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Sul de Minas

Receita transforma tabaco e cigarros apreendidos em adubo em parceria com IFSUL

Publicado por TV Minas em 03/12/2020 às 00h49

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Até ao final de 2020 serão transformadas 90 toneladas do produto.

 

A Delegacia da Receita Federal em Varginha, no Sul de Minas, em parceria com o IFSULDEMINAS realizou, em novembro, a transformação de 16 toneladas de tabaco em adubo. Além desta carga, foram descaracterizadas mais 41 toneladas vindas de Uberaba. Nos próximos dias, mais 33 toneladas originadas de Montes Claros serão destinadas para compostagem em uma nova parceria com a Universidade Federal de Lavras.

 

Todo o material foi apreendido em operações de fiscalização em Minas Gerais e seria utilizado na fabricação clandestina de cigarros. Só em 2020, foram apreendidos R$ 27.757.761,39 em cigarros e similares. Trata-se do principal produto apreendido no estado.

 

Este tabaco seria queimado ou depositado em aterros controlados, e, ainda teria o custo do transporte e da contratação da empresa que iria realizar esta destruição ou armazenamento. Uma solução mais cara e nada sustentável.   

 

Com a parceria, o produto foi descaracterizado e transformado em adubo. O custo da RFB foi mínimo, já que as universidades se encarregaram da logística. Custo mínimo para a RFB (apenas o do acompanhamento da Comissão de destruição). Além disso, a transformação do material não polui; é sustentável; benéfica para a sociedade; contribui no aprendizado dos alunos; e a Universidade/Instituto economiza com matéria prima.

 

 

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Até ao final de 2020 serão transformadas 90 toneladas do produto.


 


A Delegacia da Receita Federal em Varginha, no Sul de Minas, em parceria com o IFSULDEMINAS realizou, em novembro, a transformação de 16 toneladas de tabaco em adubo. Além desta carga, foram descaracterizadas mais 41 toneladas vindas de Uberaba. Nos próximos dias, mais 33 toneladas originadas de Montes Claros serão destinadas para compostagem em uma nova parceria com a Universidade Federal de Lavras.


 


Todo o material foi apreendido em operações de fiscalização em Minas Gerais e seria utilizado na fabricação clandestina de cigarros. Só em 2020, foram apreendidos R$ 27.757.761,39 em cigarros e similares. Trata-se do principal produto apreendido no estado.


 


PATROCINADORES

Este tabaco seria queimado ou depositado em aterros controlados, e, ainda teria o custo do transporte e da contratação da empresa que iria realizar esta destruição ou armazenamento. Uma solução mais cara e nada sustentável.   


 


Com a parceria, o produto foi descaracterizado e transformado em adubo. O custo da RFB foi mínimo, já que as universidades se encarregaram da logística. Custo mínimo para a RFB (apenas o do acompanhamento da Comissão de destruição). Além disso, a transformação do material não polui; é sustentável; benéfica para a sociedade; contribui no aprendizado dos alunos; e a Universidade/Instituto economiza com matéria prima.


 


 


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Até ao final de 2020 serão transformadas 90 toneladas do produto.



A Delegacia da Receita Federal em Varginha, no Sul de Minas, em parceria com o IFSULDEMINAS realizou, em novembro, a transformação de 16 toneladas de tabaco em adubo. Além desta carga, foram descaracterizadas mais 41 toneladas vindas de Uberaba. Nos próximos dias, mais 33 toneladas originadas de Montes Claros serão destinadas para compostagem em uma nova parceria com a Universidade Federal de Lavras.



Todo o material foi apreendido em operações de fiscalização em Minas Gerais e seria utilizado na fabricação clandestina de cigarros. Só em 2020, foram apreendidos R$ 27.757.761,39 em cigarros e similares. Trata-se do principal produto apreendido no estado.



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Este tabaco seria queimado ou depositado em aterros controlados, e, ainda teria o custo do transporte e da contratação da empresa que iria realizar esta destruição ou armazenamento. Uma solução mais cara e nada sustentável.   



Com a parceria, o produto foi descaracterizado e transformado em adubo. O custo da RFB foi mínimo, já que as universidades se encarregaram da logística. Custo mínimo para a RFB (apenas o do acompanhamento da Comissão de destruição). Além disso, a transformação do material não polui; é sustentável; benéfica para a sociedade; contribui no aprendizado dos alunos; e a Universidade/Instituto economiza com matéria prima.



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