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Ciência & Tecnologia

Startup brasileira produz embalagens biodegradáveis feitas de mandioca

Publicado por TV Minas em 28/11/2020 às 18h24 - Atualizado às 15h25

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A novidade são os potes de sorvete e de salada que viram adubo para jardim em 20 dias, com a água da chuva.

 

O consumidor atual já pensa muito em comprar mais de marcas sustentáveis. E isso foi comprovado em pesquisa, realizada pela Nielsen em 2019.

 

Então uma startup de São Paulo viu a oportunidade de empreender e aumentar o consumo de produtos ecológicos. Eles desenvolveram embalagens e copos a partir da fécula da mandioca brava.

 

Stelvio Mazza, empresário da “Já Fui Mandioca”, fala das vantagens de usar a mandioca como matéria-prima de suas embalagens.

 

“Tem vários motivos para a escolha desse ingrediente. O Brasil é um dos maiores produtores de mandioca do mundo. Normalmente, quem planta mandioca são pequenos agricultores. Tem uma questão social muito legal aí.

 

Além disso, só ela consegue dar propriedades físico-químicas para fazer o nosso processo. Nenhum outro tipo de amido ia poder gerar isso pra gente”, explica.

 

A fabricação mistura amido ou a fécula da mandioca brava, que não é própria para consumo humano.

 

“A gente foi se inspirar na natureza e copia o ciclo para a embalagem mais perfeita que existe. Se você for pensar, é a casca de uma fruta”, diz Stelvio.

 

 

Eles usam equipamentos próprios


Além de inovar com as embalagens a “Já Fui Mandioca” ainda utiliza equipamentos criados pela própria startup.

 

O maquinário ainda favorece o tempo de produção. Eles produzem mais embalagens em um menor tempo, se compararmos com as máquinas existentes no mercado hoje. Isso ajuda também no custo do produto e torna a empresa mais viável financeiramente.

 

“As pessoas não têm noção da jornada que é tirar um produto de laboratório e transformar em escala para virar um produto, ter uma empresa e conseguir vender a um preço acessível. As pesquisas começaram há mais de 17 anos, a gente conseguiu escalar o negócio através de muita tentativa e erro mesmo, não tem milagre”, afirma Stelvio.

 

No catálogo, a empresa oferece potes, pratos e embalagens para delivery. A novidade são os potes de sorvete e de salada que viram adubo para jardim em 20 dias, com a água da chuva.

 

“Ele vai se compostar, vai virar adubo e não vai gerar nenhum resíduo para o meio ambiente”, explica o empresário.

 

Os valores são bem acessíveis. As embalagens custam de R$ 0,60 a quase R$ 3 a unidade.

 

“A gente não vende embalagem, a gente vende justamente um conceito de economia circular. O desafio é justamente mostrar esse diferencial para o cliente, para que ele possa entender toda a cadeia, desde a produção até o descarte”, afirma Stelvio.

 

E uma sorveteria em São Paulo apostou nas embalagens biodegradáveis e faz maior sucesso com isso.

 

Marcus Nakata, dono da sorveteria, concorda que as embalagens são um ótimo investimento: “A gente acredita que pelo meio ambiente vale pagar um pouco mais, até pelo conceito que a gente criou com a marca”.

 

Stelvio acredita que a nossa biodiversidade ainda pode nos favorecer muito. “Isso mostra como a natureza pode ensinar a gente, o quanto de solução podemos tirar dela. Acho que não é só mandioca, tem muitas outras matérias-primas que estão sendo descobertas e ainda vão ser descobertas que o nosso próprio planeta cria pra gente”, afirma.

 

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A novidade são os potes de sorvete e de salada que viram adubo para jardim em 20 dias, com a água da chuva.


 


O consumidor atual já pensa muito em comprar mais de marcas sustentáveis. E isso foi comprovado em pesquisa, realizada pela Nielsen em 2019.


 


Então uma startup de São Paulo viu a oportunidade de empreender e aumentar o consumo de produtos ecológicos. Eles desenvolveram embalagens e copos a partir da fécula da mandioca brava.


 


Stelvio Mazza, empresário da “Já Fui Mandioca”, fala das vantagens de usar a mandioca como matéria-prima de suas embalagens.


 


“Tem vários motivos para a escolha desse ingrediente. O Brasil é um dos maiores produtores de mandioca do mundo. Normalmente, quem planta mandioca são pequenos agricultores. Tem uma questão social muito legal aí.


 


Além disso, só ela consegue dar propriedades físico-químicas para fazer o nosso processo. Nenhum outro tipo de amido ia poder gerar isso pra gente”, explica.


 


A fabricação mistura amido ou a fécula da mandioca brava, que não é própria para consumo humano.


 


“A gente foi se inspirar na natureza e copia o ciclo para a embalagem mais perfeita que existe. Se você for pensar, é a casca de uma fruta”, diz Stelvio.


 


 


Eles usam equipamentos próprios



Além de inovar com as embalagens a “Já Fui Mandioca” ainda utiliza equipamentos criados pela própria startup.


 


PATROCINADORES

O maquinário ainda favorece o tempo de produção. Eles produzem mais embalagens em um menor tempo, se compararmos com as máquinas existentes no mercado hoje. Isso ajuda também no custo do produto e torna a empresa mais viável financeiramente.


 


“As pessoas não têm noção da jornada que é tirar um produto de laboratório e transformar em escala para virar um produto, ter uma empresa e conseguir vender a um preço acessível. As pesquisas começaram há mais de 17 anos, a gente conseguiu escalar o negócio através de muita tentativa e erro mesmo, não tem milagre”, afirma Stelvio.


 


No catálogo, a empresa oferece potes, pratos e embalagens para delivery. A novidade são os potes de sorvete e de salada que viram adubo para jardim em 20 dias, com a água da chuva.


 


“Ele vai se compostar, vai virar adubo e não vai gerar nenhum resíduo para o meio ambiente”, explica o empresário.


 


Os valores são bem acessíveis. As embalagens custam de R$ 0,60 a quase R$ 3 a unidade.


 


“A gente não vende embalagem, a gente vende justamente um conceito de economia circular. O desafio é justamente mostrar esse diferencial para o cliente, para que ele possa entender toda a cadeia, desde a produção até o descarte”, afirma Stelvio.


 


E uma sorveteria em São Paulo apostou nas embalagens biodegradáveis e faz maior sucesso com isso.


 


Marcus Nakata, dono da sorveteria, concorda que as embalagens são um ótimo investimento: “A gente acredita que pelo meio ambiente vale pagar um pouco mais, até pelo conceito que a gente criou com a marca”.


 


Stelvio acredita que a nossa biodiversidade ainda pode nos favorecer muito. “Isso mostra como a natureza pode ensinar a gente, o quanto de solução podemos tirar dela. Acho que não é só mandioca, tem muitas outras matérias-primas que estão sendo descobertas e ainda vão ser descobertas que o nosso próprio planeta cria pra gente”, afirma.


 


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A novidade são os potes de sorvete e de salada que viram adubo para jardim em 20 dias, com a água da chuva.



O consumidor atual já pensa muito em comprar mais de marcas sustentáveis. E isso foi comprovado em pesquisa, realizada pela Nielsen em 2019.



Então uma startup de São Paulo viu a oportunidade de empreender e aumentar o consumo de produtos ecológicos. Eles desenvolveram embalagens e copos a partir da fécula da mandioca brava.



Stelvio Mazza, empresário da “Já Fui Mandioca”, fala das vantagens de usar a mandioca como matéria-prima de suas embalagens.



“Tem vários motivos para a escolha desse ingrediente. O Brasil é um dos maiores produtores de mandioca do mundo. Normalmente, quem planta mandioca são pequenos agricultores. Tem uma questão social muito legal aí.



Além disso, só ela consegue dar propriedades físico-químicas para fazer o nosso processo. Nenhum outro tipo de amido ia poder gerar isso pra gente”, explica.



A fabricação mistura amido ou a fécula da mandioca brava, que não é própria para consumo humano.



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“A gente foi se inspirar na natureza e copia o ciclo para a embalagem mais perfeita que existe. Se você for pensar, é a casca de uma fruta”, diz Stelvio.



Eles usam equipamentos próprios




Além de inovar com as embalagens a “Já Fui Mandioca” ainda utiliza equipamentos criados pela própria startup.



O maquinário ainda favorece o tempo de produção. Eles produzem mais embalagens em um menor tempo, se compararmos com as máquinas existentes no mercado hoje. Isso ajuda também no custo do produto e torna a empresa mais viável financeiramente.



“As pessoas não têm noção da jornada que é tirar um produto de laboratório e transformar em escala para virar um produto, ter uma empresa e conseguir vender a um preço acessível. As pesquisas começaram há mais de 17 anos, a gente conseguiu escalar o negócio através de muita tentativa e erro mesmo, não tem milagre”, afirma Stelvio.



No catálogo, a empresa oferece potes, pratos e embalagens para delivery. A novidade são os potes de sorvete e de salada que viram adubo para jardim em 20 dias, com a água da chuva.



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“Ele vai se compostar, vai virar adubo e não vai gerar nenhum resíduo para o meio ambiente”, explica o empresário.



Os valores são bem acessíveis. As embalagens custam de R$ 0,60 a quase R$ 3 a unidade.



“A gente não vende embalagem, a gente vende justamente um conceito de economia circular. O desafio é justamente mostrar esse diferencial para o cliente, para que ele possa entender toda a cadeia, desde a produção até o descarte”, afirma Stelvio.



E uma sorveteria em São Paulo apostou nas embalagens biodegradáveis e faz maior sucesso com isso.



Marcus Nakata, dono da sorveteria, concorda que as embalagens são um ótimo investimento: “A gente acredita que pelo meio ambiente vale pagar um pouco mais, até pelo conceito que a gente criou com a marca”.



Stelvio acredita que a nossa biodiversidade ainda pode nos favorecer muito. “Isso mostra como a natureza pode ensinar a gente, o quanto de solução podemos tirar dela. Acho que não é só mandioca, tem muitas outras matérias-primas que estão sendo descobertas e ainda vão ser descobertas que o nosso próprio planeta cria pra gente”, afirma.



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