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UFMG não deve acatar portaria do MEC sobre volta às aulas presenciais

Publicado por TV Minas em 03/12/2020 às 01h16 - Atualizado às 09h29

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Reitora já comunicou aos professores da instituição que determinação do Governo Federal contraria decisões internas e decretos municipais.

 

A despeito da pandemia de COVID-19, o Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quarta-feira (2) uma portaria determinando que as universidades federais retomem as aulas presenciais em 2021. Segundo a norma, as aulas remotas deixarão de ser consideradas equivalentes às presenciais a partir de 04 de janeiro.

 

Segundo apurou o Estado de Minas, Sandra Goulart Almeida, reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já transmitiu a alunos e professores da instituição que a decisão do MEC não pautará o retorno às atividades presenciais da universidade e que a portaria do governo federal contraria o parecer do Conselho Nacional de Educação.

 

Sandra também afirmou aos colegas que a UFMG está respaldada a não seguir com a retomada das aulas presencias pelos decretos de isolamento das prefeituras de Belo Horizonte e Montes Claros.

 

A reitora também lembrou que a UFMG já possui um plano para retorno de atividades presenciais não adaptáveis ao modo remoto e um protocolo de biossegurança, reorganização dos espaços físicos e monitoramento e que pretende continuar a seguir o que foi decidido pelas instâncias colegiadas da instituição de ensino.

 

 

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Reitora já comunicou aos professores da instituição que determinação do Governo Federal contraria decisões internas e decretos municipais.


 


A despeito da pandemia de COVID-19, o Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quarta-feira (2) uma portaria determinando que as universidades federais retomem as aulas presenciais em 2021. Segundo a norma, as aulas remotas deixarão de ser consideradas equivalentes às presenciais a partir de 04 de janeiro.


 


Segundo apurou o Estado de Minas, Sandra Goulart Almeida, reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já transmitiu a alunos e professores da instituição que a decisão do MEC não pautará o retorno às atividades presenciais da universidade e que a portaria do governo federal contraria o parecer do Conselho Nacional de Educação.


 


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Sandra também afirmou aos colegas que a UFMG está respaldada a não seguir com a retomada das aulas presencias pelos decretos de isolamento das prefeituras de Belo Horizonte e Montes Claros.


 


A reitora também lembrou que a UFMG já possui um plano para retorno de atividades presenciais não adaptáveis ao modo remoto e um protocolo de biossegurança, reorganização dos espaços físicos e monitoramento e que pretende continuar a seguir o que foi decidido pelas instâncias colegiadas da instituição de ensino.


 


 


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Reitora já comunicou aos professores da instituição que determinação do Governo Federal contraria decisões internas e decretos municipais.



A despeito da pandemia de COVID-19, o Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta quarta-feira (2) uma portaria determinando que as universidades federais retomem as aulas presenciais em 2021. Segundo a norma, as aulas remotas deixarão de ser consideradas equivalentes às presenciais a partir de 04 de janeiro.



Segundo apurou o Estado de Minas, Sandra Goulart Almeida, reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) já transmitiu a alunos e professores da instituição que a decisão do MEC não pautará o retorno às atividades presenciais da universidade e que a portaria do governo federal contraria o parecer do Conselho Nacional de Educação.



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Sandra também afirmou aos colegas que a UFMG está respaldada a não seguir com a retomada das aulas presencias pelos decretos de isolamento das prefeituras de Belo Horizonte e Montes Claros.



A reitora também lembrou que a UFMG já possui um plano para retorno de atividades presenciais não adaptáveis ao modo remoto e um protocolo de biossegurança, reorganização dos espaços físicos e monitoramento e que pretende continuar a seguir o que foi decidido pelas instâncias colegiadas da instituição de ensino.



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