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Estados e municípios são responsáveis por testes prestes a vencer, diz Bolsonaro

Publicado por TV Minas em 24/11/2020 às 01h59

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Presidente foi questionado sobre informação de que 6,86 milhões de equipamentos para diagnóstico do coronavírus perderão a validade entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

 

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que os estados e municípios deverão explicar o porquê dos testes para a Covid-19 não terem sido utilizados. A afirmação foi dada em resposta a um seguidor que perguntou ao presidente se era verdadeira a informação de que 6,86 milhões de testes para o diagnóstico do coronavírus comprados pelo Ministério da Saúde perderão a validade entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

 

O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo na manhã de sábado, 22. A Saúde afirma que nenhum teste perdeu a validade e que eles estão prontos para serem utilizados conforme demanda dos estados e municípios.

 

Em resposta ao seguidor, Bolsonaro isentou o governo federal da responsabilidade afirmando que o material havia sido repassado aos estados e municípios e, por isso, são eles que devem explicação sobre a não utilização dos testes.

 

Segundo a reportagem do Estadão, exames RT-PCR estão estocados em um armazém do governo federal localizado em Guarulhos (região metropolitana de São Paulo) e não foram distribuídos para a rede pública. Em resposta à Jovem Pan, o Ministério da Saúde ressaltou que os testes RT-qPCR “são distribuídos de acordo com as demandas dos estados”.

 

 

“Ministério se mantém à disposição dos entes para dar suporte às ações de monitoramento, diagnóstico, tratamento e acompanhamentos dos casos, além de incentivar as ações de prevenção e assistência precoce nos serviços de saúde do SUS.

 

A pasta vem garantindo a disponibilidade de testes RT-qPCR para todo o país, permitindo que o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) possa procurar o serviço de saúde e ter garantido o seu teste, quando prescrito pelo profissional de saúde”, diz nota. Segundo a pasta, 5.043.469 testes RT-qPCR dos 9.317.356 milhões distribuídos para os laboratórios públicos dos estados foram realizados.

 

 

Validade dos testes

 

O Ministério da Saúde informou que “a exemplo do que ocorreu com outros lotes de testes utilizados em outros países, devem chegar ao Brasil, ainda esta semana, estudos de estabilidade estendida para os testes que a pasta tem em estoque”. Segundo a pasta, a empresa Seegene, fornecedora dos testes ao ministério, já está em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o envio dos estudos, assim que informados pelo fabricante.

 

Os documentos são avaliados pela Anvisa, que definirá o registro de utilização do produto. “Uma vez concedido esse parecer técnico, o Ministério da Saúde elaborará uma nota informativa quanto à extensão da validade e segurança da utilização dos testes”, disse à Jovem Pan.

 

 

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Presidente foi questionado sobre informação de que 6,86 milhões de equipamentos para diagnóstico do coronavírus perderão a validade entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.


 


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que os estados e municípios deverão explicar o porquê dos testes para a Covid-19 não terem sido utilizados. A afirmação foi dada em resposta a um seguidor que perguntou ao presidente se era verdadeira a informação de que 6,86 milhões de testes para o diagnóstico do coronavírus comprados pelo Ministério da Saúde perderão a validade entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.


 


O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo na manhã de sábado, 22. A Saúde afirma que nenhum teste perdeu a validade e que eles estão prontos para serem utilizados conforme demanda dos estados e municípios.


 


Em resposta ao seguidor, Bolsonaro isentou o governo federal da responsabilidade afirmando que o material havia sido repassado aos estados e municípios e, por isso, são eles que devem explicação sobre a não utilização dos testes.


 


Segundo a reportagem do Estadão, exames RT-PCR estão estocados em um armazém do governo federal localizado em Guarulhos (região metropolitana de São Paulo) e não foram distribuídos para a rede pública. Em resposta à Jovem Pan, o Ministério da Saúde ressaltou que os testes RT-qPCR “são distribuídos de acordo com as demandas dos estados”.


 


 


“Ministério se mantém à disposição dos entes para dar suporte às ações de monitoramento, diagnóstico, tratamento e acompanhamentos dos casos, além de incentivar as ações de prevenção e assistência precoce nos serviços de saúde do SUS.


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A pasta vem garantindo a disponibilidade de testes RT-qPCR para todo o país, permitindo que o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) possa procurar o serviço de saúde e ter garantido o seu teste, quando prescrito pelo profissional de saúde”, diz nota. Segundo a pasta, 5.043.469 testes RT-qPCR dos 9.317.356 milhões distribuídos para os laboratórios públicos dos estados foram realizados.


 


 


Validade dos testes


 


O Ministério da Saúde informou que “a exemplo do que ocorreu com outros lotes de testes utilizados em outros países, devem chegar ao Brasil, ainda esta semana, estudos de estabilidade estendida para os testes que a pasta tem em estoque”. Segundo a pasta, a empresa Seegene, fornecedora dos testes ao ministério, já está em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o envio dos estudos, assim que informados pelo fabricante.


 


Os documentos são avaliados pela Anvisa, que definirá o registro de utilização do produto. “Uma vez concedido esse parecer técnico, o Ministério da Saúde elaborará uma nota informativa quanto à extensão da validade e segurança da utilização dos testes”, disse à Jovem Pan.


 


 


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Presidente foi questionado sobre informação de que 6,86 milhões de equipamentos para diagnóstico do coronavírus perderão a validade entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.



O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que os estados e municípios deverão explicar o porquê dos testes para a Covid-19 não terem sido utilizados. A afirmação foi dada em resposta a um seguidor que perguntou ao presidente se era verdadeira a informação de que 6,86 milhões de testes para o diagnóstico do coronavírus comprados pelo Ministério da Saúde perderão a validade entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021.



O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo na manhã de sábado, 22. A Saúde afirma que nenhum teste perdeu a validade e que eles estão prontos para serem utilizados conforme demanda dos estados e municípios.



Em resposta ao seguidor, Bolsonaro isentou o governo federal da responsabilidade afirmando que o material havia sido repassado aos estados e municípios e, por isso, são eles que devem explicação sobre a não utilização dos testes.



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Segundo a reportagem do Estadão, exames RT-PCR estão estocados em um armazém do governo federal localizado em Guarulhos (região metropolitana de São Paulo) e não foram distribuídos para a rede pública. Em resposta à Jovem Pan, o Ministério da Saúde ressaltou que os testes RT-qPCR “são distribuídos de acordo com as demandas dos estados”.



“Ministério se mantém à disposição dos entes para dar suporte às ações de monitoramento, diagnóstico, tratamento e acompanhamentos dos casos, além de incentivar as ações de prevenção e assistência precoce nos serviços de saúde do SUS.



A pasta vem garantindo a disponibilidade de testes RT-qPCR para todo o país, permitindo que o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS) possa procurar o serviço de saúde e ter garantido o seu teste, quando prescrito pelo profissional de saúde”, diz nota. Segundo a pasta, 5.043.469 testes RT-qPCR dos 9.317.356 milhões distribuídos para os laboratórios públicos dos estados foram realizados.



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O Ministério da Saúde informou que “a exemplo do que ocorreu com outros lotes de testes utilizados em outros países, devem chegar ao Brasil, ainda esta semana, estudos de estabilidade estendida para os testes que a pasta tem em estoque”. Segundo a pasta, a empresa Seegene, fornecedora dos testes ao ministério, já está em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o envio dos estudos, assim que informados pelo fabricante.



Os documentos são avaliados pela Anvisa, que definirá o registro de utilização do produto. “Uma vez concedido esse parecer técnico, o Ministério da Saúde elaborará uma nota informativa quanto à extensão da validade e segurança da utilização dos testes”, disse à Jovem Pan.



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