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Sul de Minas

"Esse preto fedido aqui de novo", teria dito um casal sobre padre de Alfenas

Publicado por TV Minas em 23/11/2020 às 20h38 - Atualizado às 17h48

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Sacerdote Riva Rodrigues vem sendo vítima de injúria racial por fiéis na cidade; vítima preferiu não registrar o caso.

 

Um Padre de Alfenas, no Sul de Minas, foi vítima de injúria racial por fiéis na cidade. Riva Rodrigues de Paula preferiu não registrar o caso e optou pela conscientização da sociedade.

 

Riva Rodrigues de Paula, de 42 anos, chegou em Alfenas há dois meses e, segundo ele, é o primeiro vigário paroquial negro da Paróquia São José e Nossa Senhora das Dores. “Via telefone eles falaram muitas coisas. Era pra ser avisado quando o padre preto ia celebrar a missa, porque eles não gostam de negro”.

 

A última ofensa aconteceu na semana passada, quando foi celebrada a semana da Consciência Negra. “O casal chegando para celebração perguntou se era o padre preto fedido que ia celebrar a missa de novo”, afirma.

 

O vigário paroquial ainda não registrou o boletim de ocorrência. “Eu acredito na força do amor e optei pela conscientização. A primeiro momento, as palavras tem um impacto muito grande sobre nós. Mas rezando, eu optei pelo desabafo, pela denúncia e levar o nosso povo a conscientizar, que nenhum tipo de preconceito é bem-vindo na nossa sociedade”, ressalta.

 

De acordo com o padre, essa não é a primeira vez que é ofendido pela cor. Em 2013, ele também passou por situações parecidas em Poços de Caldas. “Aqueles que prezam pelo respeito à vida, tem que denunciar e falar desse mal, que ainda está vivo na nossa sociedade”, finaliza.

 

 

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Sacerdote Riva Rodrigues vem sendo vítima de injúria racial por fiéis na cidade; vítima preferiu não registrar o caso.


 


Um Padre de Alfenas, no Sul de Minas, foi vítima de injúria racial por fiéis na cidade. Riva Rodrigues de Paula preferiu não registrar o caso e optou pela conscientização da sociedade.


 


Riva Rodrigues de Paula, de 42 anos, chegou em Alfenas há dois meses e, segundo ele, é o primeiro vigário paroquial negro da Paróquia São José e Nossa Senhora das Dores. “Via telefone eles falaram muitas coisas. Era pra ser avisado quando o padre preto ia celebrar a missa, porque eles não gostam de negro”.


 


A última ofensa aconteceu na semana passada, quando foi celebrada a semana da Consciência Negra. “O casal chegando para celebração perguntou se era o padre preto fedido que ia celebrar a missa de novo”, afirma.


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O vigário paroquial ainda não registrou o boletim de ocorrência. “Eu acredito na força do amor e optei pela conscientização. A primeiro momento, as palavras tem um impacto muito grande sobre nós. Mas rezando, eu optei pelo desabafo, pela denúncia e levar o nosso povo a conscientizar, que nenhum tipo de preconceito é bem-vindo na nossa sociedade”, ressalta.


 


De acordo com o padre, essa não é a primeira vez que é ofendido pela cor. Em 2013, ele também passou por situações parecidas em Poços de Caldas. “Aqueles que prezam pelo respeito à vida, tem que denunciar e falar desse mal, que ainda está vivo na nossa sociedade”, finaliza.


 


 


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Sacerdote Riva Rodrigues vem sendo vítima de injúria racial por fiéis na cidade; vítima preferiu não registrar o caso.



Um Padre de Alfenas, no Sul de Minas, foi vítima de injúria racial por fiéis na cidade. Riva Rodrigues de Paula preferiu não registrar o caso e optou pela conscientização da sociedade.



Riva Rodrigues de Paula, de 42 anos, chegou em Alfenas há dois meses e, segundo ele, é o primeiro vigário paroquial negro da Paróquia São José e Nossa Senhora das Dores. “Via telefone eles falaram muitas coisas. Era pra ser avisado quando o padre preto ia celebrar a missa, porque eles não gostam de negro”.



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O vigário paroquial ainda não registrou o boletim de ocorrência. “Eu acredito na força do amor e optei pela conscientização. A primeiro momento, as palavras tem um impacto muito grande sobre nós. Mas rezando, eu optei pelo desabafo, pela denúncia e levar o nosso povo a conscientizar, que nenhum tipo de preconceito é bem-vindo na nossa sociedade”, ressalta.



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De acordo com o padre, essa não é a primeira vez que é ofendido pela cor. Em 2013, ele também passou por situações parecidas em Poços de Caldas. “Aqueles que prezam pelo respeito à vida, tem que denunciar e falar desse mal, que ainda está vivo na nossa sociedade”, finaliza.



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