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Cleo Pires manda bala em 'Operações Especiais'

Publicado por TV Minas em 18/10/2015

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Atriz vive policial novata e dedicada no filme de ação brasileiro.

 

Depois de aparecer nua na Playboy e trabalhar em várias novelas da Globo, Cleo Pires pega um fuzil AR-15 e manda bala em “Operações Especiais”. Dirigido por Tomás Portella, a coprodução da Globo Filmes é a aposta do cinema brasileiro para continuar explorando o filão aberto pela “Tropa de Elite”, em 2007. No lugar do Capitão Nascimento, do Wagner Moura, temos a policial Francis, da Cleo Pires. Independente dos talentos de cada um, acho que a senhorita Pires fica melhor de camiseta e pose de durona.

 

Com “Operações Especiais” a Globo Filmes investe em uma ideia antiga que começou na década de 1980. Naquela época a Rede Globo comprou os direitos de exibição de um obscuro seriado policial americano chamado “Lady in blue”. Narrava as aventuras de uma jovem policial, bonita, implacável e boa no gatilho chamada Kate Mahoney. No Brasil a série se chamou “Dama de ouro” e pouca gente se lembra dela. Os filmes eram extremamente violentos e deram uma boa audiência no horário das dez horas. Infelizmente, para a Globo, a série foi cancelada depois de dez episódios. Os anunciantes americanos ficaram chocados com a violência e cortaram o patrocínio. E sem anunciantes a Kate Mahoney teve que aposentar seu distintivo e seu revólver Magnun 44.

 

A Globo não se conformou. Afinal, a mocinha durona e boa no gatilho tinha feito tanto sucesso por aqui que ganhara uma paródia nos Trapalhões. Dez anos depois a ideia foi retomada em um seriado chamado “A Justiceira”, com a Malu Mader. O ano era 1997 e Mader fazia o papel de Diana, uma policial que tinha o filho sequestrado por uma gangue. Para tentar salvá-lo ela entrava em uma espécie de organização secreta, uma Uncle tupiniquim, dirigida pela Nívea Maria. Apesar dos roteiros do Doc Comparato a série nunca teve o sucesso da sua equivalente americana e acabou depois de uma única temporada.

 

“Operações Especiais” tem a vantagem de não pretender, de saída, virar uma série. Se fizer sucesso, como o “Tropa de Elite” talvez tenha uma sequência, senão fica só neste filme. Cleo Pires é Francis, uma jovem formada em turismo que trabalha na portaria de um hotel. Entediada e resolvendo mudar de vida ela entra para a polícia civil. Passa nos exames e começa a frequentar as aulas de habilitação. Estamos no início da década e quando nossa heroína se instala em uma delegacia, começa a invasão do Morro do Alemão.

 

Era o governo do PT querendo expulsar os bandidos do Rio de Janeiro para realizar a Copa do Mundo de 2014. Os bandidos fugiram e foram para cidades do interior. No filme da Cleo Pires eles se instalam em uma cidade chamada São Judas do Livramento. Diante da onda de crimes na cidade a polícia envia para lá uma unidade especial. Comandada por um policial incorruptível, o delegado Paulo Froes (Marcos Caruso). Para sua surpresa Francis descobre que foi escalada para a tropa de elite do delegado e vai participar das incursões em favelas e nos tiroteios com bandidos.

 

Como costuma acontecer nesse tipo de filme, nossa heroína enfrenta o preconceito e a desconfiança dos seus colegas. E descobre que há policiais corruptos passando informações e ajudando o chefão do crime local. O roteiro, elemento vital em um filme policial de ação, foi escrito pelo próprio diretor, inspirado no documentário “Notícias de uma guerra particular”. Cleo Pires pediu para fazer o papel e está muito a vontade nas cenas de ação. Comparando com suas antecessoras ela está melhor do que a Malu Mader e igual a Kate Mahoney dos anos de 1980. Sem falar que ela tem muito mais peito e poder de fogo do que a americana.

 

Quem gostou dos dois filmes da “Tropa de Elite” certamente vai curtir esse aqui. A fórmula é a mesma envolvendo a realidade brasileira recente, nosso noticiário policial e usando apenas um pouco de imaginação e licença poética.

 

Quem precisar de polícia agora pode chamar a Cleo.

 

Atriz vive policial novata e dedicada no filme de ação brasileiro.


 


Depois de aparecer nua na Playboy e trabalhar em várias novelas da Globo, Cleo Pires pega um fuzil AR-15 e manda bala em “Operações Especiais”. Dirigido por Tomás Portella, a coprodução da Globo Filmes é a aposta do cinema brasileiro para continuar explorando o filão aberto pela “Tropa de Elite”, em 2007. No lugar do Capitão Nascimento, do Wagner Moura, temos a policial Francis, da Cleo Pires. Independente dos talentos de cada um, acho que a senhorita Pires fica melhor de camiseta e pose de durona.


 


Com “Operações Especiais” a Globo Filmes investe em uma ideia antiga que começou na década de 1980. Naquela época a Rede Globo comprou os direitos de exibição de um obscuro seriado policial americano chamado “Lady in blue”. Narrava as aventuras de uma jovem policial, bonita, implacável e boa no gatilho chamada Kate Mahoney. No Brasil a série se chamou “Dama de ouro” e pouca gente se lembra dela. Os filmes eram extremamente violentos e deram uma boa audiência no horário das dez horas. Infelizmente, para a Globo, a série foi cancelada depois de dez episódios. Os anunciantes americanos ficaram chocados com a violência e cortaram o patrocínio. E sem anunciantes a Kate Mahoney teve que aposentar seu distintivo e seu revólver Magnun 44.


 


A Globo não se conformou. Afinal, a mocinha durona e boa no gatilho tinha feito tanto sucesso por aqui que ganhara uma paródia nos Trapalhões. Dez anos depois a ideia foi retomada em um seriado chamado “A Justiceira”, com a Malu Mader. O ano era 1997 e Mader fazia o papel de Diana, uma policial que tinha o filho sequestrado por uma gangue. Para tentar salvá-lo ela entrava em uma espécie de organização secreta, uma Uncle tupiniquim, dirigida pela Nívea Maria. Apesar dos roteiros do Doc Comparato a série nunca teve o sucesso da sua equivalente americana e acabou depois de uma única temporada.


 


“Operações Especiais” tem a vantagem de não pretender, de saída, virar uma série. Se fizer sucesso, como o “Tropa de Elite” talvez tenha uma sequência, senão fica só neste filme. Cleo Pires é Francis, uma jovem formada em turismo que trabalha na portaria de um hotel. Entediada e resolvendo mudar de vida ela entra para a polícia civil. Passa nos exames e começa a frequentar as aulas de habilitação. Estamos no início da década e quando nossa heroína se instala em uma delegacia, começa a invasão do Morro do Alemão.


PATROCINADORES

 


Era o governo do PT querendo expulsar os bandidos do Rio de Janeiro para realizar a Copa do Mundo de 2014. Os bandidos fugiram e foram para cidades do interior. No filme da Cleo Pires eles se instalam em uma cidade chamada São Judas do Livramento. Diante da onda de crimes na cidade a polícia envia para lá uma unidade especial. Comandada por um policial incorruptível, o delegado Paulo Froes (Marcos Caruso). Para sua surpresa Francis descobre que foi escalada para a tropa de elite do delegado e vai participar das incursões em favelas e nos tiroteios com bandidos.


 


Como costuma acontecer nesse tipo de filme, nossa heroína enfrenta o preconceito e a desconfiança dos seus colegas. E descobre que há policiais corruptos passando informações e ajudando o chefão do crime local. O roteiro, elemento vital em um filme policial de ação, foi escrito pelo próprio diretor, inspirado no documentário “Notícias de uma guerra particular”. Cleo Pires pediu para fazer o papel e está muito a vontade nas cenas de ação. Comparando com suas antecessoras ela está melhor do que a Malu Mader e igual a Kate Mahoney dos anos de 1980. Sem falar que ela tem muito mais peito e poder de fogo do que a americana.


 


Quem gostou dos dois filmes da “Tropa de Elite” certamente vai curtir esse aqui. A fórmula é a mesma envolvendo a realidade brasileira recente, nosso noticiário policial e usando apenas um pouco de imaginação e licença poética.


 


Quem precisar de polícia agora pode chamar a Cleo.


 


Atriz vive policial novata e dedicada no filme de ação brasileiro.



Depois de aparecer nua na Playboy e trabalhar em várias novelas da Globo, Cleo Pires pega um fuzil AR-15 e manda bala em “Operações Especiais”. Dirigido por Tomás Portella, a coprodução da Globo Filmes é a aposta do cinema brasileiro para continuar explorando o filão aberto pela “Tropa de Elite”, em 2007. No lugar do Capitão Nascimento, do Wagner Moura, temos a policial Francis, da Cleo Pires. Independente dos talentos de cada um, acho que a senhorita Pires fica melhor de camiseta e pose de durona.



Com “Operações Especiais” a Globo Filmes investe em uma ideia antiga que começou na década de 1980. Naquela época a Rede Globo comprou os direitos de exibição de um obscuro seriado policial americano chamado “Lady in blue”. Narrava as aventuras de uma jovem policial, bonita, implacável e boa no gatilho chamada Kate Mahoney. No Brasil a série se chamou “Dama de ouro” e pouca gente se lembra dela. Os filmes eram extremamente violentos e deram uma boa audiência no horário das dez horas. Infelizmente, para a Globo, a série foi cancelada depois de dez episódios. Os anunciantes americanos ficaram chocados com a violência e cortaram o patrocínio. E sem anunciantes a Kate Mahoney teve que aposentar seu distintivo e seu revólver Magnun 44.



PATROCINADORES

A Globo não se conformou. Afinal, a mocinha durona e boa no gatilho tinha feito tanto sucesso por aqui que ganhara uma paródia nos Trapalhões. Dez anos depois a ideia foi retomada em um seriado chamado “A Justiceira”, com a Malu Mader. O ano era 1997 e Mader fazia o papel de Diana, uma policial que tinha o filho sequestrado por uma gangue. Para tentar salvá-lo ela entrava em uma espécie de organização secreta, uma Uncle tupiniquim, dirigida pela Nívea Maria. Apesar dos roteiros do Doc Comparato a série nunca teve o sucesso da sua equivalente americana e acabou depois de uma única temporada.



“Operações Especiais” tem a vantagem de não pretender, de saída, virar uma série. Se fizer sucesso, como o “Tropa de Elite” talvez tenha uma sequência, senão fica só neste filme. Cleo Pires é Francis, uma jovem formada em turismo que trabalha na portaria de um hotel. Entediada e resolvendo mudar de vida ela entra para a polícia civil. Passa nos exames e começa a frequentar as aulas de habilitação. Estamos no início da década e quando nossa heroína se instala em uma delegacia, começa a invasão do Morro do Alemão.



Era o governo do PT querendo expulsar os bandidos do Rio de Janeiro para realizar a Copa do Mundo de 2014. Os bandidos fugiram e foram para cidades do interior. No filme da Cleo Pires eles se instalam em uma cidade chamada São Judas do Livramento. Diante da onda de crimes na cidade a polícia envia para lá uma unidade especial. Comandada por um policial incorruptível, o delegado Paulo Froes (Marcos Caruso). Para sua surpresa Francis descobre que foi escalada para a tropa de elite do delegado e vai participar das incursões em favelas e nos tiroteios com bandidos.



PATROCINADORES

Como costuma acontecer nesse tipo de filme, nossa heroína enfrenta o preconceito e a desconfiança dos seus colegas. E descobre que há policiais corruptos passando informações e ajudando o chefão do crime local. O roteiro, elemento vital em um filme policial de ação, foi escrito pelo próprio diretor, inspirado no documentário “Notícias de uma guerra particular”. Cleo Pires pediu para fazer o papel e está muito a vontade nas cenas de ação. Comparando com suas antecessoras ela está melhor do que a Malu Mader e igual a Kate Mahoney dos anos de 1980. Sem falar que ela tem muito mais peito e poder de fogo do que a americana.



Quem gostou dos dois filmes da “Tropa de Elite” certamente vai curtir esse aqui. A fórmula é a mesma envolvendo a realidade brasileira recente, nosso noticiário policial e usando apenas um pouco de imaginação e licença poética.



Quem precisar de polícia agora pode chamar a Cleo.



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