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Depoimento de nora complica a situação da deputada Flordelis

Publicado por TV Minas em 28/11/2020 às 16h01 - Atualizado às 13h07

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De acordo com Luana Pimenta, deputada disse receber mensagens divinas de que o pastor ia morrer porque estava atrapalhando a obra de Deus.

 

Uma das noras da deputada federal Flordelis contou, em audiência nesta sexta, 27, no Fórum de Niterói no Rio de Janeiro, que a parlamentar tinha manifestado o desejo da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo. Ele foi assassinado com mais de 30 tiros na garagem de casa em meados do ano passado.

 

Na audiência, a nora Luana Rangel Pimenta declarou que, em uma conversa ocorrida entre 2017 e 2018, Flordelis disse que recebia mensagens divinas de que o pastor ia morrer porque estava atrapalhando a obra de Deus.

 

A nora afirmou também que teria aconselhado a parlamentar a se separar do pastor, mas Flordelis teria dito que não podia se divorciar porque seria um escândalo na igreja que ela lidera.

 

Luana repetiu a versão já contada à Policia: Flordelis já tinha tentado, antes do assassinato de Anderson, envenenar o pastor colocando substancias em comidas e sucos. A cada declaração da nora, a deputada federal Flordelis balançava a cabeça negativamente como se estivesse rejeitando a versão apresentada.

 

Para o MP e a Polícia do Rio de Janeiro, não há duvidas: Flordelis foi quem encomendou a morte do marido. Sete filhos da parlamentar e uma neta já foram presos por participar de forma direta ou indireta no crime.

 

Em Brasília, o Conselho de Ética da Câmara discute a possível cassação do mandato de Flordelis por quebra de decoro parlamentar. A deputada federal afirmou mais uma vez que é inocente e não tem envolvimento com a morte do marido.

 

 

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De acordo com Luana Pimenta, deputada disse receber mensagens divinas de que o pastor ia morrer porque estava atrapalhando a obra de Deus.


 


Uma das noras da deputada federal Flordelis contou, em audiência nesta sexta, 27, no Fórum de Niterói no Rio de Janeiro, que a parlamentar tinha manifestado o desejo da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo. Ele foi assassinado com mais de 30 tiros na garagem de casa em meados do ano passado.


 


Na audiência, a nora Luana Rangel Pimenta declarou que, em uma conversa ocorrida entre 2017 e 2018, Flordelis disse que recebia mensagens divinas de que o pastor ia morrer porque estava atrapalhando a obra de Deus.


 


A nora afirmou também que teria aconselhado a parlamentar a se separar do pastor, mas Flordelis teria dito que não podia se divorciar porque seria um escândalo na igreja que ela lidera.


 


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Luana repetiu a versão já contada à Policia: Flordelis já tinha tentado, antes do assassinato de Anderson, envenenar o pastor colocando substancias em comidas e sucos. A cada declaração da nora, a deputada federal Flordelis balançava a cabeça negativamente como se estivesse rejeitando a versão apresentada.


 


Para o MP e a Polícia do Rio de Janeiro, não há duvidas: Flordelis foi quem encomendou a morte do marido. Sete filhos da parlamentar e uma neta já foram presos por participar de forma direta ou indireta no crime.


 


Em Brasília, o Conselho de Ética da Câmara discute a possível cassação do mandato de Flordelis por quebra de decoro parlamentar. A deputada federal afirmou mais uma vez que é inocente e não tem envolvimento com a morte do marido.


 


 


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De acordo com Luana Pimenta, deputada disse receber mensagens divinas de que o pastor ia morrer porque estava atrapalhando a obra de Deus.



Uma das noras da deputada federal Flordelis contou, em audiência nesta sexta, 27, no Fórum de Niterói no Rio de Janeiro, que a parlamentar tinha manifestado o desejo da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo. Ele foi assassinado com mais de 30 tiros na garagem de casa em meados do ano passado.



Na audiência, a nora Luana Rangel Pimenta declarou que, em uma conversa ocorrida entre 2017 e 2018, Flordelis disse que recebia mensagens divinas de que o pastor ia morrer porque estava atrapalhando a obra de Deus.



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A nora afirmou também que teria aconselhado a parlamentar a se separar do pastor, mas Flordelis teria dito que não podia se divorciar porque seria um escândalo na igreja que ela lidera.



Luana repetiu a versão já contada à Policia: Flordelis já tinha tentado, antes do assassinato de Anderson, envenenar o pastor colocando substancias em comidas e sucos. A cada declaração da nora, a deputada federal Flordelis balançava a cabeça negativamente como se estivesse rejeitando a versão apresentada.



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Para o MP e a Polícia do Rio de Janeiro, não há duvidas: Flordelis foi quem encomendou a morte do marido. Sete filhos da parlamentar e uma neta já foram presos por participar de forma direta ou indireta no crime.



Em Brasília, o Conselho de Ética da Câmara discute a possível cassação do mandato de Flordelis por quebra de decoro parlamentar. A deputada federal afirmou mais uma vez que é inocente e não tem envolvimento com a morte do marido.



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