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Ciência & Tecnologia

Pesquisadores descobrem rato com veneno capaz de matar humanos

Publicado por TV Minas em 01/12/2020 às 17h28 - Atualizado em 02/12/2020 às 20h36

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Seu veneno superpoderoso, capaz de derrubar elefantes e até matar seres humanos, faz dele uma ameaça silenciosa.

 

Á primeira vista, o Lophiomys imhausi, roedor mamífero conhecido como rato-de-crista africano, pode não parecer tão perigoso.

 

Com tamanho diminuto, chegando a pesar menos de 1kg na fase adulta, ele se parece com os ratos encontrados nas grandes cidades. Porém, seu veneno superpoderoso, capaz de derrubar elefantes e até matar seres humanos, faz dele uma ameaça silenciosa.


Pesquisadores da Universidade de Utah e do Instituto de Biologia da Conservação Smithsonian, ambos nos EUA, realizaram um estudo em parceria com cientistas do Museu Nacional do Quênia para entender mais sobre o rato-de-crista africano e, principalmente, sobre a potente toxina que ele carrega. 

 

Os resultados, publicados na revista científica Journal of Mammalogy, mostraram que a espécie consegue sequestrar toxinas de plantas para produzir sua defesa química.

 

O processo ocorre da seguinte forma: ao roer os galhos de árvores venenosas, ele armazena o veneno na língua e depois passa a saliva por sua pelagem, montando assim um "escudo" contra possíveis predadores.

 

"Queríamos confirmar se esse comportamento eral real e, ao longo do caminho, além de obter resultados sobre o sequestro de toxina, também conseguimos evidências do comportamento social destes animais. São descobertas que trazem implicações para a conservação deste rato indescritível", afirmou Sara Weinstein, uma das autoras do estudo.

 

A análise de Weinstein trata exatamente de uma descoberta feita pela equipe sobre a forma como o rato-de-crista africano socializa com outros integrantes da espécie.

 

Além de confirmar o poderio do veneno, que é capaz de matar presas muito maiores com poucos miligramas, eles identificaram que os animais vivem de maneira monogâmica, algo raro em mamíferos.

 

"Colocamos dois espécimes juntos no recinto de observação e eles começaram a interagir, ronronando e se acariciando. Isso foi uma grande surpresa, já que pensávamos que estes eram animais de hábitos solitários. Assim, tivemos a oportunidade de estudar suas interações sociais e aprender mais sobre eles", finalizou a pesquisadora.

 

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Seu veneno superpoderoso, capaz de derrubar elefantes e até matar seres humanos, faz dele uma ameaça silenciosa.


 


Á primeira vista, o Lophiomys imhausi, roedor mamífero conhecido como rato-de-crista africano, pode não parecer tão perigoso.


 


Com tamanho diminuto, chegando a pesar menos de 1kg na fase adulta, ele se parece com os ratos encontrados nas grandes cidades. Porém, seu veneno superpoderoso, capaz de derrubar elefantes e até matar seres humanos, faz dele uma ameaça silenciosa.



Pesquisadores da Universidade de Utah e do Instituto de Biologia da Conservação Smithsonian, ambos nos EUA, realizaram um estudo em parceria com cientistas do Museu Nacional do Quênia para entender mais sobre o rato-de-crista africano e, principalmente, sobre a potente toxina que ele carrega. 


 


Os resultados, publicados na revista científica Journal of Mammalogy, mostraram que a espécie consegue sequestrar toxinas de plantas para produzir sua defesa química.


 


O processo ocorre da seguinte forma: ao roer os galhos de árvores venenosas, ele armazena o veneno na língua e depois passa a saliva por sua pelagem, montando assim um "escudo" contra possíveis predadores.


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"Queríamos confirmar se esse comportamento eral real e, ao longo do caminho, além de obter resultados sobre o sequestro de toxina, também conseguimos evidências do comportamento social destes animais. São descobertas que trazem implicações para a conservação deste rato indescritível", afirmou Sara Weinstein, uma das autoras do estudo.


 


A análise de Weinstein trata exatamente de uma descoberta feita pela equipe sobre a forma como o rato-de-crista africano socializa com outros integrantes da espécie.


 


Além de confirmar o poderio do veneno, que é capaz de matar presas muito maiores com poucos miligramas, eles identificaram que os animais vivem de maneira monogâmica, algo raro em mamíferos.


 


"Colocamos dois espécimes juntos no recinto de observação e eles começaram a interagir, ronronando e se acariciando. Isso foi uma grande surpresa, já que pensávamos que estes eram animais de hábitos solitários. Assim, tivemos a oportunidade de estudar suas interações sociais e aprender mais sobre eles", finalizou a pesquisadora.


 


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Á primeira vista, o Lophiomys imhausi, roedor mamífero conhecido como rato-de-crista africano, pode não parecer tão perigoso.



Com tamanho diminuto, chegando a pesar menos de 1kg na fase adulta, ele se parece com os ratos encontrados nas grandes cidades. Porém, seu veneno superpoderoso, capaz de derrubar elefantes e até matar seres humanos, faz dele uma ameaça silenciosa.




Pesquisadores da Universidade de Utah e do Instituto de Biologia da Conservação Smithsonian, ambos nos EUA, realizaram um estudo em parceria com cientistas do Museu Nacional do Quênia para entender mais sobre o rato-de-crista africano e, principalmente, sobre a potente toxina que ele carrega. 



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Os resultados, publicados na revista científica Journal of Mammalogy, mostraram que a espécie consegue sequestrar toxinas de plantas para produzir sua defesa química.



O processo ocorre da seguinte forma: ao roer os galhos de árvores venenosas, ele armazena o veneno na língua e depois passa a saliva por sua pelagem, montando assim um "escudo" contra possíveis predadores.



"Queríamos confirmar se esse comportamento eral real e, ao longo do caminho, além de obter resultados sobre o sequestro de toxina, também conseguimos evidências do comportamento social destes animais. São descobertas que trazem implicações para a conservação deste rato indescritível", afirmou Sara Weinstein, uma das autoras do estudo.



A análise de Weinstein trata exatamente de uma descoberta feita pela equipe sobre a forma como o rato-de-crista africano socializa com outros integrantes da espécie.



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Além de confirmar o poderio do veneno, que é capaz de matar presas muito maiores com poucos miligramas, eles identificaram que os animais vivem de maneira monogâmica, algo raro em mamíferos.



"Colocamos dois espécimes juntos no recinto de observação e eles começaram a interagir, ronronando e se acariciando. Isso foi uma grande surpresa, já que pensávamos que estes eram animais de hábitos solitários. Assim, tivemos a oportunidade de estudar suas interações sociais e aprender mais sobre eles", finalizou a pesquisadora.



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