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Sul de Minas

Brasil é notificado por ação de despejo contra MST no Sul de Minas

Publicado por TV Minas em 04/12/2020 às 13h03 - Atualizado às 10h05

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Famílias, que ocupavam a área da Usina Ariadnópolis, em Campo do Meio, resistiram mais de 50 horas; caso aconteceu em agosto durante a pandemia.

 

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu explicações ao governo estadual e brasileiro sobre o despejo de famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da área da Usina Ariadnópolis, na cidade de Campo do Meio, no Sul de Minas. A ção aconteceu em agosto deste ano.

 

De acordo com o MST, 14 famílias das 450, que ocupavam uma área entorno da sede da antiga Usina Ariadnópolis e na Escola Popular Eduardo Galeno, na cidade de Campo do Meio, foram despejadas. As famílias e os trabalhadores do MST resistiram por 50 horas à reintegração durante a pandemia do novo coronavírus.

 

“Este foi o 12º despejo na trajetória do local, uma área com 11 acampamentos, mais de 2 mil pessoas, produtora anual de mais 500 toneladas de café e outros alimentos livres de agrotóxicos”, afirma assessoria de imprensa do MST.

 

Durante o despejo, o MST afirma que a Polícia Militar abusou da violência física e psicológica contra as famílias. “Utilizando bombas de efeito moral, um grande contingente policial, armamento pesado e inclusive, um helicóptero para jogar poeira e fuligem sobre as famílias Sem Terra”, completa.

 

Na época, a Polícia Militar enviou nota dizendo que realizou o trabalho de forma pacífica e segura. O pedido de explicações veio de um pedido da medida cautelar apresentada à comissão em favor das famílias.

 

“Nossa expectativa é de que o Estado brasileiro, o governo e o judiciário nunca mais cometam despejos violentos como esse no Acampamento Quilombo Campo Grande. Esse conflito demonstra a necessidade da Reforma Agrária em nosso país. São 90 mil famílias acampadas pelo Brasil que precisam ter seu direito de acesso à terra garantido”, explica.

 

No documento, com prazo de 10 dias, enviado ao Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a CIDH questiona se foram apresentadas denúncias pelas ameaças alegadas pelos trabalhadores sem-terra e pede para que o governo do Estado e do Brasil informem se há planos de despejo e realocação dessas famílias.

 

Ainda de acordo com o MST, as famílias despejadas foram acolhidas e recebem o suporte do movimento.

 

 

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Famílias, que ocupavam a área da Usina Ariadnópolis, em Campo do Meio, resistiram mais de 50 horas; caso aconteceu em agosto durante a pandemia.


 


A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu explicações ao governo estadual e brasileiro sobre o despejo de famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da área da Usina Ariadnópolis, na cidade de Campo do Meio, no Sul de Minas. A ção aconteceu em agosto deste ano.


 


De acordo com o MST, 14 famílias das 450, que ocupavam uma área entorno da sede da antiga Usina Ariadnópolis e na Escola Popular Eduardo Galeno, na cidade de Campo do Meio, foram despejadas. As famílias e os trabalhadores do MST resistiram por 50 horas à reintegração durante a pandemia do novo coronavírus.


 


“Este foi o 12º despejo na trajetória do local, uma área com 11 acampamentos, mais de 2 mil pessoas, produtora anual de mais 500 toneladas de café e outros alimentos livres de agrotóxicos”, afirma assessoria de imprensa do MST.


 


Durante o despejo, o MST afirma que a Polícia Militar abusou da violência física e psicológica contra as famílias. “Utilizando bombas de efeito moral, um grande contingente policial, armamento pesado e inclusive, um helicóptero para jogar poeira e fuligem sobre as famílias Sem Terra”, completa.


 


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Na época, a Polícia Militar enviou nota dizendo que realizou o trabalho de forma pacífica e segura. O pedido de explicações veio de um pedido da medida cautelar apresentada à comissão em favor das famílias.


 


“Nossa expectativa é de que o Estado brasileiro, o governo e o judiciário nunca mais cometam despejos violentos como esse no Acampamento Quilombo Campo Grande. Esse conflito demonstra a necessidade da Reforma Agrária em nosso país. São 90 mil famílias acampadas pelo Brasil que precisam ter seu direito de acesso à terra garantido”, explica.


 


No documento, com prazo de 10 dias, enviado ao Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a CIDH questiona se foram apresentadas denúncias pelas ameaças alegadas pelos trabalhadores sem-terra e pede para que o governo do Estado e do Brasil informem se há planos de despejo e realocação dessas famílias.


 


Ainda de acordo com o MST, as famílias despejadas foram acolhidas e recebem o suporte do movimento.


 


 


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Famílias, que ocupavam a área da Usina Ariadnópolis, em Campo do Meio, resistiram mais de 50 horas; caso aconteceu em agosto durante a pandemia.



A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pediu explicações ao governo estadual e brasileiro sobre o despejo de famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da área da Usina Ariadnópolis, na cidade de Campo do Meio, no Sul de Minas. A ção aconteceu em agosto deste ano.



De acordo com o MST, 14 famílias das 450, que ocupavam uma área entorno da sede da antiga Usina Ariadnópolis e na Escola Popular Eduardo Galeno, na cidade de Campo do Meio, foram despejadas. As famílias e os trabalhadores do MST resistiram por 50 horas à reintegração durante a pandemia do novo coronavírus.



“Este foi o 12º despejo na trajetória do local, uma área com 11 acampamentos, mais de 2 mil pessoas, produtora anual de mais 500 toneladas de café e outros alimentos livres de agrotóxicos”, afirma assessoria de imprensa do MST.



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Durante o despejo, o MST afirma que a Polícia Militar abusou da violência física e psicológica contra as famílias. “Utilizando bombas de efeito moral, um grande contingente policial, armamento pesado e inclusive, um helicóptero para jogar poeira e fuligem sobre as famílias Sem Terra”, completa.



Na época, a Polícia Militar enviou nota dizendo que realizou o trabalho de forma pacífica e segura. O pedido de explicações veio de um pedido da medida cautelar apresentada à comissão em favor das famílias.



“Nossa expectativa é de que o Estado brasileiro, o governo e o judiciário nunca mais cometam despejos violentos como esse no Acampamento Quilombo Campo Grande. Esse conflito demonstra a necessidade da Reforma Agrária em nosso país. São 90 mil famílias acampadas pelo Brasil que precisam ter seu direito de acesso à terra garantido”, explica.



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No documento, com prazo de 10 dias, enviado ao Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a CIDH questiona se foram apresentadas denúncias pelas ameaças alegadas pelos trabalhadores sem-terra e pede para que o governo do Estado e do Brasil informem se há planos de despejo e realocação dessas famílias.



Ainda de acordo com o MST, as famílias despejadas foram acolhidas e recebem o suporte do movimento.



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