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Atentado em Teerã mata um dos principais cientistas nucleares iranianos

Publicado por TV Minas em 27/11/2020 às 17h13

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Um importante cientista nuclear do Irã foi morto nesta sexta-feira (27) nos arredores da capital Teerã. Inicialmente, a Organização Atômica do país negou que Mohsen Fakhrizadeh-Mahavadi havia sido morto, mas depois de a mídia estatal iraniana IRIB e a agência de notícias Tasnim relatarem o caso, o governo admitiu o assassinato.

 

Fakhrizadeh morreu em um hospital em decorrência de ferimentos depois que assassinos armados atiraram em seu carro, disse a mídia iraniana.

 

"Infelizmente, a equipe médica não teve sucesso em reviver (Fakhrizadeh) e, poucos minutos atrás, esse administrador e cientista alcançou o alto status de martír após anos de esforço e luta", disseram as Forças Armadas do Irã, em um comunicado divulgado pela mídia estatal.

 

No  Twitter, o ministro de Relações Exteriores do País, Mohamed Javad Zarif, afirmou que o cientista foi assassinado por terroristas e acusou Israel de estar por trás da morte.

 

“Esta covardice – com sérios indicativos de participação de Israel – mostra o desespero entre os perpetradores. O Irã apela à comunidade internacional – e especialmente à [União Europeia] UE – para acabar com seus vergonhosos padrões duplos e condenar este ato de terror de estado.”

 

Também no Twitter,o o ministro da Defesa do Irã, general Amir Hatami, afirmou que o assassinato do cientista mostrou "a profundidade do ódio dos inimigos" contra a República Islâmica.

 

A agência de notícias semioficial Tasnim disse anteriormente que "terroristas explodiram outro carro" antes de atirar contra um veículo que transportava Fakhrizadeh e seus guarda-costas em uma emboscada fora da capital.

 

Fakhrizadeh era considerado por países do Ocidente como o mentor de um suposto programa secreto para desenvolver uma  bomba nuclear no Irã desenvolvido no começo dos anos 2000.

 

Exilados iranianos e autoridades ocidentais e israelenses o descreviam como o líder do programa de armamentos nucleares do país interrompido em 2003. O Irã nega que tenha tentado usar energia nuclear como arma.

 

 

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Um importante cientista nuclear do Irã foi morto nesta sexta-feira (27) nos arredores da capital Teerã. Inicialmente, a Organização Atômica do país negou que Mohsen Fakhrizadeh-Mahavadi havia sido morto, mas depois de a mídia estatal iraniana IRIB e a agência de notícias Tasnim relatarem o caso, o governo admitiu o assassinato.


 


Fakhrizadeh morreu em um hospital em decorrência de ferimentos depois que assassinos armados atiraram em seu carro, disse a mídia iraniana.


 


"Infelizmente, a equipe médica não teve sucesso em reviver (Fakhrizadeh) e, poucos minutos atrás, esse administrador e cientista alcançou o alto status de martír após anos de esforço e luta", disseram as Forças Armadas do Irã, em um comunicado divulgado pela mídia estatal.


 


No  Twitter, o ministro de Relações Exteriores do País, Mohamed Javad Zarif, afirmou que o cientista foi assassinado por terroristas e acusou Israel de estar por trás da morte.


 


“Esta covardice – com sérios indicativos de participação de Israel – mostra o desespero entre os perpetradores. O Irã apela à comunidade internacional – e especialmente à [União Europeia] UE – para acabar com seus vergonhosos padrões duplos e condenar este ato de terror de estado.”


 


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Também no Twitter,o o ministro da Defesa do Irã, general Amir Hatami, afirmou que o assassinato do cientista mostrou "a profundidade do ódio dos inimigos" contra a República Islâmica.


 


A agência de notícias semioficial Tasnim disse anteriormente que "terroristas explodiram outro carro" antes de atirar contra um veículo que transportava Fakhrizadeh e seus guarda-costas em uma emboscada fora da capital.


 


Fakhrizadeh era considerado por países do Ocidente como o mentor de um suposto programa secreto para desenvolver uma  bomba nuclear no Irã desenvolvido no começo dos anos 2000.


 


Exilados iranianos e autoridades ocidentais e israelenses o descreviam como o líder do programa de armamentos nucleares do país interrompido em 2003. O Irã nega que tenha tentado usar energia nuclear como arma.


 


 


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Um importante cientista nuclear do Irã foi morto nesta sexta-feira (27) nos arredores da capital Teerã. Inicialmente, a Organização Atômica do país negou que Mohsen Fakhrizadeh-Mahavadi havia sido morto, mas depois de a mídia estatal iraniana IRIB e a agência de notícias Tasnim relatarem o caso, o governo admitiu o assassinato.



Fakhrizadeh morreu em um hospital em decorrência de ferimentos depois que assassinos armados atiraram em seu carro, disse a mídia iraniana.



"Infelizmente, a equipe médica não teve sucesso em reviver (Fakhrizadeh) e, poucos minutos atrás, esse administrador e cientista alcançou o alto status de martír após anos de esforço e luta", disseram as Forças Armadas do Irã, em um comunicado divulgado pela mídia estatal.



No  Twitter, o ministro de Relações Exteriores do País, Mohamed Javad Zarif, afirmou que o cientista foi assassinado por terroristas e acusou Israel de estar por trás da morte.



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“Esta covardice – com sérios indicativos de participação de Israel – mostra o desespero entre os perpetradores. O Irã apela à comunidade internacional – e especialmente à [União Europeia] UE – para acabar com seus vergonhosos padrões duplos e condenar este ato de terror de estado.”



Também no Twitter,o o ministro da Defesa do Irã, general Amir Hatami, afirmou que o assassinato do cientista mostrou "a profundidade do ódio dos inimigos" contra a República Islâmica.



A agência de notícias semioficial Tasnim disse anteriormente que "terroristas explodiram outro carro" antes de atirar contra um veículo que transportava Fakhrizadeh e seus guarda-costas em uma emboscada fora da capital.



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Fakhrizadeh era considerado por países do Ocidente como o mentor de um suposto programa secreto para desenvolver uma  bomba nuclear no Irã desenvolvido no começo dos anos 2000.



Exilados iranianos e autoridades ocidentais e israelenses o descreviam como o líder do programa de armamentos nucleares do país interrompido em 2003. O Irã nega que tenha tentado usar energia nuclear como arma.



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