


De acordo com a FDA, o tratamento com REGEN-COV2, uma combinação de dois anticorpos fabricados em laboratório, reduz as hospitalizações ou visitas à sala de emergências de pacientes com covid-19 que tenham doenças secundárias ou "comorbidades".



"Autorizar essas terapias com anticorpos monoclonais pode ajudar os pacientes ambulatórios a evitar a internação e aliviar a carga de nosso sistema de saúde", afirmou Stephen Hahn, comissário da FDA.


 


 


Terapia promissora


 


O presidente da Regeneron, Leonard Schleifer, acrescentou que esta decisão representa "um grande passo no combate à covid-19, já que os pacientes de alto risco nos Estados Unidos terão acesso a uma terapia promissora em uma etapa inicial de sua infecção".


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Esses anticorpos imitam o que o sistema imunológico faz depois de contrair a covid-19 ao bloquear a ponta do vírus que lhe permite aderir e penetrar nas células humanas.


 


Este tratamento é mais eficaz durante a fase inicial do contágio, quando os anticorpos ainda têm a possibilidade de controlar o invasor, e não durante a segunda fase da covid-19, quando o perigo já não é o vírus e sim a reação exagerada do sistema imunológico que ataca os pulmões e outros órgãos.


 


O tratamento da Regeneron é o segundo com anticorpos sintéticos que recebe a aprovação emergencial da FDA, depois que uma terapia semelhante desenvolvida pela Eli Lilly conseguiu esse status em 9 de novembro.


 


A empresa recebeu mais de 450 milhões de dólares do governo dos Estados Unidos para o desenvolvimento de tratamentos para combater a covid-19 dentro da operação "Warp Speed" (máxima velocidade), criada por Trump para imunizar a população americana.


 


A Casa Branca também anunciou no final de outubro a compra de 300.000 doses do tratamento da Lilly por 375 milhões de dólares, a 1,25 dólares a dose.


 


A autorização concedida à Regeneron é a mais recente das notícias esperançosas na luta contra o coronavírus, depois que os projetos de vacina da Pfizer/BioNTech e da Moderna anunciaram eficácias próximas a 95%.


 


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Trata-se de uma combinação de dois anticorpos fabricados em laboratório; tratamento foi utilizado no caso do presidente dos EUA, Donald Trump.



Diante do avanço descontrolado da epidemia de covid-19, que infectou 12 milhões de pessoas em seu território, os Estados Unidos autorizaram o uso de um tratamento da empresa Regeneron, já utilizado pelo presidente Donald Trump.



Estados Unidos é, de longe, o país mais enlutado do mundo pelo coronavírus, com 255.800 mortes. A epidemia está fora de controle e o número de novos casos diários disparou (quase 164.000 apenas no sábado) e já supera os 12 milhões de contágios, segundo a Universidade Johns Hopkins.



Diante desta situação, a Agência de Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou neste sábado a aprovação urgente de um coquetel de anticorpos sintéticos da empresa de biotecnologia Regeneron. Este tratamento foi utilizado em Trump, que o promoveu depois de recuperar-se da covid-19 em outubro.



De acordo com a FDA, o tratamento com REGEN-COV2, uma combinação de dois anticorpos fabricados em laboratório, reduz as hospitalizações ou visitas à sala de emergências de pacientes com covid-19 que tenham doenças secundárias ou "comorbidades".




"Autorizar essas terapias com anticorpos monoclonais pode ajudar os pacientes ambulatórios a evitar a internação e aliviar a carga de nosso sistema de saúde", afirmou Stephen Hahn, comissário da FDA.



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O presidente da Regeneron, Leonard Schleifer, acrescentou que esta decisão representa "um grande passo no combate à covid-19, já que os pacientes de alto risco nos Estados Unidos terão acesso a uma terapia promissora em uma etapa inicial de sua infecção".



Esses anticorpos imitam o que o sistema imunológico faz depois de contrair a covid-19 ao bloquear a ponta do vírus que lhe permite aderir e penetrar nas células humanas.



Este tratamento é mais eficaz durante a fase inicial do contágio, quando os anticorpos ainda têm a possibilidade de controlar o invasor, e não durante a segunda fase da covid-19, quando o perigo já não é o vírus e sim a reação exagerada do sistema imunológico que ataca os pulmões e outros órgãos.



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O tratamento da Regeneron é o segundo com anticorpos sintéticos que recebe a aprovação emergencial da FDA, depois que uma terapia semelhante desenvolvida pela Eli Lilly conseguiu esse status em 9 de novembro.



A empresa recebeu mais de 450 milhões de dólares do governo dos Estados Unidos para o desenvolvimento de tratamentos para combater a covid-19 dentro da operação "Warp Speed" (máxima velocidade), criada por Trump para imunizar a população americana.



A Casa Branca também anunciou no final de outubro a compra de 300.000 doses do tratamento da Lilly por 375 milhões de dólares, a 1,25 dólares a dose.



A autorização concedida à Regeneron é a mais recente das notícias esperançosas na luta contra o coronavírus, depois que os projetos de vacina da Pfizer/BioNTech e da Moderna anunciaram eficácias próximas a 95%.



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