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"Advogada internacional" que agrediu pessoas em padaria não tem registro na OAB

Publicado por TV Minas em 24/11/2020 às 18h00 - Atualizado às 15h08

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo informou que Lidiane Brandão Biezok, de 45 anos, não tem registro de advogada na entidade. No último dia 20, a mulher foi flagrada ofendendo funcionários e clientes da padaria Dona Deôla, em São Paulo. Na ocasião, ela chegou a dizer que era “advogada internacional”.

 

“A OAB SP esclarece que a senhora Lidiane Brandão Biezok não consta no sistema de cadastro da entidade e nem no Cadastro Nacional de Advogados (CNA), mantido pelo Conselho Federal da OAB, que exerce a função de fiel repositório do cadastro de todos os advogados do Brasil”, diz a notada OAB em São Paulo.

 

Fontes da entidade ouvidas pelo G1 explicaram que pode haver a possibilidade de que Lidiane seja aluna de direito ou já tenha se formado no curso, mas não possua o registro. Ou até mesmo, tenha registro de advogada em outro país.

 

 

Relembre o caso

 

Funcionários da padaria relataram na última sexta-feira (20), um caso de uma mulher humilhando funcionários e outros clientes durante um atendimento. Uma série de vídeos nas redes sociais mostram Lidiane ofendendo profissionais e agredindo clientes. A mulher foi presa em flagrante pela Polícia Militar, e liberada horas depois pela Justiça para cumprir prisão domiciliar.

 

“Ela me chamou de veado, de bicha, de tudo que tinha direito. Para quê essa discriminação? A gente está trabalhando”, disse Osvaldo da Silva Santana, um dos funcionários do local.

 

Procurada pelo G1, Lidiane admite ter se excedido ao usar termos homofóbicos contra clientes, e completa afirmando não ter nada contra gays e negou que tenha utilizado termos racistas contra os funcionários da padaria.

 

 

Assista ao vídeo:

 

 

 

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo informou que Lidiane Brandão Biezok, de 45 anos, não tem registro de advogada na entidade. No último dia 20, a mulher foi flagrada ofendendo funcionários e clientes da padaria Dona Deôla, em São Paulo. Na ocasião, ela chegou a dizer que era “advogada internacional”.


 


“A OAB SP esclarece que a senhora Lidiane Brandão Biezok não consta no sistema de cadastro da entidade e nem no Cadastro Nacional de Advogados (CNA), mantido pelo Conselho Federal da OAB, que exerce a função de fiel repositório do cadastro de todos os advogados do Brasil”, diz a notada OAB em São Paulo.


 


Fontes da entidade ouvidas pelo G1 explicaram que pode haver a possibilidade de que Lidiane seja aluna de direito ou já tenha se formado no curso, mas não possua o registro. Ou até mesmo, tenha registro de advogada em outro país.


 


 


Relembre o caso


 


Funcionários da padaria relataram na última sexta-feira (20), um caso de uma mulher humilhando funcionários e outros clientes durante um atendimento. Uma série de vídeos nas redes sociais mostram Lidiane ofendendo profissionais e agredindo clientes. A mulher foi presa em flagrante pela Polícia Militar, e liberada horas depois pela Justiça para cumprir prisão domiciliar.


 


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“Ela me chamou de veado, de bicha, de tudo que tinha direito. Para quê essa discriminação? A gente está trabalhando”, disse Osvaldo da Silva Santana, um dos funcionários do local.


 


Procurada pelo G1, Lidiane admite ter se excedido ao usar termos homofóbicos contra clientes, e completa afirmando não ter nada contra gays e negou que tenha utilizado termos racistas contra os funcionários da padaria.


 


 


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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo informou que Lidiane Brandão Biezok, de 45 anos, não tem registro de advogada na entidade. No último dia 20, a mulher foi flagrada ofendendo funcionários e clientes da padaria Dona Deôla, em São Paulo. Na ocasião, ela chegou a dizer que era “advogada internacional”.



“A OAB SP esclarece que a senhora Lidiane Brandão Biezok não consta no sistema de cadastro da entidade e nem no Cadastro Nacional de Advogados (CNA), mantido pelo Conselho Federal da OAB, que exerce a função de fiel repositório do cadastro de todos os advogados do Brasil”, diz a notada OAB em São Paulo.



Fontes da entidade ouvidas pelo G1 explicaram que pode haver a possibilidade de que Lidiane seja aluna de direito ou já tenha se formado no curso, mas não possua o registro. Ou até mesmo, tenha registro de advogada em outro país.



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Funcionários da padaria relataram na última sexta-feira (20), um caso de uma mulher humilhando funcionários e outros clientes durante um atendimento. Uma série de vídeos nas redes sociais mostram Lidiane ofendendo profissionais e agredindo clientes. A mulher foi presa em flagrante pela Polícia Militar, e liberada horas depois pela Justiça para cumprir prisão domiciliar.



“Ela me chamou de veado, de bicha, de tudo que tinha direito. Para quê essa discriminação? A gente está trabalhando”, disse Osvaldo da Silva Santana, um dos funcionários do local.



Procurada pelo G1, Lidiane admite ter se excedido ao usar termos homofóbicos contra clientes, e completa afirmando não ter nada contra gays e negou que tenha utilizado termos racistas contra os funcionários da padaria.



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