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Sul de Minas

Pesquisadores da Unifal estão entre os 2% mais influentes do mundo

Publicado por TV Minas em 25/11/2020 às 20h59 - Atualizado às 18h15

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Os professores Cláudio Viegas Júnior, do Instituto de Química (IQ), e Pedro Luiz Rosalen, visitante do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PPGCB), figuram entre os pesquisadores mais influentes do mundo. Estudo foi conduzido pela Universidade de Stanford, dos Estados Unidos e publicado na revista PLOS Biology, da Public Library of Science.

 

O ranking dos cientistas mais influentes foi elaborado a partir de dados extraídos da base Scopus, considerando citações, publicações, entre outros, para medir o impacto do pesquisador ao longo da carreira (Tabela S6) e o impacto do pesquisador em um único ano, com base em 2019 (Tabela S7). O ranking de impacto ao longo da carreira possui 600 pesquisadores brasileiros e a lista, considerando apenas 2019, possui 853 pesquisadores do Brasil. Cláudio Viegas figura nas duas listas e Pedro Rosalen, na segunda.

 

“Trata-se de um importante reconhecimento do quanto a UNIFAL-MG, recente como Universidade, passou a se conceber como Instituição na qual a pesquisa tem centralidade, em que a investigação é um dos eixos fundamentais da atividade de docentes, discentes e técnicos, concepção essa que as gestões anteriores e a atual reconheceram e contemplaram”, disse o professor Luis Antônio Groppo, pró-reitor adjunto de Pesquisa e Pós-Graduação e coordenador de Pesquisa. Para ele, a presença de professores da UNIFAL-MG entre os pesquisadores mais influentes do mundo, demostra a dedicação e o avanço da Universidade em relação à pesquisa.

 

“Temos um docente que construiu sua carreira acadêmica em nossa Universidade que confirma esse histórico, e temos outro docente, pesquisador visitante, que indica o esforço da gestão atual nesse sentido, já que, a despeito dos grandes recuos no financiamento à pesquisa, a política de professores visitantes trouxe diversos pesquisadores de grande reconhecimento na comunidade científica na UNIFAL-MG”, destacou Luiz Groppo.

 

O professor Cláudio Viegas concorda com a relevância do reconhecimento e ressalta a importância do estudo ter sido realizado por uma Instituição renomada mundialmente considerando uma base de dados confiável. “Estar dentre os 2% dos pesquisadores de maior influência na ciência mundial foi uma honrosa e surpreendente notícia, uma vez que no Brasil realizamos pesquisa de alta qualidade, mas em condições muito inferiores aos demais países europeus, EUA e China, por exemplo”.

 

Segundo ele, o resultado deixa claro que a ciência brasileira tem destaque internacional relevante. “Evidentemente que para a carreira de um pesquisador, este reconhecimento é importante, pois reflete não só a qualidade do que vem sendo feito, mas a importância e a visibilidade no meio científico, agregando valor e indicando o caminho certo a ser trilhado”, ressaltou.

 

A percepção da relevância de figurar no ranking originado pelo estudo da Universidade de Stanford é compartilhada pelo professor Pedro Rosalen. Para ele, é um reconhecimento externo e imparcial da qualidade do trabalho científico do Brasil. Ele lembra que a maioria das pesquisas é realizada em situação de precariedade e desvantagens competitivas comparadas a outros países. Ainda sobre a importância do reconhecimento, ele analisa: “Talvez, mais importante, é o fato de que o nosso trabalho não é apenas reconhecido, mas útil para a geração de conhecimento novo e representar qualidade de vida para a sociedade brasileira e mundial”, disse o pesquisador.

 

O estudo, intitulado Updated science-wide author databases of standardized citation indicators, aponta também os 100 mil cientistas mais citados, além dos pesquisadores que estão entre os 2% mais influentes do mundo, mas não integram o ranking dos 100 mil. A pesquisa foi assinada por John Ioannidis, Kevin W. Boyack e Jeroen Baas e pode ser acessada na revista PLOS Biology.

 

 

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Os professores Cláudio Viegas Júnior, do Instituto de Química (IQ), e Pedro Luiz Rosalen, visitante do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PPGCB), figuram entre os pesquisadores mais influentes do mundo. Estudo foi conduzido pela Universidade de Stanford, dos Estados Unidos e publicado na revista PLOS Biology, da Public Library of Science.


 


O ranking dos cientistas mais influentes foi elaborado a partir de dados extraídos da base Scopus, considerando citações, publicações, entre outros, para medir o impacto do pesquisador ao longo da carreira (Tabela S6) e o impacto do pesquisador em um único ano, com base em 2019 (Tabela S7). O ranking de impacto ao longo da carreira possui 600 pesquisadores brasileiros e a lista, considerando apenas 2019, possui 853 pesquisadores do Brasil. Cláudio Viegas figura nas duas listas e Pedro Rosalen, na segunda.


 


“Trata-se de um importante reconhecimento do quanto a UNIFAL-MG, recente como Universidade, passou a se conceber como Instituição na qual a pesquisa tem centralidade, em que a investigação é um dos eixos fundamentais da atividade de docentes, discentes e técnicos, concepção essa que as gestões anteriores e a atual reconheceram e contemplaram”, disse o professor Luis Antônio Groppo, pró-reitor adjunto de Pesquisa e Pós-Graduação e coordenador de Pesquisa. Para ele, a presença de professores da UNIFAL-MG entre os pesquisadores mais influentes do mundo, demostra a dedicação e o avanço da Universidade em relação à pesquisa.


 


“Temos um docente que construiu sua carreira acadêmica em nossa Universidade que confirma esse histórico, e temos outro docente, pesquisador visitante, que indica o esforço da gestão atual nesse sentido, já que, a despeito dos grandes recuos no financiamento à pesquisa, a política de professores visitantes trouxe diversos pesquisadores de grande reconhecimento na comunidade científica na UNIFAL-MG”, destacou Luiz Groppo.


 


O professor Cláudio Viegas concorda com a relevância do reconhecimento e ressalta a importância do estudo ter sido realizado por uma Instituição renomada mundialmente considerando uma base de dados confiável. “Estar dentre os 2% dos pesquisadores de maior influência na ciência mundial foi uma honrosa e surpreendente notícia, uma vez que no Brasil realizamos pesquisa de alta qualidade, mas em condições muito inferiores aos demais países europeus, EUA e China, por exemplo”.


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Segundo ele, o resultado deixa claro que a ciência brasileira tem destaque internacional relevante. “Evidentemente que para a carreira de um pesquisador, este reconhecimento é importante, pois reflete não só a qualidade do que vem sendo feito, mas a importância e a visibilidade no meio científico, agregando valor e indicando o caminho certo a ser trilhado”, ressaltou.


 


A percepção da relevância de figurar no ranking originado pelo estudo da Universidade de Stanford é compartilhada pelo professor Pedro Rosalen. Para ele, é um reconhecimento externo e imparcial da qualidade do trabalho científico do Brasil. Ele lembra que a maioria das pesquisas é realizada em situação de precariedade e desvantagens competitivas comparadas a outros países. Ainda sobre a importância do reconhecimento, ele analisa: “Talvez, mais importante, é o fato de que o nosso trabalho não é apenas reconhecido, mas útil para a geração de conhecimento novo e representar qualidade de vida para a sociedade brasileira e mundial”, disse o pesquisador.


 


O estudo, intitulado Updated science-wide author databases of standardized citation indicators, aponta também os 100 mil cientistas mais citados, além dos pesquisadores que estão entre os 2% mais influentes do mundo, mas não integram o ranking dos 100 mil. A pesquisa foi assinada por John Ioannidis, Kevin W. Boyack e Jeroen Baas e pode ser acessada na revista PLOS Biology.


 


 


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O ranking dos cientistas mais influentes foi elaborado a partir de dados extraídos da base Scopus, considerando citações, publicações, entre outros, para medir o impacto do pesquisador ao longo da carreira (Tabela S6) e o impacto do pesquisador em um único ano, com base em 2019 (Tabela S7). O ranking de impacto ao longo da carreira possui 600 pesquisadores brasileiros e a lista, considerando apenas 2019, possui 853 pesquisadores do Brasil. Cláudio Viegas figura nas duas listas e Pedro Rosalen, na segunda.



“Trata-se de um importante reconhecimento do quanto a UNIFAL-MG, recente como Universidade, passou a se conceber como Instituição na qual a pesquisa tem centralidade, em que a investigação é um dos eixos fundamentais da atividade de docentes, discentes e técnicos, concepção essa que as gestões anteriores e a atual reconheceram e contemplaram”, disse o professor Luis Antônio Groppo, pró-reitor adjunto de Pesquisa e Pós-Graduação e coordenador de Pesquisa. Para ele, a presença de professores da UNIFAL-MG entre os pesquisadores mais influentes do mundo, demostra a dedicação e o avanço da Universidade em relação à pesquisa.



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O professor Cláudio Viegas concorda com a relevância do reconhecimento e ressalta a importância do estudo ter sido realizado por uma Instituição renomada mundialmente considerando uma base de dados confiável. “Estar dentre os 2% dos pesquisadores de maior influência na ciência mundial foi uma honrosa e surpreendente notícia, uma vez que no Brasil realizamos pesquisa de alta qualidade, mas em condições muito inferiores aos demais países europeus, EUA e China, por exemplo”.



Segundo ele, o resultado deixa claro que a ciência brasileira tem destaque internacional relevante. “Evidentemente que para a carreira de um pesquisador, este reconhecimento é importante, pois reflete não só a qualidade do que vem sendo feito, mas a importância e a visibilidade no meio científico, agregando valor e indicando o caminho certo a ser trilhado”, ressaltou.



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A percepção da relevância de figurar no ranking originado pelo estudo da Universidade de Stanford é compartilhada pelo professor Pedro Rosalen. Para ele, é um reconhecimento externo e imparcial da qualidade do trabalho científico do Brasil. Ele lembra que a maioria das pesquisas é realizada em situação de precariedade e desvantagens competitivas comparadas a outros países. Ainda sobre a importância do reconhecimento, ele analisa: “Talvez, mais importante, é o fato de que o nosso trabalho não é apenas reconhecido, mas útil para a geração de conhecimento novo e representar qualidade de vida para a sociedade brasileira e mundial”, disse o pesquisador.



O estudo, intitulado Updated science-wide author databases of standardized citation indicators, aponta também os 100 mil cientistas mais citados, além dos pesquisadores que estão entre os 2% mais influentes do mundo, mas não integram o ranking dos 100 mil. A pesquisa foi assinada por John Ioannidis, Kevin W. Boyack e Jeroen Baas e pode ser acessada na revista PLOS Biology.



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