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Mineira que comeu vidro revela detalhes da tortura causada pelo companheiro

Publicado por TV Minas em 24/11/2020 às 22h02 - Atualizado às 19h19

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Em depoimento, vítima diz ter sido obrigada a mastigar vidro e conta como conseguiu saltar do carro em movimento.

 

A mulher de 37 anos, que foi agredida e torturada pelo companheiro em Montes Claros, no Norte de Minas, no último fim de semana, prestou depoimento à Polícia Civil na tarde dessa segunda-feira (23).

 

De acordo com a delegada delegada Karine Maia Costa, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Montes Claros, a vítima revelou como foi a violência brutal que sofreu por parte do homem, que é policial militar reformado e está preso.

 

“O depoimento dela foi bem detalhado e durou cerca de uma hora e meia. Ela contou detalhes da agressão, que foi uma verdadeira sessão de tortura, muito grave”, informou a delegada.

 

A violência teria sido motivada por ciúmes. O suspeito da agressão, F. R. S, foi preso logo após o fato, na tarde de sábado (21). Ele está recolhido no 10º Batalhão da Polícia Militar de Montes Claros.

 

O homem, conforme apurou a reportagem, também responde a processo administrativo demissionário (de expulsão) da PM, cujo motivo oficial não foi divulgado. A vítima, A. L. F., contou para os policiais que conseguiu escapar de sessão de agressões ao pular do carro do marido em movimento e pedir socorro no Hospital Aroldo Tourinho, em Montes Claros. Ela foi socorrida por funcionários do hospital.

 

 

Os detalhes do crime

 

Conforme o boletim de ocorrência, a mulher relatou que, ao buscá-la no trabalho, por volta do meio-dia de sábado e, o homem começou a agredi-la dentro do carro. “Você está me traindo. Quero o nome do amante” teria dito o agressor. A vitima disse que foi agredida com tapas, murros e puxões de cabelo e ainda teve o seu rosto arremessado contra o painel do carro.

 

Na sequência, descreveu, o policial reformado a levou até a localidade de Cabeceiras, a cinco quilômetros da área urbana de Montes Claros, onde parou o veiculo em um matagal. Lá, relatou a mulher, ela foi torturada por cerca de uma hora.

 

Conforme a delegada Karine Maia, a vitima informou que o companheiro cortou o corpo dela com um pedaço de osso de animal e com um pedaço de cerâmica (seria de vaso sanitário). Alegou que o homem também a obrigou a “mastigar” cacos de vidro, para que a mulher confessasse a traição, que ela sustenta nunca ter ocorrido.

 

Depois, o autor regressou para a área urbana, seguindo com a sessão de tortura, segundo relato da vítima.

 

Ao ser socorrida pelo hospital, a Policia Militar foi acionada e localizou o suspeito na casa da mãe dele, no Bairro Lourdes. O homem resistiu à prisão. Acabou sendo dominado, algemado e conduzido para a delegacia pela equipe da PM. A delegada Karine Maia informou que o casal está junto há mais de 10 anos e tem dois filhos.

 

 

Lesões causadas pela tortura.

 

 

O militar reformado já tinha um histórico de agressões à companheira que registrou um boletim de ocorrência e um pedido de medida protetiva contra o homem em 2012. Ainda conforme a delegada, a mulher registrou mais dois boletins de ocorrência contra o companheiro. Mesmo assim, a vítima de agressão não se separou do companheiro.

 

Karine Maia disse o policial militar reformado chegou a ser interditado por problemas psiquiátricos, tendo a mulher agredida como “ curadora dele”. Mas, ainda não se sabe que tipo de problema ele sofre.

 

O policial militar inativo ainda será ouvido durante o processo de investigação. A delegada especializada de Atendimento à Mulher informou que o homem foi autuado em flagrante pelos crimes de tortura e lesão corporal. Se confirmado o indiciamento em inquérito, ele poderá ser condenado a uma pena que varia de 4 a 10 anos de prisão.

 

 

Como a vítima pulou do carro

 

A delegada Karine Maia informou que, no depoimento, a vítima informou que no retorno para a área urbana de Montes Claros, como estava muito machucada e sentindo mal, ela pediu ao companheiro violento para que parasse o veiculo em frente ao Hospital Aroldo Tourinho, já que passava pelo local.

 

Conforme o depoimento da vítima, o homem parou o carro em frente ao hospital e começou a “planejar” uma desculpa para justificar os ferimentos da mulher, a fim de esconder que ela tinha sido sofrido violência por parte dele.

 

No entanto, imediatamente, ele mudou de ideia e decidiu arrancar o carro, um HB 20 Sedan. Nesse momento, a mulher conseguiu saltar do veículo em movimento e entrou no hospital gritando por socorro.

 

 

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Em depoimento, vítima diz ter sido obrigada a mastigar vidro e conta como conseguiu saltar do carro em movimento.


 


A mulher de 37 anos, que foi agredida e torturada pelo companheiro em Montes Claros, no Norte de Minas, no último fim de semana, prestou depoimento à Polícia Civil na tarde dessa segunda-feira (23).


 


De acordo com a delegada delegada Karine Maia Costa, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Montes Claros, a vítima revelou como foi a violência brutal que sofreu por parte do homem, que é policial militar reformado e está preso.


 


“O depoimento dela foi bem detalhado e durou cerca de uma hora e meia. Ela contou detalhes da agressão, que foi uma verdadeira sessão de tortura, muito grave”, informou a delegada.


 


A violência teria sido motivada por ciúmes. O suspeito da agressão, F. R. S, foi preso logo após o fato, na tarde de sábado (21). Ele está recolhido no 10º Batalhão da Polícia Militar de Montes Claros.


 


O homem, conforme apurou a reportagem, também responde a processo administrativo demissionário (de expulsão) da PM, cujo motivo oficial não foi divulgado. A vítima, A. L. F., contou para os policiais que conseguiu escapar de sessão de agressões ao pular do carro do marido em movimento e pedir socorro no Hospital Aroldo Tourinho, em Montes Claros. Ela foi socorrida por funcionários do hospital.


 


 


Os detalhes do crime


 


Conforme o boletim de ocorrência, a mulher relatou que, ao buscá-la no trabalho, por volta do meio-dia de sábado e, o homem começou a agredi-la dentro do carro. “Você está me traindo. Quero o nome do amante” teria dito o agressor. A vitima disse que foi agredida com tapas, murros e puxões de cabelo e ainda teve o seu rosto arremessado contra o painel do carro.


 


Na sequência, descreveu, o policial reformado a levou até a localidade de Cabeceiras, a cinco quilômetros da área urbana de Montes Claros, onde parou o veiculo em um matagal. Lá, relatou a mulher, ela foi torturada por cerca de uma hora.


 


Conforme a delegada Karine Maia, a vitima informou que o companheiro cortou o corpo dela com um pedaço de osso de animal e com um pedaço de cerâmica (seria de vaso sanitário). Alegou que o homem também a obrigou a “mastigar” cacos de vidro, para que a mulher confessasse a traição, que ela sustenta nunca ter ocorrido.


 


Depois, o autor regressou para a área urbana, seguindo com a sessão de tortura, segundo relato da vítima.


 


Ao ser socorrida pelo hospital, a Policia Militar foi acionada e localizou o suspeito na casa da mãe dele, no Bairro Lourdes. O homem resistiu à prisão. Acabou sendo dominado, algemado e conduzido para a delegacia pela equipe da PM. A delegada Karine Maia informou que o casal está junto há mais de 10 anos e tem dois filhos.


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Lesões causadas pela tortura.


 


 


O militar reformado já tinha um histórico de agressões à companheira que registrou um boletim de ocorrência e um pedido de medida protetiva contra o homem em 2012. Ainda conforme a delegada, a mulher registrou mais dois boletins de ocorrência contra o companheiro. Mesmo assim, a vítima de agressão não se separou do companheiro.


 


Karine Maia disse o policial militar reformado chegou a ser interditado por problemas psiquiátricos, tendo a mulher agredida como “ curadora dele”. Mas, ainda não se sabe que tipo de problema ele sofre.


 


O policial militar inativo ainda será ouvido durante o processo de investigação. A delegada especializada de Atendimento à Mulher informou que o homem foi autuado em flagrante pelos crimes de tortura e lesão corporal. Se confirmado o indiciamento em inquérito, ele poderá ser condenado a uma pena que varia de 4 a 10 anos de prisão.


 


 


Como a vítima pulou do carro


 


A delegada Karine Maia informou que, no depoimento, a vítima informou que no retorno para a área urbana de Montes Claros, como estava muito machucada e sentindo mal, ela pediu ao companheiro violento para que parasse o veiculo em frente ao Hospital Aroldo Tourinho, já que passava pelo local.


 


Conforme o depoimento da vítima, o homem parou o carro em frente ao hospital e começou a “planejar” uma desculpa para justificar os ferimentos da mulher, a fim de esconder que ela tinha sido sofrido violência por parte dele.


 


No entanto, imediatamente, ele mudou de ideia e decidiu arrancar o carro, um HB 20 Sedan. Nesse momento, a mulher conseguiu saltar do veículo em movimento e entrou no hospital gritando por socorro.


 


 


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A mulher de 37 anos, que foi agredida e torturada pelo companheiro em Montes Claros, no Norte de Minas, no último fim de semana, prestou depoimento à Polícia Civil na tarde dessa segunda-feira (23).



De acordo com a delegada delegada Karine Maia Costa, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Montes Claros, a vítima revelou como foi a violência brutal que sofreu por parte do homem, que é policial militar reformado e está preso.



“O depoimento dela foi bem detalhado e durou cerca de uma hora e meia. Ela contou detalhes da agressão, que foi uma verdadeira sessão de tortura, muito grave”, informou a delegada.



A violência teria sido motivada por ciúmes. O suspeito da agressão, F. R. S, foi preso logo após o fato, na tarde de sábado (21). Ele está recolhido no 10º Batalhão da Polícia Militar de Montes Claros.



O homem, conforme apurou a reportagem, também responde a processo administrativo demissionário (de expulsão) da PM, cujo motivo oficial não foi divulgado. A vítima, A. L. F., contou para os policiais que conseguiu escapar de sessão de agressões ao pular do carro do marido em movimento e pedir socorro no Hospital Aroldo Tourinho, em Montes Claros. Ela foi socorrida por funcionários do hospital.



Os detalhes do crime



Conforme o boletim de ocorrência, a mulher relatou que, ao buscá-la no trabalho, por volta do meio-dia de sábado e, o homem começou a agredi-la dentro do carro. “Você está me traindo. Quero o nome do amante” teria dito o agressor. A vitima disse que foi agredida com tapas, murros e puxões de cabelo e ainda teve o seu rosto arremessado contra o painel do carro.



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Conforme a delegada Karine Maia, a vitima informou que o companheiro cortou o corpo dela com um pedaço de osso de animal e com um pedaço de cerâmica (seria de vaso sanitário). Alegou que o homem também a obrigou a “mastigar” cacos de vidro, para que a mulher confessasse a traição, que ela sustenta nunca ter ocorrido.



Depois, o autor regressou para a área urbana, seguindo com a sessão de tortura, segundo relato da vítima.



Ao ser socorrida pelo hospital, a Policia Militar foi acionada e localizou o suspeito na casa da mãe dele, no Bairro Lourdes. O homem resistiu à prisão. Acabou sendo dominado, algemado e conduzido para a delegacia pela equipe da PM. A delegada Karine Maia informou que o casal está junto há mais de 10 anos e tem dois filhos.





Lesões causadas pela tortura.



O militar reformado já tinha um histórico de agressões à companheira que registrou um boletim de ocorrência e um pedido de medida protetiva contra o homem em 2012. Ainda conforme a delegada, a mulher registrou mais dois boletins de ocorrência contra o companheiro. Mesmo assim, a vítima de agressão não se separou do companheiro.



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O policial militar inativo ainda será ouvido durante o processo de investigação. A delegada especializada de Atendimento à Mulher informou que o homem foi autuado em flagrante pelos crimes de tortura e lesão corporal. Se confirmado o indiciamento em inquérito, ele poderá ser condenado a uma pena que varia de 4 a 10 anos de prisão.



Como a vítima pulou do carro



A delegada Karine Maia informou que, no depoimento, a vítima informou que no retorno para a área urbana de Montes Claros, como estava muito machucada e sentindo mal, ela pediu ao companheiro violento para que parasse o veiculo em frente ao Hospital Aroldo Tourinho, já que passava pelo local.



Conforme o depoimento da vítima, o homem parou o carro em frente ao hospital e começou a “planejar” uma desculpa para justificar os ferimentos da mulher, a fim de esconder que ela tinha sido sofrido violência por parte dele.



No entanto, imediatamente, ele mudou de ideia e decidiu arrancar o carro, um HB 20 Sedan. Nesse momento, a mulher conseguiu saltar do veículo em movimento e entrou no hospital gritando por socorro.



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