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Bem Estar

Reino Unido aprova vacina da Pfizer e inicia aplicação na próxima semana

Publicado por TV Minas em 03/12/2020 às 01h23 - Atualizado em 04/12/2020 às 11h47

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No Brasil, Ministério da Saúde já descartou imunizante por causa das condições especiais de armazenamento.

 

A Medicine & Healthcare products Regulatory Agency (MHRA), órgão equivalente à Anvisa no Reino Unido, concluiu seu processo de análise e anunciou, na manhã desta quarta-feira, 2, que aprovou uma vacina contra a Covid-19. De acordo com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, a vacinação com o imunizante da Pfizer/BioNTech vai começar já na próxima semana.

 

“É a proteção das vacinas que nos permitirá, em última instância, recuperar nossas vidas e fazer a economia andar novamente”, disse no Twitter. No Brasil, no entanto, o Ministério da Saúde já descartou a possibilidade de usar essa vacina por causa das condições especiais de armazenamento, como temperaturas abaixo de -70ºC.

 

O imunizante demonstrou ter 95% de eficácia contra a Covid-19, de acordo com os estudos divulgados nas últimas semanas. Com isso, o Reino Unido se torna o primeiro país do mundo a liberar o produto da Pfizer em um marco enorme nesta pandemia. A campanha de vacinação do país já está definida e vai começar na semana que vem.

 

A Grã Bretanha espera receber 800 mil doses nos próximos dias e 10 milhões de doses até o final deste ano. O governo de Londres comprou 40 milhões de doses da Pfizer no total, o que será suficiente para imunizar quase um terço da população.

 

O plano é começar com idosos que moram em casas de repouso e os profissionais desses estabelecimentos. Ainda existem desafios logísticos — mas os fabricantes confirmaram que a vacina pode ficar até cinco dias em uma geladeira comum. Na segunda etapa, idosos com mais de 80 anos e profissionais de saúde terão a preferência.

 

A agenda de vacinação definida pelo NHS, o SUS britânico, vai seguir dando preferência para os mais velhos enquanto houver vacina. O governo conservador espera imunizar a população inteira do país, cerca de 65 milhões de pessoas, até abril do ano que vem. 

 

O Reino Unido também comprou sete milhões de doses da Moderna, mas a principal expectativa continua sendo a vacina de Oxford. O contrato com a AstraZeneca prevê o fornecimento de 100 milhões de doses. Só assim será possível atender a toda população.

 

A vacina não será obrigatória no país e o governo vai distribuir de graça por meio do NHS. Nesta quarta, o Reino Unido entra em uma nova fase de distanciamento social, com a reabertura do comércio não essencial. O segundo lockdown está finalmente encerrado, mas a maior parte do país permanece com regras duras de isolamento. O governo segue pedindo cautela para a população porque o risco de uma terceira onda no início do ano ainda é considerado grande.

 

 

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No Brasil, Ministério da Saúde já descartou imunizante por causa das condições especiais de armazenamento.


 


A Medicine & Healthcare products Regulatory Agency (MHRA), órgão equivalente à Anvisa no Reino Unido, concluiu seu processo de análise e anunciou, na manhã desta quarta-feira, 2, que aprovou uma vacina contra a Covid-19. De acordo com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, a vacinação com o imunizante da Pfizer/BioNTech vai começar já na próxima semana.


 


“É a proteção das vacinas que nos permitirá, em última instância, recuperar nossas vidas e fazer a economia andar novamente”, disse no Twitter. No Brasil, no entanto, o Ministério da Saúde já descartou a possibilidade de usar essa vacina por causa das condições especiais de armazenamento, como temperaturas abaixo de -70ºC.


 


O imunizante demonstrou ter 95% de eficácia contra a Covid-19, de acordo com os estudos divulgados nas últimas semanas. Com isso, o Reino Unido se torna o primeiro país do mundo a liberar o produto da Pfizer em um marco enorme nesta pandemia. A campanha de vacinação do país já está definida e vai começar na semana que vem.


 


A Grã Bretanha espera receber 800 mil doses nos próximos dias e 10 milhões de doses até o final deste ano. O governo de Londres comprou 40 milhões de doses da Pfizer no total, o que será suficiente para imunizar quase um terço da população.


 


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O plano é começar com idosos que moram em casas de repouso e os profissionais desses estabelecimentos. Ainda existem desafios logísticos — mas os fabricantes confirmaram que a vacina pode ficar até cinco dias em uma geladeira comum. Na segunda etapa, idosos com mais de 80 anos e profissionais de saúde terão a preferência.


 


A agenda de vacinação definida pelo NHS, o SUS britânico, vai seguir dando preferência para os mais velhos enquanto houver vacina. O governo conservador espera imunizar a população inteira do país, cerca de 65 milhões de pessoas, até abril do ano que vem. 


 


O Reino Unido também comprou sete milhões de doses da Moderna, mas a principal expectativa continua sendo a vacina de Oxford. O contrato com a AstraZeneca prevê o fornecimento de 100 milhões de doses. Só assim será possível atender a toda população.


 


A vacina não será obrigatória no país e o governo vai distribuir de graça por meio do NHS. Nesta quarta, o Reino Unido entra em uma nova fase de distanciamento social, com a reabertura do comércio não essencial. O segundo lockdown está finalmente encerrado, mas a maior parte do país permanece com regras duras de isolamento. O governo segue pedindo cautela para a população porque o risco de uma terceira onda no início do ano ainda é considerado grande.


 


 


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No Brasil, Ministério da Saúde já descartou imunizante por causa das condições especiais de armazenamento.



A Medicine & Healthcare products Regulatory Agency (MHRA), órgão equivalente à Anvisa no Reino Unido, concluiu seu processo de análise e anunciou, na manhã desta quarta-feira, 2, que aprovou uma vacina contra a Covid-19. De acordo com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, a vacinação com o imunizante da Pfizer/BioNTech vai começar já na próxima semana.



“É a proteção das vacinas que nos permitirá, em última instância, recuperar nossas vidas e fazer a economia andar novamente”, disse no Twitter. No Brasil, no entanto, o Ministério da Saúde já descartou a possibilidade de usar essa vacina por causa das condições especiais de armazenamento, como temperaturas abaixo de -70ºC.



O imunizante demonstrou ter 95% de eficácia contra a Covid-19, de acordo com os estudos divulgados nas últimas semanas. Com isso, o Reino Unido se torna o primeiro país do mundo a liberar o produto da Pfizer em um marco enorme nesta pandemia. A campanha de vacinação do país já está definida e vai começar na semana que vem.



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A Grã Bretanha espera receber 800 mil doses nos próximos dias e 10 milhões de doses até o final deste ano. O governo de Londres comprou 40 milhões de doses da Pfizer no total, o que será suficiente para imunizar quase um terço da população.



O plano é começar com idosos que moram em casas de repouso e os profissionais desses estabelecimentos. Ainda existem desafios logísticos — mas os fabricantes confirmaram que a vacina pode ficar até cinco dias em uma geladeira comum. Na segunda etapa, idosos com mais de 80 anos e profissionais de saúde terão a preferência.



A agenda de vacinação definida pelo NHS, o SUS britânico, vai seguir dando preferência para os mais velhos enquanto houver vacina. O governo conservador espera imunizar a população inteira do país, cerca de 65 milhões de pessoas, até abril do ano que vem. 



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O Reino Unido também comprou sete milhões de doses da Moderna, mas a principal expectativa continua sendo a vacina de Oxford. O contrato com a AstraZeneca prevê o fornecimento de 100 milhões de doses. Só assim será possível atender a toda população.



A vacina não será obrigatória no país e o governo vai distribuir de graça por meio do NHS. Nesta quarta, o Reino Unido entra em uma nova fase de distanciamento social, com a reabertura do comércio não essencial. O segundo lockdown está finalmente encerrado, mas a maior parte do país permanece com regras duras de isolamento. O governo segue pedindo cautela para a população porque o risco de uma terceira onda no início do ano ainda é considerado grande.



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